MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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Arlindo Caldeira
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domingo, 5 de junho de 2016
O Comércio Negreiro. Séculos XV a XIX. Arlindo M. Caldeira. «E durante cerca de 180 anos, entre 1444 (chegada a Portugal do primeiro grande contingente de escravos) e 1621, (fundação da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais), praticamente detiveram o exclusivo…»
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jdact «(…) O aspecto mais polémico relacionado com os chamados tráficos orientais é o do número de escravizados africanos que, atravé...
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O Comércio Negreiro. Séculos XV a XIX. Arlindo M. Caldeira. «No mundo muçulmano, eram destinadas aos escravos africanos as tarefas mais diversas, que estavam longe de se limitarem, como faz parte de algum imaginário erótico-literário, ao serviço, nos haréns dos sultões»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) Aliás, a maioria desses bens eram bens de prestígio e contr...
sábado, 12 de abril de 2014
O Comércio Negreiro. Escravos e Traficantes no império português. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «Se o suspeito morria, era considerado culpado e eram postos à venda todos os que pertenciam à sua casa: não só os seus escravos mas também as mulheres, os filhos e, por vezes, outros parentes»
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Cortesia de joaochichorro (atávicos), jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) Em relação às guerra...
segunda-feira, 10 de março de 2014
O Comércio Negreiro. Escravos e Traficantes no império português. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «… entre 1730 e 1818, o reino do Daomé pagava ao império de Yoruba um tributo de 82 escravos por ano. Parece, no entanto, que a maior parte dos escravizados que eram lançados no comércio a longa distância provinha de acções de guerra»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) Num registo diferente, no interior de Angola, no início do...
domingo, 9 de fevereiro de 2014
O Comércio Negreiro. Escravos e Traficantes no império português. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «Os portugueses aproveitaram a rede inter-regional de trocas e conseguiam, no Benim, os escravos que depois vendiam aos ‘mercadores akan’ em troca do ambicionado ouro. Assumiam, nesse caso concreto, o papel de intermediários…»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) A ideia de que foram os europeus que introduziram no conti...
O Comércio Negreiro. Escravos e Traficantes no império português. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «Sois vós, vós os brancos, quem trouxe o mal para o meio de nós. Será que, se vocês não tivessem vindo ter connosco como compradores, nós nos teríamos vendido uns aos outros?»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) O compromisso para a erradicação da escravidão foi reforça...
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Escravos e Traficantes no império português. O Comércio Negreiro. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «Em 1949, a Assembleia Geral da ONU adoptou a convenção para a repressão do tráfico de seres humanos e da exploração da prostituição, que, no entanto, mais de sessenta anos depois, em 2011,…»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «(…) No resto do Mundo, a situação é ainda mais preocupante, se...
Escravos e Traficantes no império português. O Comércio Negreiro. Séculos XV a XIX Arlindo M. Caldeira. «Mas o fantasma dos navios negreiros persiste sempre que um ser humano, seja qual for a sua cor de pele, é transacionado como se fora um utensílio agrícola ou um animal doméstico»
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jdact Tráfico e Tráficos. Os navios negreiros não param de passar «Em 2008 , participei num colóquio internacional em São Salvado...
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