MONTALVO E AS CIÊNCIAS DO NOSSO TEMPO
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Manuel António Pina
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quinta-feira, 25 de abril de 2024
Manuel António Pina. Poesia. «É pelo hálito que te conheço no mesmo escultor modelou os teus ouvidos e a minha voz, agora silenciosa porque nestes tempos…»
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jdact OS TEMPOS NÃO Os tempos não vão bons para nós, os mortos. Fala-se de mais nestes tempos (inclusive cala-se). As palavras esmag...
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
O Pássaro da Cabeça. Manuel António Pina. «Sou o pássaro que canta dentro da tua cabeça, que canta na tua garganta que canta onde lhe apeteça»
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Cortesia de Wikipedia (Ilda David) «Um poema é uma coisa sem importância» A Ana quer «Ana quer nunca ter saído da barriga...
sábado, 7 de novembro de 2015
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «Por isso Oliveira de Figueira não terá a homenagem que merece. Nenhum banco se lembrará de cunhar em moeda, nenhum estudante pedirá uma bolsa à Gulbenkian, nenhuma Câmara lhe porá o nome numa rua, nem a estátua numa praça»
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jdact Louvação de Oliveira de Figueira «Em pleno quinto centenário dos Descobrimentos, talvez seja a altura de trazer ao lume (br...
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «O nome de Pessoa é uma inesgotável mina onde os políticos e os universitários vão buscar lustro para os cargos e para os currículos»
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jdact Os salteadores da Arca Perdida «Espécie em vias de extinção, os poetas, cuja duvidosa relação com os múltiplos poderes não ...
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «O Ferraz, poeta maldito, a Vitória, fragilíssima, e o Paiva, que algum estranho deus contemplara com o raro dom, proibido às pessoas comuns, de ver as coisas pela primeira vez, ficaram para sempre no “Fala Barato”»
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jdact Alguns jornais velhos «O que será feito do Ferraz? E da Vitória? E do Artur? E do Paiva? E, dos outros? Há 20 anos eram cri...
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «… uma casa onde morar e uma cama onde dormir e um sono onde coincidiremos com a nossa vida, um sono coerente e silencioso, uma palavra só, sem voz, inarticulável, anterior e exterior, como um limite tendendo para destino nenhum e para palavra nenhuma…»
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jdact 1988. Chamo-lhes Crónicas porque não sei o nome disto Louvor e simplificação de Pacheco Pereira «(…) Pode estranhar-se (a...
Poesia Reunida. Manuel A. Pina. «Façam qualquer coisa, senão as letras revoltam-se. Ainda fazem alguma cooperativa e começam a escrever sozinhas! Mas por mais leis que os gramáticos fizessem nunca mais conseguiram meter as letras na Ordem Alfabética»
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jdact Palavras não «Palavras não me faltam (quem diria o quê?), faltas-me tu poesia cheia de truques. De modo que te amo em p...
domingo, 16 de novembro de 2014
Poesia Reunida. Manuel A. Pina. «No momento da felicidade o teu lugar, se tens um lugar, não te pertence já, e vice-versa. E o teu caminho e os teus passos e a nuvem de poeira são só uma pequena nuvem de poeira, forma, só forma»
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jdact Ainda não é o fim nem o princípio do mundo… Os tempos não «Os tempos não vão bons para nós, os mortos. Fala-se de mais ...
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Nenhuma Palavra. Nenhuma Lembrança. Manuel A. Pina. «Não temos mais nada, e com tão pouco havemos de amar e de ser amados, e de nos conformar à vida e à morte, e ao desespero, e à alegria, havemos de comer e de vestir, e de saber e de não saber…»
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jdact Primeiro Poema « Sem horizonte ou lua, sem vento nem bandeira ». In Maaske «A palavra, vida inteira, mata. O seu silê...
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
O Têpluquê. Outras Histórias. Manuel A Pina. «Eu canto para ti um mês de giestas um mês de morte e crescimento ó meu amigo como um cristal partindo-se plangente no fundo da memória perturbada. Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa e um coração poisado sobre a tua ausência […] os mortos amados batem à porta do poema»
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BárbaraAssisPacheco jdact A Revolução das Letras. A ordem alfabética (Tanto Fazia…) «(…) Desde pequenas que ensinavam às letr...
terça-feira, 4 de novembro de 2014
O Têpluquê. Outras Histórias. Manuel A Pina. «Ia pela rua e ninguém diria. As pessoas passavam e eu dizia: ‘Bom dia!’, e ninguém suspeitava o bom dia que fazia em qualquer sítio que dentro de mim havia!»
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BárbaraAssisPacheco jdact À Ana no dia do Aniversário «Havia uma flor! Nem eu sabia onde é que a flor havia, mas tanto fa...
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «… acho que consegui dizer uma coisa do género na problemática entrevista. Nem que não sirva. As palavras falam sozinhas. As crónicas fazem-se a si próprias, o cronista é o menos. E se lhes chamo crónicas é porque não sei que nome dar a isto»
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jdact 1988. Chamo-lhes Crónicas porque não sei o nome disto «Ricardo Pinto, cronista da Rádio Universitária, pôs-me outro dia, ao...
Saudade da Literatura. Crónica. Antologia. 1984-2012. Manuel António Pina. «Que terra é esta?, acrescentando quando de terra lhe gritaram que era New Jersey: sigo mais uns dias, até um pouco mais abaixo! O cronista agarrou-se à ideia com todas as forças, à espera que ela chegasse para o levar até ao fim das duzentas linhas da praxe»
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jdact 1988. New Jersey Fora de Horas «É sexta-feira, são 9 horas da manhã, isto é, da madrugada, dead line para os textos da Últ...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
O Anacronista. Crónicas. Manuel António Pina. «Sabe, ensinou o professor, eu nunca ganhei nada com o PCP, nem o PCP comigo; o nosso casamento não foi, de todo em todo, um casamento de conveniência; se fosse, seria bem fácil dissolvê-lo, mas um casamento de amor, esse não se dissolve com facilidade...»
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jdact O comunismo acabou? «(…) O espectáculo da derrocada dos partidos comunistas do Leste europeu e os seus mais recentes episód...
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