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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Marilyn Monroe: A Última Sessão. «A Fundação D. Luís I apresenta no Centro Cultural de Cascais, até ao pf dia 17 de Julho de 2011, o trabalho do fotógrafo nova-iorquino Bert Stern, que, durante três dias e três noites, na suite 261 do Hotel Bel-Air, em Los Angeles, captou, através da sua exímia objectiva, a beleza e a aura da diva da Sétima Arte»

Cortesia de cmcascais

Marilyn Monroe, a Última Sessão
«Reúne 60 fotografias daquele que foi o último ensaio fotográfico da actriz, realizado apenas seis semanas antes da sua morte infeliz e inesperada, em 5 de Agosto de 1962.
Integrada num périplo onde sobressaem as exposições em Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Seul e Londres, a Fundação D. Luís I apresenta no Centro Cultural de Cascais, até ao pf dia 17 de Julho de 2011, o trabalho do fotógrafo nova-iorquino Bert Stern, que, durante três dias e três noites, na suite 261 do Hotel Bel-Air, em Los Angeles, captou, através da sua exímia objectiva, a beleza e a aura da diva da Sétima Arte.

Cortesia da cmcascais


A Última Sessão em Cascais. Apesar da sessão fotográfica ter decorrido em Junho de 1962, Stern guardou os negativos durante vinte anos. Apenas em 1982 revelaria a maioria das 2.571 imagens que a objectiva captou, com a publicação do livro «The Last Sitting». Adquiridas pelos coleccionadores nova-iorquinos Leon and Michaela Constantiner, as fotografias seriam posteriormente incluídas numa exposição colectiva.
Na exposição «Marilyn Monroe: A Última Sessão», Bert Stern faz a sua selecção das cerca de 2.500 fotografias, num olhar pessoal sobre a sua obra. A exposição viria a ser inaugurada em 2006, no Musée Maillol, em Paris. Mais do que fascinante, o resultado final revela porque é que Norma Jean Mortenson se tornou Marilyn Monroe e quando, em 2012, passarem 50 anos sobre a morte da actriz, continuarão a ser estas as imagens que darão forma ao mito.

Cortesia de aeiouexpresso

A Fundação D. Luís I tem, assim, a oportunidade de mostrar as imagens seleccionadas pessoalmente por Bert Stern, coincidindo com a edição de um catálogo da Quetzal Editores.

Cortesia de deveriaestarestudando

Bert Stern, nascido em Nova Iorque no ano de 1929, é um dos grandes fotógrafos norte-americanos. Retratista e fotógrafo de moda, a qualidade do seu trabalho também é reconhecida no mundo da publicidade, onde a composição pictórica realizada para a campanha de uma famosa marca de vodka lhe valeu um lugar no top ten dos fotógrafos comerciais. Outro trabalho marcante surgiu quando foi fotógrafo de cena no filme «Lolita», de Stanley Kubrick. Mas foram as sessões com celebridades como Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor ou Madonna que o tornaram conhecido do grande público». In Centro Cultural de Cascais, Público.

Cortesia de Fundação Luís I/JDACT

sábado, 17 de abril de 2010

Duarte Santos: O Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas, PECAC

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Apresentado esta semana ao público, o Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas (PECAC) marcou a iniciativa autárquica sobre o que pode ser feito para atenuar os efeitos das alterações climáticas, tanto ao nível da mitigação, como da adaptação.
A equipa de investigação do CCIAMClimate Change Impacts, Adaptation and Mitigation, que elaborou as projecções de cenários (com a promoção da Agenda Cascais 21) prevê que, por exemplo, os impactes das alterações climáticas levem a uma redução de mais de 50 por cento do areal no concelho de Cascais, no final do século. Os casos extremos são a praia do Tamariz e da Conceição/Duquesa, com mais de 80 por cento de redução, no cenário mais pessimista.
Filipe Duarte Santos, o líder da equipa do CCIAM, explicou ao Ambiente Online quais as vantagens e as maiores dificuldades de elaborar um documento deste tipo. O PECAC traça um estudo aprofundado, a partir de quatro cenários projectados, sobre os impactes esperados na biodiversidade, recursos hídricos, pescas, agricultura, saúde humana, turismo e energia de Cascais, além das consequências nas regiões costeiras, num horizonte de 100 anos. O professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa acredita que a estratégia municipal de acção pode ser uma mais-valia na mobilização da população.

Para conhecimento total da entrevista, visitar o sítio: http://www.ambienteonline.pt/
Cortesia do ambienteonline
JDACT