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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Aprender a Ser. Christiane Águas: «Desenvolvo em mim a capacidade de equilibrar e coordenar todas as áreas da minha vida e descubro que é uma qualidade de construção positiva»

Cortesia de anoxpaulox

«Se, neste momento, marcar prazos confortáveis para certos acontecimentos ou projectos, e se isso lhe parecer confuso ou difícil, é porque ainda falta um complemento de informações que vem a caminho.
Entrar numa cadência demasiado acelerado, com a pretensão de ir mais depressa que o próprio tempo, cria uma ansiedade castradora que origina bloqueios. Quando se entra nesse ritmo demasiadamente apressado, rompe-se o elo das acções certas, o fluir das coincidências, em consequência do desentendimento entre a consciência e o mental.
A obsessão em avançar depressa faz com que seja normal ficar surdo aos avisos, deixando de estar em contacto com a intuição. É da intuição que surgem as ideias. É ela que nos guia no sentido do “tudo-o-que-há-de-melhor, e tudo-o-que-há-de-melhor tem influência sobre o bem-estar de todos nós”. Desenvolvo em mim a capacidade de equilibrar e coordenar todas as áreas da minha vida.

Cortesia de bossanet

Estar centrado e atento ao que se passa à nossa volta, sem comentários interiores nem verbais, ensina-nos a ser pacientes. Actualmente, é uma qualidade que não tem sido considerada. É urgente reencontrá-la e desenvolvê-la, sem cair na passividade.
As sociedades actuais tendem a alterar o nosso ritmo. Exigem rapidez de raciocínio, acompanhado de acção imediata. No entanto, nem sempre a gestão do tempo ê feita de forma correcta. Avançar sem precipitação, sem revolta, sem culpabilizar ninguém, não é sinónimo de desfasamento. É preciso saber esperar e avançar no momento certo, estando atento ao impulso interior.
Estar centrado e atento é a melhor forma de deixar aparecer as ajudas certas, lucrar com isso e progredir.
Aceitar que a paciência é um trunfo que merece ser utilizado para preparar uma estrutura sólida que garanta uma actuação equilibra da, é confortável e lucrativo. Desta preparação resultará um melhor aproveitamento da força psicológica que estimulará a força física, que é benéfica para concretizar as ideias e/ou os projectos, no caminho gradual do êxito. Desenvolvo em mim a paciência e descubro que é uma qualidade de construção positiva». In Christiane Águas, Aprender a Ser, Oficina do Livro 2003, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Aprender a Ser. Christiane Águas: «Proporcionando a visão da nossa mudança aos outros, e, em particular, a quem tem uma relação mais íntima connosco fará com que ao observarem-nos, sintam a necessidade de perguntar, para entender»

Cortesia de bossanet

«Quando se levou tempo a decidir, a empreender uma transformação no sentido de melhorar o quotidiano, cultivando hesitações e dúvidas, e, de repente, se descobre o próprio poder construtivo, a tendência é para querer ir depressa demais.
Com o desejo de activar a nossa evolução, surge o impulso para empurrar os outros a seguir o mesmo caminho, embora se sinta dificuldades em transmitir claramente o que já aprendemos e praticamos.

Como o crescimento está a acontecer interiormente e somos os únicos a poder associar as fórmulas de pensamentos com os resultados concretos obtidos, e não havendo ocasião, nem tempo, nem jeito para entrar em pormenores, a melhor forma de despertar a curiosidade das pessoas a quem queremos ajudar é simplesmente actuarmos como exemplo.
Proporcionando a visão da nossa mudança aos outros, e, em particular, a quem tem uma relação mais íntima connosco fará com que ao observarem-nos, sintam a necessidade de perguntar, para entender.
Aplico-me na minha transformação e atraio o interesse dos outros que querem melhorar.

Cortesia de anoxpaulox

Surge agora o momento de assumirmos a capacidade de actuar com autenticidade própria e entender que mascarar a verdade prejudica a própria expansão, porque atrai no nosso caminho pessoas mentirosas, com quem não se pode contar.
O processo natural da expansão profissional pode coordenar-se com o equilíbrio da vida sentimental e familiar, e vice-versa, se assim for desejado e projectado. A gestão do tempo pode coordenar-se em todos os campos.

O aparecimento das pessoas, dos colaboradores certos, assim como a aceitação da tecnologia como aliada valiosa, permite conciliar um acréscimo de rendimentos e sincronização com a vida familiar. Participar na criação de postos de trabalho é uma forma de conseguir a própria prosperidade e a expansão.
Saber delegar, exprimir-se de forma a obter a ajuda adequada, revela uma qualidade de chefia por vezes dissimulada ou ignorada pelo próprio indivíduo. Exprimo a minha forma de ver com simplicidade e encontro quem a saiba apreciar». In Christiane Águas, Aprender a Ser, Oficina do Livro 2003, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Christiane Águas. Aprender a Ser: «A equipa consciência e mental, que está em mim, funciona unida, de acordo, em harmonia, serenidade e eficácia. Passo a passo, descubro a minha criatividade e atrevo-me a expressá-la na realização da minha expansão profissional»

Cortesia de monografias

É primordial, actualmente, não se deixar levar pela agitação e pela agressividade que paira à nossa volta e envolvermo-nos emocionalmente em assuntos alheios, sejam eles individuais ou sociais, achando-os tristes e/ou injustos. Este envolvimento pode ser expresso com revolta, o que destrói o frágil equilíbrio destas vozes interiores que constroem as nossas atitudes mentais, estrutura dos nossos comportamentos próprios. São elas: a voz da consciência ou mente.) e a voz do mental ou racional. Para dosear o equilíbrio interior, que irá reflectir-se sobre o exterior, é necessário identificar cada uma delas e uni-las em diálogo harmonioso.
A equipa consciência/mental, que está em mim, funciona unida, de acordo, em harmonia, serenidade e eficácia.

Cortesia de  anoxpaulox

Não existem momentos de azar, momentos monótonos, de espera ou de perda de energia: são fases de maior desmotivação, que trazem o desânimo. Quando esses momentos surgem, a única coisa a fazer é transformá-los, inverter a nossa óptica sobre os acontecimentos e confiar na criatividade.
Utilizá-la pode simplesmente significar inventar uma nova receita culinária, um arranjo original de flores, uma conversa diferente com o vizinho do lado, mas também pode proporcionar o empreendimento de actividades sociais de carácter benemérito ou de negócios individuais rendosos.
A criatividade é um estímulo que precisa de ser utilizado para a própria expansão. É uma qualidade que existe em cada ser humano e tem a ver com a motivação em participar na vida e sentir-se útil.
É ao começar a introduzir a criatividade nas pequenas coisas da vida que se activa esta função, que se cria o estímulo do mecanismo natural que permite entender até que ponto se pode ir.
Passo a passo, descubro a minha criatividade e atrevo-me a expressá-la na realização da minha expansão profissional». In Christiane Águas, Aprender a Ser, Oficina do Livro 2003, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

sábado, 14 de maio de 2011

Christiane Águias. Aprender a Ser: «A humanidade está em grande mudança e estou a acompanhá-la ao ritmo que a minha consciência me indicar. Lembro-me de que sou responsável e isso traz-me segurança e prazer»

Cortesia de bossanet

Cortesia de semacaso

«É verdade que cada um tem o direito de impedir a sua transformação, se esta não for desejada. A necessidade de se sentir em segurança, a noção de não ser possível melhor a a situação, o respeito pelos hábitos, tudo isto pode anular o desejo da aceitação em ser pioneiro, e, como consequência, anular também o gosto pela aventura e pela necessidade de mudança de mentalidade.
Situações destas podem ter-lhe acontecido até agora. No entanto, com a entrada no terceiro milénio, mais cedo ou mais tarde, cada um de nós irá alinhar-se na vibração que corresponde à evolução colectiva, à influência do movimento universal. A necessidade de evolução natural e a utilização de um maior número de funções do cérebro fazem parte de um processo universal irreversível. O ritmo acelerado que é pedido actualmente faz com que, quando se leva muito tempo, seia o mesmo que recuar. Hesitar demasiado reprime o impulso da motivação e abranda a força da criatividade.
A humanidade está em grande mudança e estou a acompanhá-la ao ritmo que a minha consciência me indicar.

Cortesia de mundosebrae
 
Cortesia de leslieholandamultiply
 
Cada indivíduo, sem excepção, tem em si a capacidade de criar uma vida equilibrada e satisfatória. Cada um é livre de a utilizar para construir ou destruir. O critério de escolha é sempre da responsabilidade de cada um de nós. Esta criatividade é natural no ser humano. Ela é utilizada tanto para obter condições benéficas, tais como viver em abundância, prosperidade, comunicação aberta, bem-estar, como de forma inversa, para cair na teimosia e na discussão, na tristeza e sensação de vazio, de falta ou mal-estar.
É como se existissem duas linhas paralelas, duas vias, e, dependendo da escolha, avançamos por uma ou por outra.
Em geral, salta-se de um lado para o outro, com maior ou menor destreza, com mais ou menos depressões, com maior ou menor reconhecimento da própria responsabilidade. À mediãa que se tem consciência da nossa a força interior, já não f az sentido continuar a saltitar, ou seja, pensar, falar e ver a vida de forma negativa e retomar o processo de destruição.
Lembro-me de que sou responsável e isso traz-me segurança e prazer». In Christianne Águas, Aprender a Ser, Oficina do Livro, 2004, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

sábado, 16 de abril de 2011

Aprender a Ser: «A humanidade está em grande mudança e estou a acompanhá-la ao ritmo que a minha consciência me indicar. Lembro-me de que sou responsável e isso traz-me segurança e prazer»

Cortesia de lucasbo

«É verdade que cada um tem o direito de impedir a sua transformação, se esta não for desejada. A necessidade de se sentir em segurança, a noção de não ser possível melhorar a situação, o respeito pelos hábitos, tudo isto pode anular o desejo da aceitação em ser pioneiro, e, como consequência, anular também o gosto pela aventura e pela necessidade de mudança de mentalidade.
Situações destas podem ter-lhe acontecido até agora. No entanto, com a entrada no terceiro milénio, mais cedo ou mais tarde, cada um de nós irá alinhar-se na vibração que corresponde à evolução colectiva, à influência do movimento universal.

A necessidade de evolução natural e a utilização de um maior número de funções do cérebro fazem parte de um processo universal irreversível. O ritmo acelerado que é pedido actualmente faz com que, quando se leva muito tempo, seja o mesmo que recuar. Hesitar demasiado reprime o impulso da motivação e abranda a força da criatividade.

Cortesia de memeyahoo
Cada indivíduo, sem excepção, tem em si a capacidade de criar uma vida equilibrada e satisfatória. Cada um é livre de a utilizar para construir ou destruir. O critério de escolha é sempre da responsabilidade de cada um de nós. Esta criatividade é natural no ser humano. Ela é utílizada tanto para obter condições benéficas, tais como viver em abundância, prosperidade, comunicação aberta, bem-estar, como de forma inversa, para cair na teimosia e na discussão, na tristeza e sensação de vazio, de falta ou mal-estar.

E como se existissem duas linhas paralelas, duas vias, e, dependendo da escolha, avançamos por uma ou por outra. Em geral, salta-se de um lado para o outro, com maior ou menor destreza, com mais ou menos depressões, com maior ou menor reconhecimento da própria responsabilidade. À medida que se tem consciência da nossa força interior, já não faz sentido continuar a saltitar, ou seja, pensar, falar e ver a vida de forma negativa e retomar o processo de destruição». In Christiane Águas, Aprender a Ser, Oficina do Livro 2004, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aprender a Ser: «...que se deve respeitar a indicação da intuição, apaziguar o mental e negociar com ele, o que, por vezes, não se torna tão simples nem rápido como se desejaria. ...então é com alegria que se instala a dedicação e o empenho da prática, que se torna cada vez mais espontânea e automática»

Cortesia de aprenderaser 

«Há medida que o contacto com o diálogo interior se torna mais frequente, ou seja, cada vez mais consciente, que se instala o hábito de se estar atento ao vocabulário empregue, em qualquer situação, o que passa a acontecer naturalmente, também se torna mais fácil diferenciar a vibração interior da consciência, a nível do coração, da vibração mental, a nível do estômago.
Não basta rejeitar este diálogo, recusá-lo, para o anular. O seu poder construtivo irá continuar de forma subconsciente, aparecendo as confusões, o acréscimo de ansiedade, os medos resultantes do processo mecânico da discussão destas duas vozes em oposição.
Saber diferenciar a consciência do mental é pô-los a funcionar de forma serena e eficaz, para a construção do bem-estar, base do equilíbrio total, tanto psicológico como físico. É utilizar uma função coordenadora perfeita destes dois elementos, existentes em cada um de nós, indiferentemente do sexo e da idade.

Cortesia de prof2000
Tal como qualquer outro hábito, torna-se natural e espontânea a escuta, o respeito da intuição e o planeamento mental, de forma a articular a participação positiva destes dois elementos.
É importante compreender que a última formulação expressa, tanto no pensamento como na verbalização, deve prevalecer sobre a anterior. Melhor dizendo, para qualquer projecto deverá haver constância na composição das afirmações, que devem ser mantidas e repetidas para serem assimiladas por inteiro e, assim, criar-se uma nova programação, correspondente às aspirações.
A atitude «quero-não-quero» bloqueia tudo. Levantam-se barreiras e atrasos, interferimos nos resultados de forma oposta à intenção, deixa-se de ver o andamento do projecto, e isto gera a perda de ânimo e, provavelmente, a desistência.
À medida que se pratica a escuta atenta da intuição, que se passa a considerar uma conselheira, simplifica-se a união com o mental, abandona-se a programação antiga e, naturalmente, instala-se uma nova vibração íman, que permite a aproximação de propostas e convites satisfatórios, a um ritmo cada vez mais visível e sincronizado, sempre acompanhada de um bónus.

Cortesia de rincondelvago 
Um bónus, uma regalia, ainda melhor do que se imaginou, ou uma realização ainda mais adequada do que se imaginou. A via que leva ao êxito, sendo claramente definida a meta final, é uma via de flexibilidade de objectivo em objectivo.
Conseguir entender o processo e o funcionamento do mecanismo intuição/acção, ou seja, consciência/mental é conseguir facilitar o quotidiano e melhorá-lo, ao mesmo tempo que se melhora a gestão do tempo, a sincronização da agenda, vivendo-se as acções com maior eficácia, o que se torna benéfico, tanto para o próprio como para as outras pessoas envolvidas.
Aquietar o diálogo interior, tornando-o harmonioso, tem como efeito directo a serenidade interior.
No caso de luta, combatividade, recalcamentos e sofrimentos interiores e, em particular, quando derivam unicamente da imaginação, são esses mesmos comportamentos, vindos dos outros, que iremos atrair.

Cortesia de ceesal  
Uma das atitudes mentais mais desestabilizadoras é a de estar constantemente a desejar e a rejeitar o desejo, como, por exemplo, nos casos seguinte:
  • Não apreciar a presença de alguém e achar que dela resulta a felicidade;
  • Desejar outro trabalho e pensar que não há possibilidade de o arranjar;
  • Ter ambições bem definidas e não preparar o terreno para as conseguir.
A conclusão a que chegamos é que se deve respeitar a indicação da intuição, apaziguar o mental e negociar com ele, o que, por vezes, não se torna tão simples nem rápido como se desejaria. No entanto, quando se percebe que depende unicamente da nossa forma de pensar, de falar, assim como do acerto na utilização do vocabulário, então é com alegria que se instala a dedicação e o empenho da prática, que se torna cada vez mais espontânea e automática». In Christiane Águas, 2003, Aprender s Ser, Fevereiro 2004, Editora Oficina do Livro.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

domingo, 13 de março de 2011

Aprender a Ser: «Somos todos o único arquitecto da nossa vida. Temos o poder de criar tudo o que se passa na nossa vida: o Bem e o Mau»

Cortesia de euakrbwordpress

«Aceitar a própria participação nas situações vividas e as suas consequências, sem culpabilizar e conseguir analisar unicamente o próprio comportamento dá a possibilidade de obter outros resultados, por meio de uma simples inversão da própria maneira de pensar.
Não se consegue mudar os outros. É a mudança da própria atitude mental em relação a eles que cria uma melhor comunicação, um trabalho de equipa eficaz, um ambiente familiar saudável.

Se depois de praticar esta nova maneira de ver e de ser durante o tempo certo, que pode variar entre um a três ou quatro anos nos casos mais complexos e emocionais, não acontecer melhoria gradual na comunicação e consideração, ou reconhecimento como preferir, então será preciso aceitar a mudança de rumo.

Cortesia depsicologia10  
Em vez de desistir de aprender a ser, de ter consciência do que somos realmente e vivê-lo, construirmos o refúgio na doença, a solução da fuga para sempre, torna-se urgente. Se a escolha é a de querer viver e melhorar a qualidade da vida, teremos de aceitar que existem sempre soluções saudáveis que se encontram em nós e que só dependem de nós.

Talvez seja de encarar a mudança, que recomendo progressiva e suave.
Existem pessoas e lugares mais acolhedores à nossa espera onde serão apreciados os nossos valores, os nossos conhecimentos e valorizadas as nossas capacidades e personalidade.
Aprender a aceitar como mensagens informativas a situação que se vive permite-nos entender progressivamente a criatividade que existe em cada um, saber geri-la de forma a obter uma melhoria de qualidade de vida e, em particular, ultrapassar as susceptibilidades que magoam e as dúvidas que trazem insegurança.

Cortesia de ventosdepaz 
São estes conflitos que proporcionam autênticas provas avaliadoras, remoinhos interiores, que preparam e instalam os sintomas graves. Para saber interpretá-los de forma apropriada, para conseguir entrar em contacto com as aspirações próprias e profundas, reconhecendo a importância das necessidades básicas, é preciso aplicar-se com discernimento e coerência na aprendizagem da escuta do diálogo interior entre a consciência e o mental, reparar no tipo de pensamentos que são cultivados e alimentados, no vocabulário empregue, e passar a transformá-lo de imediato.
Embora haja, a nível do mental, uma parte subconsciente com tendência negativa, cada uma das vozes interiores pode utilizar frases inibitórias de acção. Para reconhecer qual é a voz da intuição deverá considerar-se que se trata sempre da primeira a falar.
A segunda voz, essa voz que em geral entra em oposição com a primeira, é a do mental». In Christiane Águas, 2003, Aprender s Ser, Fevereiro 2004, Editora Oficina do Livro.

Cortesia de Oficina do Livro/JDACT

quarta-feira, 9 de março de 2011

Aprender a Ser: «As palavras são a ignição dos comportamentos humanos e a base da nossa energia física. Somos todos o único arquitecto da nossa vida. Aceitar a via indicada pela consciência, é utllizar o melhor sentido para obter os melhores resultados»

Cortesia de evoluindosempre

Com a devida vénia a Christiane Águas.

«Conseguir gerir a própria vida no sentido mais harmonioso e satisfatório possível depende do diálogo entre duas vozes e, sobretudo, da sua interpretação.
Estas duas vozes, em constante comunicação, são dois dos elementos que fazem parte da composição de um ser humano:
  • a consciência,
  • o mental.
O processo do mecanismo destes dois elementos ou componentes pode ser vista desta forma.
A consciência tem o papel de guiar, de filtrar as ideias e apresentá-las para facilitar a realização por via do caminho mais simples, mais directo, mais confortável, mais benéfico e lucrativo, possibilitando a concretização com êxito:
  • trata-se da sabedoria inata, da inteligência, que tem como porta-voz a intuição, a mente.
O papel do mental é o de aceirar as informações fornecidas, entrar em acordo com as indicações, adaptá-las às condições físicas. Funciona ao nível do racional, da expressão da própria personalidade, da evolução do carácter, do intelecto, da inteligência, formada pelas experiências vividas e a formação académica. É neste conjunto que se situa o subconsciente, criador e estimulador do medo: o mental.

Cortesia de marabianchetti
Este é o funcionamento natural. No entanto, quando surgem situações que são novidade, pioneiras em relação aos hábitos, o modo de entrar em acção do mental pode bloquear de forma a tornar-se passivo ou demasiado perfeccionista, o que acaba por criar dificuldades e atrasos que podem provocar culpabilização, insegurança ou falta de confiança.
Ao seguir a orientação da intuição, o mental torna-se flexível, a energia flui, tudo acontece naturalmente, a gestão do tempo e dos acontecimentos torna-se natural.
As portas abrem-se, as barreiras tornam-se soluções, de tal forma que as coisas acontecem antes de pensar nelas, e tornamo-nos observadores das acções, com a sensação, por vezes, de não participar nelas.
Em geral, quando se activa este mecanismo, embora se viva a alegria e a satisfação do momento, acaba-se por esquecer qual foi a atitude mental, a fórmula de pensamento que espontaneamente se criou para surgirem as facilidades que vivemos, e não se reconhece a sincronização dos encontros com as pessoas certas para a realização dos acontecimentos.

Cortesia de semeadoresdeestrelas
Na projecção dos objectivos, tanto a consciência como o mental são criadores de condições exteriores para proporcionar o êxito. Conseguir aceitar a via indicada pela consciência, e segui-la confiante, é utllizar o melhor sentido para obter os melhores resultados.
Pode acontecer que, por medo ou falta de firmeza, o mental entre em oposição com a intuição. Surge outro planeamento, e avança-se com a chamada força de vontade para obter o que se acha melhor, sem tomar em consideração que pode não ser a realidade. Entra-se na teimosia, com tanto empenho e sinceridade, que se acaba por obter resultados, embora por uma via de esforço, de luta, de insistência destabilizadora e desgastante, ignorando as barreiras que se vão levantando.
O mental torna-se cada vez mais insistente e rígido, as ideias fixas. O lema então é:
  • querer é poder, ignorando-se os avisos que indicam que é altura de parar.
Esta é uma via de preparação para a doença.
A decisão final pertence ao mental: é com ele que se utiliza o livre arbítrio. Pertence-lhe a escolha entre o complicado e o simples, a perda e o ganho, a luta e a paz, a passividade e a acção equilibrada, o destruir e o construir.

Cortesia de constelando
Trata-se de um mecanismo de precisão cerebral cujas palavras, no uso das afirmações correspondentes, são o motor de arranque. As interferências, os grãos de areia que encravam este mecanismo e os vírus que afectam a programação mental são:
  • a visão curta,
  • as ideias preconcebidas ou fixas,
  • a imaginação negativa,
  • as conclusões erradas,
  • os preconceitos,
  • a má interpretação na comunicação.
É por essa razão que se torna importante saber diferenciá-los e reconhecê-los espontaneamente». In Aprender a Ser, 2003, Oficina do Livro, Fevereiro 2004, ISBN 972-8579-75-6.

Cortesia do Livro/JDACT