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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Uma Boa Notícia: Central Nuclear de Almaraz parou produção por altas temperaturas na bomba de refrigeração

Cortesia de wikipedia


Óptimo! Uma boa notícia.


«A central nuclear de Almaraz, que fica a 100 quilómetros de Portugal, em Cáceres, comunicou ao conselho de segurança nuclear espanhol que parou a produção de um reactor devido à presença de "altas temperaturas" numa das bombas de refrigeração. Segundo a agência espanhola EFE, esta decisão surge como medida preventiva, "e antes que se alcance um valor que pare automaticamente o reactor", os responsáveis da central decidiram parar programadamente a produção de electricidade.
Segundo um comunicado da central nuclear de Almaraz, "os sistemas de segurança actuaram correctamente e a central encontra-se parada".
Esta paragem, informou a central, "não coloca em risco nem as pessoas nem o meio ambiente" e classifica-se, "de forma preliminar", como nivel 0 na escala internacional de sucedidos nucleares. A central nuclear de Almaraz, na Província de Cáceres, funciona desde o início dos anos 80 junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos portugueses de Castelo Branco e Portalegre. Uma eventual explosão na central nuclear de Almaraz, obrigaria à «progressiva» retirada da população da zona de Portalegre». In Rádio Portalegre, 23.10.11


Cortesia de R. Portalegre/JDACT

sábado, 26 de junho de 2010

Central Nuclear de Almaraz: A Opinião da Quercus. A Opinião dos Verdes da Extremadura

Cortesia de fenixvermelha
«Em Almaraz acidentes como o ocorrido em Maio último, onde foram libertados cerca de 30 000 litros de água radioactiva, o que obrigou à evacuação do pessoal do recinto de contenção, bem como ao tratamento posterior dessas águas e sua libertação no rio Tejo, apenas vêm reforçar a importância de se proceder ao encerramento da central na data prevista – 2010. A Quercus manifesta grande preocupação com as movimentações para um prolongamento deste prazo. Os resíduos produzidos pela central continuam depositados junto da mesma, não existindo até hoje qualquer solução para os tratar, situação que não ocorre apenas em relação a esta central nem tão pouco em relação apenas a Espanha. De facto, não existe nenhum país no mundo que tenha resolvido o problema da deposição segura dos seus resíduos, não obstante os avultados investimentos já realizados nesta área. Assim, a Quercus apoia todas as medidas que possam ser tomadas para levar ao encerramento imediato de infra-estruturas que acarretam enormes riscos em termos ambientais, sociais e económicos, como é o caso da central nuclear de Almaraz». In Quercus.

Cortesia de extremaduraprogresista
Complemento com a opinião dos Verdes da Extremadura, no seu Comunicado:

«Los Verdes de Extremadura considera que en la prórroga de Almaraz «han primado los intereses particulares». La organización afirma que la energía nuclear supone un «freno» a la producción de renovables.
Los Verdes de Extremadura consideró hoy "injustificable" la prórroga de la licencia de explotación por 10 años de la Central Nuclear de Almaraz (Cáceres) autorizada por el Ministerio de Industria, y afirmó que en tal decisión «han primado los intereses particulares sobre el interés general».
La organización ecologista criticó al Gobierno central por «el incumplimiento de su programa electoral, y a la industria nuclear por faltar a la verdad».
Según indicó en nota de prensa, en varias ocasiones, el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, «se comprometió en el Congreso a fijar de forma consensuada un calendario de cierre, calendario que nunca ha sido concretado». La decisión posterior de establecer en 40 años la vida útil legal de las centrales nucleares «no es más que un subterfugio para tratar de justificar el incumplimiento de ese importante compromiso electoral».
Además, apuntó que la industria nuclear aboga "por ampliar los plazos hasta los 60 años". Al respecto, añadió que «el director de la Central Nuclear de Almaraz ya habla de preparar la próxima renovación del permiso, en 2020».
FRENO A RENOVABLES. Los Verdes Extremadura añadió también que la decisión es "contraria al desarrollo de las energías renovables y al tránsito a un modelo energético sostenible y menos dependiente del exterior, que el propio Gobierno también se comprometió a impulsar", subrayó.
De hecho, precisó, «la energía nuclear, cada vez con menos peso en el balance total de producción eléctrica, ya está suponiendo un freno a la producción de origen renovable, al impedir un pleno aprovechamiento de las fuentes renovables». "Si a la decisión de mantener abiertas las centrales nucleares unimos los recortes y las trabas que el Gobierno ha impuesto a las energías renovables, que perjudican especialmente a las pequeñas empresas del sector, la conclusión a la que debemos llegar es que en el diseño del modelo energético español están primando los intereses de las grandes empresas eléctricas sobre el interés general", sentenció. En concreto, la organización «dichos intereses parecen primar también sobre la seguridad, pues no tiene justificación y es irresponsable prolongar la vida de una central que está sufriendo muchos más incidentes que la de Garoña, por ejemplo, siendo la de Garoña más vieja y habiéndose fijado ya su cierre».
«Tampoco tiene sentido», a juicio de Los Vedes de Extremadura, «autorizar que la central siga funcionando sobre la base de que reúne las condiciones de seguridad para ello y, al mismo tiempo, exigir que cumpla con trece condiciones y 17 nuevas instrucciones técnicas que en este momento no cumple». «Es decir, que ahora no es segura, por lo que no debería estar en funcionamiento». En este sentido, apuntó que «los responsables de la central faltan a la verdad cuando afirman que existe una garantía de seguridad total».
Por último, Los Verdes de Extremadura destacó que la industria nuclear «falta a la verdad cuando argumenta que la energía nuclear es imprescindible».
Cartaz de Setembro de 2009
Cortesia de extremaduraprogresista
Una muestra de esta «intoxicación mediática», añadió, son las declaraciones del portavoz de la central nuclear de Almaraz, Aniceto González, sobre un «supuesto aumento de la dependencia de la energía nuclear procedente de Francia en el caso de que Almaraz hubiese cerrado», una "dependencia" que, a juicio de la organización, «es falsa», ya que «los informes de Red Eléctrica Española demuestran que España es en realidad exportadora neta de energía, es decir, que exporta a países como Marruecos o Portugal más energía de la que importa de Francia». Mérida, 11 de Junho (Europa Press).
In http://www.europapress.es/extremadura/badajoz-00380/noticia-verdes-extremadura-considera-prorroga-almaraz-primado-intereses-particulares-20100611101531.html


Porque não utilizar a Energia Cíclónica, conforme propõe Jesús Gómez Romero?
Cortesia dos Verdes da Extremadura (Espanha)/RR/JDACT

Central Nuclear Almaraz: «O Perigo continua». Mais dez anos de funcionamento da Central Nuclear de Almaraz, em Cáceres, próximo da nossa fronteira

CN Almaraz
Cortesia de extremaduraprogresista
O Governo de Madrid dá mais dez anos a reactor. Considerando (erradamente no meu humilde pensar...) que a Central Nuclear Almaraz produziu em 2009, 41,6% da electricidade em Espanha, o ministério da Indústria e Comércio de Espanha deu ontem luz verde para mais dez anos de funcionamento da Central Nuclear de Almaraz (CNA), em Cáceres, próximo da fronteira com Portugal.
Interior da CN Almaraz
Cortesia de hoy
Madrid renovou a licença de exploração de Almaraz, que produz energia para quatro milhões de lares espanhóis (o equivalente à área metropolitana de Madrid), no limite do prazo que terminava ontem.
O reactor da CN
Cortesia de lacronicabadajoz
Tendo em conta que as centrais nucleares têm um «ciclo útil» de 40 anos, esta será a última década de funcionamento da central, a primeira de segunda geração em Espanha. Em 2020, Almaraz I cumprirá 39 anos e Almaraz II 37 anos (os dois reactores foram inaugurados em 1981 e 1983, respectivamente). A CNA é propriedade das empresas Iberdrola, Endesa e Gas Natural, que entre 2009 e 2010 investiram 60 milhões de euros na central.
Com três recargas de combustível, Almaraz obteve em 2009 uma produção bruta de 21,9 mil milhões de kWh, 41,6% da electricidade produzida em Espanha.

Cortesia de Bárbara Silva/RR/JDACT