MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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Afronta a António Nobre
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
César de Frias. A Afronta a António Nobre. «Tem esta poesia a nota interessante, por nova, de denunciar o título dum livro “Alicerces”, que não consta do “Plano das obras de António Nobr”, publicado pelo visconde de Villa-Moura no seu notável livro “António Nobre (seu génio e sua obra)” o único trabalho de vulto inteligentemente urdido, que até a data alguém deu a lume…»
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jdact (Continuação) «É esta a contribuição que posso deixar ao coleccionador que amanhã surja a enfeixar as composições poéticas ...
César de Frias. A Afronta a António Nobre. «… quis, contudo, um benéfico lance do acaso que me viessem cair entre as mãos uns recortes de jornais antigos com versos da sua primeira fase, já documentando exuberantemente a riqueza do seu temperamento lírico e, sobretudo, interessantes pela naturalidade, pela frescura da maneira…»
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jdact (Continuação) «Por isso nunca hão-de faltar sonhadores que evoquem essa singular figura de poeta, que uma vez atravessou...
sábado, 6 de outubro de 2012
César de Frias. A Afronta a António Nobre. Parte IX. «A sua maneira de conversar prendia, impressionava, penetrava. A voz lenta, grave, um pouco velada, com umas leves intenções de ironia, deixava cair as palavras serenamente, e poucas vezes as suas mãos pálidas acompanhavam com um gesto o que dizia»
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O Poeta do SÓ «Eu não conhecia António Nobre. Uma noite, ao entrar em casa da família dum amigo seu, disseram-me: - Sabe? - Vem hoj...
domingo, 23 de setembro de 2012
César de Frias. A Afronta a António Nobre. Parte VIII. «Pois não o contradiz com eloquência o facto do seu isolamento em Paris, isolamento de monge, e, sobretudo, o caracter nacional que se obstinou em vincar no Só…»
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jdact O Poeta do SÓ «A 11 de Setembro de 1891, quase nove anos antes, vira ele partir desse modo violento para a Cidade Santa u...
sexta-feira, 11 de maio de 2012
César de Frias. A Afronta a António Nobre. Parte VII. «Em Coimbra, os lentes reprovaram-no dois anos e os condiscípulos regozijaram-se sem rebuço com estes seus desastres nos estudos oficiais. Teve de desertar e ir fazer o curso a Paris, E foi sempre assim, enquanto em vida, por toda a parte onde passou. Queriam ajustá-lo à craveira vulgar, Excedia-a?»
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jdact O Poeta do SÓ «A ciência trazia então como escopo despir a vida de todos os altos atributos que a poesia e a religião lhe ...
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
César de Frias. A Afronta a António Nobre. Parte VI. «Solícita, não despega do seu leito dia e noite. Ninguém, por mais só que se julgue, sofre do seu abandono. Ronda, ronda sempre em redor de nós, em passos furtivos, iguais, imperturbáveis. Insensível às nossas lisonjas, na intenção de desarmá-la, sorri-se com bonomia do nosso infantil estratagema e não se suborna por coisa alguma do mundo»
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jdact O Poeta do "SÓ" «Filho legítimo do consórcio dum temperamento doente com uma época de decadência, “O Só” tem, portanto, na ...
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
César de Frias. A Afronta António Nobre. Parte V. «A directriz acentuada dos espíritos era exactamente para o ‘ir de mal a pior’ dessa decadência das sociedades. E mentiu-lhe o seu sentir profético? Dê corajosamente a resposta algum de nós, que, vivendo neste pandemónio actual, não seja por completo cego de entendimento…»
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Cortesia de livrariacentral O Poeta do SÓ «A seguir, Camões, o grande épico da Raça, Camões: ó lua do mar bravo! Vem-me ajudar… Depois, G...
domingo, 23 de outubro de 2011
César de Frias. A Afronta António Nobre. Parte IV. «Para mais, conspirando a favor dum logro, era esta a promessa ridente que à entrada de todos os caminhos, pelas mesmas palavras e em letras de palmo e meio pintadas nas mesmas álacres cores pelas tabuletas, acenava ao viandante recém-vindo. Fosse lá alguém saber qual dizia a verdade! …»
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Cortesia de wikipedia O Poeta do SÓ «Nascido no Porto, aos 16 de Agosto de 1867, António Nobre incrusta os seus dezasseis anos, idade gen...
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