MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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A Poesia Revolucionária
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domingo, 7 de agosto de 2011
A Bela Poesia. Ary dos Santos: «No ritual do verão descobriremos o segredo dos deuses interditos e marcados na testa, exaltaremos estátuas de heróis castrados e malditos»
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Cortesia de ascausasdajulia e poesiadasangria Caminharemos de Olhos Deslumbrados Caminharemos de olhos deslumbrados E braços estendidos ...
domingo, 19 de junho de 2011
Páginas Desconhecidas: A Poesia revolucionária e A Morte de D. João. «Não há no mundo escolhidos nem réprobos, há homens. E a verdadeira e exclusiva missão do homem é compreender-se a si mesmo e ao mundo onde existe; porque é da compreensão das coisas que saiem as grandes linhas do «edifício ideal», nosso critério supremo e exclusivo»
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Cortesia de wikipedia «Corresponderá acaso à verdade social e moral o quadro de costumes, ou antes de vícios, de que a « Morte de D. João »...
terça-feira, 7 de junho de 2011
Páginas Desconhecidas: A Poesia revolucionária e A Morte de D. João. «O "humour", que dava além uma ideia poética, traduz aqui um pensamento filosófico; não é uma blasfémia, é uma rigorosa verdade. O Diabo e o padre Eterno são a tese e a antítese de uma proposição teológica resolvida pela filosofia, que é a do poema»
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Cortesia de wikipedia «Os bordéis, as pústulas, a miséria ascorosa e as bacanais impúdicas, são apenas figuras de retórica, chavões de esco...
sábado, 21 de maio de 2011
Páginas Desconhecidas: A Poesia revolucionária e A Morte de D. João. «Conceber o movimento da vida real e positiva como «aproximação para Deus», é compreender toda a profundidade verdadeira do pensamento moderno, para o qual deixou há muito de existir o velho Deus exterior e inimigo, perante quem os homens eram títeres movidos pelo cordel...»
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Cortesia de ptof2000 In Memoriam a ATC «Ora a musa dos poetas-líricos nunca disse estas coisas, não as sabe, nem quer saber, e duvido que f...
terça-feira, 26 de abril de 2011
Páginas Desconhecidas: A Poesia revolucionária e A Morte de D. João. «Vai o poeta observando à musa os obstáculos que o seu coração de homem de bem, e a sua consciência de homem sensato, opõem a esse modo de pensar, e a musa respondendo, até que afinal, perdida a esperança, foge. À musa dos lamartinianos, entretanto, nunca em seus dias ousou empregar em serviço próprio a ironia, essa alegre companheira, e consoladora íntima de todos os bons espíritos»
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Cortesia de ephemerajpp « D. João e a sua morte são a filosofia do subjectivo e a do objectivo: a moralidade do facto está no momento sole...
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