MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
Mostrar mensagens com a etiqueta
Humanidade
.
Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta
Humanidade
.
Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «Representados à imagem dos homens, os deuses tinham, igualmente, uma esposa, e até as suas concubinas; constituíam família, tinham filhos. Neste plano, tudo se passava sem história, não se conhecendo nem mitos nem lendas que, como entre os Gregos…»
›
jdact Tudo começa na Babilónia O amor-sentimento «(…) Quantos outros poemas e canções de amor análogos bem que todos eles com o...
terça-feira, 22 de abril de 2014
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «… temos maior possibilidade de encontrar alguns ecos destes suspiros, destes enlevos, desta chama, doçura e ternura, por vezes destes tormentos e deste furor, que traduzem a afeição visceral pelo ‘outro’»
›
jdact e wikipedia Tudo começa na Babilónia As loucuras amorosas «(…) A este quadro da vida sexual, os textos médicos acrescenta...
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «Uma das partes desta monumental compilação (que, no seu estado original e enquanto permaneceu incólume perante os danos causados pelo tempo, compreendia cerca de 110 tábuas, o que representava entre dez e quinze mil presságios e oráculos»
›
jdact Tudo começa na Babilónia Preces para o êxito no amor «(…) Eis dois desses documentos, o primeiro, colorido por manipulaçõ...
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «Elas revelam também que, numa sociedade aparentemente machista, a mulher, no amor, era realmente igual ao homem: ela, tal como o homem, tinha direito ao prazer, não era nem um objecto nem um instrumento, mas uma verdadeira parceira»
›
Henrique Medina e jdact Tudo começa na Babilónia Tabus... «(…) Não é necessário dizer que não há interdição explícita, nem inib...
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «Tal juízo depreciativo sobre os profissionais ao serviço do amor livre não impedia que tal serviço fosse mantido na maior estima, enquanto actividade humana, e que lhe fosse atribuída uma prerrogativa essencial, a que chamaríamos cultura requintada»
›
jdact Tudo começa na Babilónia Tabus... «(…) Os próprios deuses não escapavam a tais desventuras. No mito sumério, o deus Enlil...
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Amor e Sexualidade no Ocidente. Pequena História. Georges Duby. «Tal como as necessidades vitais e os rituais do comer e do beber, o amor e a sexualidade que lhes está subjacente estão inseridos na nossa natureza mais profunda e primária. Cada cultura guardou-lhe, forçosamente, um lugar privilegiado no seu sistema»
›
jdact O Amor já não é o que era «Enquanto o véu dos conformistas se desfazia em farrapos, o mundo ocidental apercebeu-se, há bem ...
terça-feira, 22 de maio de 2012
Retratos da Vida de um Alcoólico. Mário Soares. «Não era caso para menos, pois eu estava metido em tudo o que fosse pancadaria. Mas para mim, era um título de glória. Sentia-me ufano do respeito que impunha aos outros. Um testemunho dramático que é, simultaneamente um alerta e uma mensagem de esperança»
›
Cortesia de teleios Num dia sufocante, de intensíssimo calor, Enecontrei, ao regressar da escola, Um passarinho quase sem aid...
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Feliciano Falcão. Memória Viva. Portalegre: «A questão, a questão é mais vasta e não se compadece com arranjos parcos. Para um corpo chagado e tão anémico, emolientes, remendos e paliativos de superfície, todos postos a brilhar como fachada, que deixam íntegro o núcleo estagnativo, mórbido e letal, nunca foram remédios salutares»
›
jdact De Médico a Curandeiro em Terras Medievais «Do ilustre conterrâneo, Feliciano Falcão , publicou o jornal “A República”, de 27 de Nov...
domingo, 2 de outubro de 2011
A Dez Anos da Morte de José Régio: Na morte de José Régio. «Nesta sala foi feita a câmara ardente do nosso grande Régio. Entrei. Dormia ele placidamente de mãos cruzadas sobre o peito, dentro da urna, última guarda do seu corpo. Quatro velas e uma lamparina de azeite ardiam e bailava a sua chama…»
›
Cortesia de editorialresistencia «Duas cadeiras de braços, muito bem trabalhadas, muito ricas pertencem também a esta sala. Régio, no decor...
›
Página inicial
Ver a versão da Web