MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Maria Ana M. Guedes. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. Parte VI: Reis e Mercadores. «O estudo das forças em jogo revela problemas locais e conjunturais semelhantes aos que se manifestariam no período entre 1581 e 1630. Ou seriam estruturais? De que modo se relacionam com o carácter da presença portuguesa? O que se passava então nas diferentes regiões da Birmânia?
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Cortesia de foriente [...] Reino de Gentios que chamam de Berma e o rei mesmo o é. Não há nele mouros porquanto não tem porto de mar de que...
sábado, 3 de dezembro de 2011
Maria Ana M. Guedes. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. Parte VII: Reis e Monges. «A economia, predominantemente agrícola, não assegurava ao Estado rendimentos estáveis. Como afirma Aung-Thwin, a terra à semelhança da sociedade repartia-se pelo sector governamental, privado, e religioso»
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Cortesia de foriente Reis e Monges. Notas sobre a Birmânia além dos Portugueses «Autoridade régia e centralização foram limitadas por condi...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Maria Ana M. Guedes. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. Parte VI: Reis e Monges. «O primeiro obstáculo era o desfasamento, particularmente acentuado, entre as condições ideais e práticas de realeza. Os reis usavam títulos e gozavam de prerrogativas próprias de monarcas absolutos, quando na prática dificilmente conseguiam administrar o território que nominalmente governavam»
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Cortesia de foriente Reis e Monges. Notas sobre a Birmânia além dos Portugueses «Na verdade, durante o Império de Pagan, através de variadí...
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Maria Ana M. Guedes. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. Parte V.: Reis e Monges. «A comunidade dos monges budistas, o “sangha”, cresceu a partir do séc. XI tornando-se juntamente com a realeza a principal instituição do país. A interdependência entre o Estado e o clero era acentuada. A realeza dependia da legitimação dos monges porque o rei, segundo as concepções budistas…»
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Cortesia de foriente Reis e Monges. Notas sobre a Birmânia além dos Portugueses . «Tem-se contraposto às mudanças políticas a continuidade ...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Maria Ana M. Guedes: Reis e Monges. Parte IV. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. « O mesmo acontece em relação à “Burma” das Histórias do Sueste Asiático, que deixam vontade de perguntar ou “o Arracão porque não é tratado aqui?” ou “porque é que o Arracão não é tratado no capítulo sobre a Birmânia?”»
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Cortesia de foriente Reis e Monges. Notas sobre a Birmânia além dos Portugueses «Quando no séc. XIX os britânicos deitaram mãos à reconstru...
sábado, 2 de julho de 2011
Maria Ana M. Guedes: Reis e Monges. Parte III. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. «A Alta Birmânia, interior, protegida da monção de sudoeste pelas terras altas do Arracão e pelas colinas Chin, é pouco chuvosa, mas fértil porque cortada por vias fluviais que desde cedo permitiram a construção de sistemas de irrigação e consequente enriquecimento agrícola»
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Cortesia de foriente Reis e Monges. Notas sobre a Birmânia além dos Portugueses . «O período entre 1580 e 1630 coincidiu, na Birmânia, com ...
domingo, 5 de junho de 2011
Maria Ana M. Guedes: Introdução Parte II. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. «... desenhei um mapa, onde, pela sobreposição dos acidentes geográficos à Birmânia da época, pretendo mostrar a diferenciação entre o «Arracão» e a Birmânia Imperial. A intenção é mostrar que: desde inícios do século XVI e até 1580, os Portugueses, como comerciantes, se instalaram nas duas regiões costeiras do país»
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Cortesia de foriente Introdução «Assim, todos os trabalhos reportam-se exclusivamente à região sujeita ao império britânico, significativam...
terça-feira, 31 de maio de 2011
Maria Ana M. Guedes: Introdução Parte I. Interferência e Integração dos Portugueses na Birmânia, ca 1580-1630. «Em Portugal, o período está por estudar, embora se tenham divulgado, numa perspectiva lusocêntrica, as conquistas territoriais na Baixa Birmânia entre 1600 e 1613. Em vários artigos, de revistas e de enciclopédias, tem-se feito corresponder a história dos Portugueses na Birmânia ao efémero domínio no sul daquele país»
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Cortesia de foriente Introdução «Tem sido dedicada pouca atenção à história da presença portuguesa na Birmânia , apesar das muitas fontes d...
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