MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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Maria Alzira Seixo
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sábado, 31 de janeiro de 2015
No 31. Vitorino Nemésio. Mário Dionísio. «Esta é uma infância viva, que transforma o adulto em comparsa do jogo infantil, recuando a sua experiência e prolongando o seu percurso. Toca-nos a presença dos dois corpos, e descobre-se eco no eco de si em que reinveste»
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jdact O futuro perfeito «A neta explora-me os dentes, penteia-me como quem carda. Terra da sua experiência, meu rosto diver...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Poesia. Música. Juventude. Grécia. «O contrário do drama é a indiciação não desenvolvida de um nome como aqui acontece. Esse nome emerge, vazio de corpo, porque a boneca se substituiu à menina desaparecida, mas é para ela que aponta, e a mostrar pela sua presença…»
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Cortesia de wikipedia Teatro da boneca «A menina tinha os cabelos louros. A boneca também. A menina tinha os olhos castanhos....
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Os Poemas da Minha Vida. Maria Alzira Seixo. «O poema é também a fala directa de uma impossibilidade comum, a da libertação do país da opressão e do silêncio forçado, estéril, durante esses anos de ditadura. Prolongamento de nós pelo amor e alimento da esperança»
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jdact Notícias do bloqueio «Aproveito a tua neutralidade, o teu rosto oval, a tua beleza clara, para enviar notícias do bloqu...
sábado, 15 de março de 2014
Poesia. Alexandre Herculano. «… o amor da terra, da casa? O sentido da vida, a saudade que não é só o tempo a passar mas, sobretudo, a descoincidência das coisas com o que sonhávamos ver nelas. Um pesadelo, um sonho mau de que se acorda em trevas»
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jdact Tristezas do desterro Que férreo coração esquece a terra, que lhe escutou os infantis vagidos, e lhe bebeu as lágrimas ...
segunda-feira, 10 de junho de 2013
A Vida Breve. Poesia. «Suspensos dessa ‘hora’, não apenas pessoana, cuja urgência afinal não passa. Porque não há exame final, nem leitura final, e as horas felizmente se prolongam na poesia que não acaba»
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jdact Exame Pode pode sentar-se senhora Eu não sou senhora eu não sou menina sem olhos sem ouvidos fala sento-me que de...
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Poesia. Os Lusíadas. Episódio de Inês de Castro. «A poesia é a insistência, a existência, das palavras marcando com o seu ritmo a página e interrompendo o silêncio»
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Cortesia de costapinheiro Os Lusíadas. Episódio de Inês de Castro «Tirar Inês ao mundo determina, por lhe tirar o filho que tem p...
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Poesia. Os Lusíadas. Episódio de Inês de Castro. «Quando se fala de poesia de amor, Camões vem sempre primeiro. E se alguém pensa que “Os Lusíadas” são apenas, apenas? - Um poema de feitos guerreiros, ficará desenganado…»
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Cortesia de costapinheiro Os Lusíadas. Episódio de Inês de Castro Tu só, tu, puro Amor, com força crua, que os corações humanos...
terça-feira, 19 de março de 2013
Os Poemas da Minha Vida. Maria Alzira Seixo. «Um dos mais belos poemas de amor, resignado e racional, aceitando a desistência e a separação, da cidade, imagens ambas de um Portugal que se ama mas com quem só dolorosamente se consegue viver»
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jdact Um Adeus Português Nos teus olhos altamente perigosos vigora ainda o mais rigoroso amor a luz de ombros puros e a som...
quarta-feira, 13 de março de 2013
Maria Alzira Seixo. Os Poemas da Minha Vida. «Erotismo indirecto, mas por diversas vias tão envolvente. Natureza, símbolos, instintos, elementos, tópicos diversos dos modos de amar, desde a contemplação e a pureza»
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Cortesia de wikipedia e jdact Poema de Amor A noite é cheia de vales e baías. E do meu peito aberto um rio largo de sangue… ...
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