MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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João de Barros
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Tudo é Mercadoria. António Borges Coelho. «Nesta nobreza funcionária e de corte, ocupará um alto lugar. O avô fora corregedor da comarca da Beira; o pai, corregedor de Entre-Tejo-e-Odiana; o sogro, escrivão do Armazém da Guiné e Índia»
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jdact Família e meio social «(…) João de Barros nasceu com muita probabilidade em Viseu, a mãe que me gerou, pelos últimos anos do s...
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Tudo é Mercadoria. António Borges Coelho. «Os feitos não se fizeram só para ficar na história para brilho e fama que cobriam de rendas alguns descendentes dos heróis. Os feitos fizeram-se para a conquista do comércio…»
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jdact «O Tempo prende-nos em patamares irreversíveis. E quando o corpo gela, cobre-nos com uma mortalha de terra e de silêncio. A...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A narrativa cavaleiresca. João de Barros e a Crónica do Imperador Clarimundo. «Reflecte a opulência e o optimismo do momento de maior brilho para a corte e a empresa imperial portuguesas, através da justaposição do passado mítico/cavaleiresco com o presente histórico»
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Cortesia da fcg Crónica do Imperador Clarimundo de João de Barros (excerto) «Impresso pela primeira vez em 1522, e dirigido originalmente a...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
João de Barros. Décadas. «Porém, a estas razões houve outras em contrário, que, por serem conformes ao desejo de el-rei, lhe foram aceites. E as principais que o moveram, foram herdar esta obrigação com a herança do reino, e o infante dom Fernando, seu pai ter trabalhado neste descobrimento, quando por seu mandado se descobriram as ilhas de Cabo Verde»
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Cortesia de notasereflexoes «Como el-rei dom Manuel, no segundo ano do seu reinado, mandou Vasco da Gama com quatro velas ao descobrimento ...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Diogo do Couto. Década Quarta da Ásia: «Tal sentimento está na origem da mais antiga obra de Couto, que nos chegou o Diálogo do Soldado prático português. Esta passa erradamente pela primeira versão da outra, posterior de uns bons quarenta anos, que é chamada o Diálogo do Soldado prático...Tendo invernado em Diu em 1560, levou Couto mais ou menos o lapso de tempo de uma década, a ganhar honra na Índia»
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(c. 1542-616) Lisboa Cortesia dewikipedia Introdução à Leitura da DÉCADA QUARTA de Diogo do Couto «Da história do que se chamou a Ásia po...
sábado, 12 de março de 2011
Os Lusíadas. Prefácio: Luís de Camões. Parte III. «Camões recorda mesmo a pele bovina (IX.23) que, cortada em tiras finíssimas, fez o perímetro de Cartago, por indústria de Vénus. E de Ovídio não tem apenas o conhecimento das Metamorfoses. No início da Elegia III dá-nos um belo retrato moral de Ovídio desterrado...»
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Cortesia de paulatravelho No ano de 1572 foi feita a publicação dos Lusíadas Com a devida vénia à Biblioteca Digital Camões , Centro Virt...
terça-feira, 1 de março de 2011
Os Lusíadas. Prefácio: Luís de Camões. Parte II. «Como é que Camões, errante, pôde ele arrumar no seu cérebro tantos conhecimentos e servir-se deles por onde quer que andou? Estamos mais bem informados acerca da sua despedida de amor, em Coimbra (vão as serenas águas / do Mondego descendo ...) do que dos seus estudos naquela cidade»
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Cortesia de oslusiadas Com a devida vénia à Biblioteca Digital Camões , Centro Virtual Camões , Leitura, Prefácio e Notas de Álvaro Pimpão ...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Os Lusíadas. Prefácio: Luís de Camões. «...Em minha opinião, e fossem quais fossem as meditações do Poeta sobre o assunto, o Poema, tal como o temos, começou a tomar forma em 1554 ou pouco depois. A Dedicatória ficou como foi escrita, a marcar um acontecimento que teve foros de miraculoso para os Portugueses «maravilha fatal» - e só o poderia ter sido não longe de 1554...»
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Cortesia de oslusiadas Com a devida vénia à Biblioteca Digital Camões , Centro Virtual Camões , Leitura , Prefácio e Notas de Álvaro Pimp...
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
João de Barros: «Décadas da Ásia». Parte II. «Poucos sabem que as «Décadas», além de serem um hino às glórias nacionais, contêm importantes aspectos estéticos. Dá-se pouca atenção ao lado artístico da obra, por uma razão muito familiar a todos que estudam a literatura portuguesa de quinhentos: a falta de uma boa edição»
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Cortesia de wsikipédia João de Barros , historiador da gesta portuguesa na Índia , é uma figura conhecida de muita gente … pelo menos de n...
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