MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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J. Rentes de Carvalho
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sábado, 3 de junho de 2017
A Flor e a Foice. Rentes de Carvalho. «Demorou três dias antes que o rei acudisse com a tropa e, enforcando muita gente, puniu o que não soubera prevenir»
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jdact «(…) Primeiro rei a beneficiar das enormes riquezas provenientes da Índia, Manuel I, com o entusiasmo cândido dos novos-ricos, q...
quarta-feira, 5 de abril de 2017
A Flor e a Foice. Rentes de Carvalho. «Mas não só o Gama. Depois dele, Francisco Almeida, Afonso Albuquerque e outros vice-reis apareciam como gente da mesma estirpe. Sanguinários, fanáticos...»
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jdact «(…) As descrições que faz das atrocidades, dos crimes, das ladroeiras e das selvajarias cometidas pelos grandes e pequenos home...
terça-feira, 4 de abril de 2017
A Flor e a Foice Rentes de Carvalho. «De Pedro, o Cru, já antes citado, alargava a biografia horrorosa: (...) tinha a paixão da justiça: era nele uma mania, como no seu avô fora a guerra: não prescindia de julgar todos os delitos»
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jdact «(…) Muito obrigado. Não vale a pena. Era só para ver uma coisa..., e em pontas de pés saímos dali direitos a um alfarrabista qu...
sábado, 31 de dezembro de 2016
No 31. A Ira de Deus sobre a Europa. J. Rentes de Carvalho. «Pessoalmente, talvez me proponha um objectivo mais modesto, como o de viajar em 50 linhas de caminho-de-ferro, ou o de percorrer toda a costa da Noruega»
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jdact «Quando, depois de cumprida a penitência que me espera no Purgatório, o Altíssimo mandar os seus acólitos informar-se do meu des...
sábado, 26 de novembro de 2016
Ernestina. Rentes de Carvalho. «Resignou-se à tarimba de Infantaria num regimento do Porto. Soldado raso. Má vida, mas melhor e mais sua do que a que teria sob o jugo do pai a trabalhar de sol a sol, porque voltar…»
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jdact «(…) Se o velho fechava os olhos ao vício da caça, porque os coelhos e as perdizes que o filho matava compensavam de sobra a...
Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia. Rentes Carvalho. «Mas...! Ela fechou a bolsa, levantou-se, tocou-lhe no ombro a impedir o movimento que ele fazia para se levantar também, e saiu para a rua»
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jdact Um amor em Sevilha «(…) Quando se encontraram para o almoço, como de costume, ficou com a impressão de que ela pressentia qualq...
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
O Meças. J. Rentes de Carvalho. «Serras. Despenhadeiros. Pedregulhos. Acolá um tufo de verde, além um riacho, caminhos onde há muito não passa alma, silvedos, vertentes, penedias que semelham muros de fortaleza»
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jdact «(…) Lentas, como de enterro, um sino badala pancadas que não são de relógio a dar horas nem das Trindades, pois o sol vai alto...
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
O Meças. J. Rentes de Carvalho. «Nunca ouviu falar, nem sabe o que seja, carvão só conhece o de choça, que ele faz com lenha de carrasco, castanho e sobreiro. Mas não pergunta»
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jdact «(…) O sono é morte súbita de que irá ressuscitar à cantada do galo, em prece para que na fogueira apagada seja muito o carvão. ...
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
A Flor e a Foice. Rentes de Carvalho. «Mais tarde, professores doutro quilate guiaram-me numa visão menos mitológica da História nacional. Mesmo assim, porém, limitados pelo que lhes ditava o programa oficial ou pelo controle estrito do reitor»
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jdact «(…) Alguns feitos eram mencionados como dignos de pasmo, outros dados em exemplo. Um infante, feito prisioneiro pelos sarraceno...
O Meças. J. Rentes de Carvalho. «Trôpego nos passos, moído do corpo, o chapéu a tapar os olhos, vem derreado da soalheira e de cavar, responde com um meneio de cabeça a quem lhe dá as boas-horas»
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jdact «(…) Deitada no chão, a este pariu-o a mãe em manta de burel, lençol teve só o da mortalha, no esquife dos pobres em que o lev...
A Flor e a Foice. Rentes de Carvalho. «A pergunta data provavelmente dos netos de Adão, mas esses não dispunham das possibilidades publicitárias do Novo Testamento, e assim nos encostamos a Pilatos…»
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jdact «Um momento, durante os primeiros meses que se seguiram ao 25 de Abril, houve a esperança de que realmente alguma coisa iria mud...
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