MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
Mostrar mensagens com a etiqueta
Filomeno Almeida Borges
.
Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta
Filomeno Almeida Borges
.
Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Nostalgia na Segunda. Poesia. A Voz de Brel. «… é já uma legenda da sua época e da sua geração. … e que na ressaca da contra-revolução silenciosa continuou a batalhar, não sem amargura…»
›
jdact Cancão com lágrimas «Eu canto para ti um mês de giestas um mês de morte e crescimento ó meu amigo como um cristal parti...
sábado, 4 de abril de 2015
Portugal. A Terra e o Homem. «A coragem que vence o medo tem mais elementos de grandeza que aquela que o não tem. Um começa interiormente; outra é puramente exterior. … antes de tudo, ao próprio temor dentro da sua alma»
›
jdact Painel «Distante, no poente, esfuma-se uma nódoa em verdes tons fluidos que palpitam numa névoa indecisa, vaga imagem ...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Poesia. Rosa Lobato Faria. «De todas as palavras escolhi dar. De todas as palavras escolhi flor porque terra, papoila, cor, semente porque rosa, recado, porque pele porque pétala, pólen, porque vento…»
›
jdact Vimos chegar as andorinhas «Vimos chegar as andorinhas conjugarem-se as estrelas impacientarem-se os ventos. Agora ...
Poesia. Palavras Mal Ditas. Pedro Barroso. «A da vergonha imensa de que tudo seja insensibilidade assim. Camuflada por um qualquer parágrafo e artigo legal que juridicamente desculpará o impropério. O insulto dos vivos na febre invisível dos dias insensatos e indiferentes»
›
jdact e wikipedia Quero viver numa cidade «Quero viver numa cidade onde o dia seja brando onde a noite seja branca e um rio vá ...
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Poemas del Alma. Rosália de Castro. «… sería la envidia del las aguas y los soles, del viento ocuparía el lugar en tus pulmones, para que no me olvides para que no me olvides sobre tu pecho anidaría cual voz con alas para volar rompiendo silencios que no existen»
›
jdact Orillas del Sar «A través del follaje perenne que oír deja rumores extraños, y entre un mar de ondulante verdura, amoros...
sábado, 20 de dezembro de 2014
Poesia. Mia Couto. «Descobri a vossa intenção; deceptar as minhas raízes mais profundas, obrigar-mr à cerimónia das palavras mortas. Preferi reiniciar-me na solidão»
›
jdact e wikipedia No teu rosto «No teu rosto competem mil madrugadas. Nos teus lábios a raiz do sangue procura suas pét...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Fernando Machado Soares. Açores. Coimbra. Justiça. Fado. «Um ai sem termo, um trágico gemido ecoa sem cessar ao meu ouvido, com horrível, monótono vaivém... Só no meu coração, que sondo e meço, não sei que voz, que eu mesmo desconheço, em segredo protesta e afirma o Bem!»
›
jdact Fado da Despedida «Coimbra tem mais encanto na hora da despedida. Coimbra tem mais encanto na hora da despedida. Que a...
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Poesia. Eugénio de Andrade. José Gomes Ferreira. «Contido, o poema comunica a intensidade dos discursos, a aliança dos militares com o povo, a incandescência revolucionária do Alentejo. Do poema para o fervor verbal transbordante das vivências comunitárias de então»
›
jdact O comum da terra «Nesses dias era sílaba a sílaba que chegavas. Quem conheça o sul e a sua transparência também sabe qu...
sábado, 25 de outubro de 2014
Tive saudade! Poesia. Abril Meu! Quando Voltas? «Um pintassilgo desce pelas escadas da canção, empoleira-se nos seus versos, estende o bico para que o canto não se perca pelo chão. Camarada amigo! Canta, Canta!»
›
jdact Ausência «Quero dizer-te uma coisa simples: a tua ausência dói-me. Refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à ...
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Pensamento. Música. Orçamento. Doença. Política. Revolta. Até Amanhã Camaradas. «As teorias de Marx e Engels, das quais o Manifesto Comunista faz uma primeira síntese, revolucionaram o pensamento e as sociedades no século XX. A actualidade sobre as contradições e história das sociedades. Sobre a economia capitalista e suas leis»
›
Até amanhã camaradas jdact «As teorias de Marx e Engels , das quais o Manifesto Comunista faz uma primeira síntese, revolucio...
sábado, 26 de abril de 2014
A Bela Poesia. Natália Correia. «Temos fantasmas tão educados que adormecemos no seu ombro, somos vazios despovoados de personagens de assombro. Dão-nos a capa do evangelho e um pacote de tabaco. Dão-nos um pente e um espelho pra pentearmos um macaco»
›
jdact e claudiamargaridavigario Bilhete para o Amigo Ausente Lembrar teus carinhos induz a ter existido um pomar intangíveis l...
A Bela Poesia. José Jorge Letria. «Ambos envelhecemos desde então, dorso arqueado pelo peso do mais amargo desencanto, sem renunciarmos à felicidade que um dia prometemos um ao outro. Fomos nós que envelhecemos ou foi a alegria que se exilou do nosso olhar?»
›
j dact e telmamaodeferro Onde se escreve paz Convoca as bordadeiras, os tecelões e os ourives e diz-lhes que não haverá mais bo...
A Bela Poesia. Ary. Fanha. «Eu sou português aqui, o português sem mestre mas com jeito. Eu sou português aqui e trago o mês de Abril a voar dentro do peito»
›
jdact As portas que Abril abriu Era uma vez um país onde entre o mar e a guerra vivia o mais infeliz dos povos à beira-terr...
›
Página inicial
Ver a versão da Web