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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sadako. Garças de Papel. Hiroshima. «Sadako conseguiu fazer 646 “garças em papel” e após a sua morte, os amigos fizeram os restantes (mais 354), para que ela fosse enterrada com mil garças. Sadako morreu no dia 15 de Outubro de 1955»



Cortesia de wikipedia

«Sadako Sasaki, foi uma jovem japonesa que viveu em Hiroshima, quando a bomba atómica, 6 de Agosto de 1945, foi lançada sobre esta cidade. Tinha apenas 2 anos de idade quando se tornou uma “hibakusha”, uma vítima da bomba atómica.
Chizuko Hamamoto, amiga de Sadako, numa das visitas ao hospital, fez-lhe um ‘origami’ (arte tradicional e secular japonesa de dobrar o papel, criando representações de determinados seres ou objectos com as dobras geométricas de uma peça de papel, sem a cortar ou colar) de uma ave. Chizuko contou-lhe a lenda popular japonesa onde quem faz 1000 aves de papel tem direito a um desejo. Desde esse momento, Sadako passou a fazer, diariamente, as suas “garças em papel”, sempre com o mesmo pedido: curar-se e voltar a viver normalmente.

Cortesia de wikipedia

Sadako conseguiu fazer 646  “garças em papel” e após a sua morte, os amigos fizeram os restantes (mais 354), para que ela fosse enterrada com mil garças. Sadako morreu no dia 15 de Outubro de 1955.
Os amigos fizeram um peditório a fim de ‘erguerem’ um monumento em sua memória no Parque da Paz. Na pedra gravaram as seguintes palavras: 
  • "Este é o nosso grito, esta é a nossa oração, Paz na terra".


Cortesia de wikipedia

O Monumento das Crianças à Paz, também conhecido como “Torre das Garças”, foi erguido em 1958, em Hiroshima, no Parque da Paz. No topo do pedestal de granito, que simboliza a montanha lendária de ‘Paraíso Mt. Horai’, está uma menina com os braços estendidos e segurando uma garça. Dentro do pedestal há um espaço para os milhares de garças feitos de papel colorido, enviado por pessoas de todas as partes do Japão e do mundo». In Wikipédia.

JDACT

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Rio a Dentro. Rio Tejo. Natureza. «Apreciar os «volumosos» ninhos das águias pesqueiras. Contactar com os cavalos da Coudelaria Alter Real, os Puros Lusitanos, que se encontram num «mouchão», ilhas onde só as aves habitam, onde pernoitam e nidificam»

Cortesia de ruiletra

«A menos de 40 minutos de Lisboa, fica um dos lugares mais encantadores do país. Trata-se do rio Tejo. Pode navegar-se silenciosamente a bordo do Rio-a-Dentro, confortável e dotado de boa visibilidade. Os promotores escolhem o mais bonito troço do rio Tejo, onde as margens são verdejantes, serpenteando por entre ilhas, praias e bancos de areia». Apreciar de perto as mais diversas espécies de aves, as elegantes garças brancas, as mais corpulentas e cinzentas garças reais. Apreciar os «volumosos» ninhos das águias pesqueiras. Contactar com os cavalos da Coudelaria Alter Real, os Puros Lusitanos, que se encontram num «mouchão», ilhas onde só as aves habitam, onde pernoitam e nidificam.





jdact

Segundo o RL, o rio Tejo todos os dias é diferente e guarda sempre surpresas para quem navega nele. A cultura avieira é uma característica a preservar, onde o barco é a peça central da sua actividade piscatória, que se detecta nas variadas bóias que assinalam as redes que se encontram no leito do rio.

A candidatura da cultura «avieira» a património nacional, é um projecto que está a ser dinamizado pelo Instituto Politécnico de Santarém/Escola Superior de Educação de Santarém, pela AIDIA, Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça e pela ANMPN, Associação Náutica da Marina do Parque das Nações.





jdact

Rio a Dentro levou-me a descobrir recantos deslumbrantes, quiçá, mágicos, a Natureza aqui tão perto. Canais navegáveis que desconhecia e cheios de beleza distinta, recantos da Natureza. O RL afirma que estes canais, entre a margem esquerda e as ilhas ou «mouchões», são raramente navegados por outros. Sente prazer em dar a conhecer estes «caminhos», afirma. Obrigado!

Com a amizade de RL.
JDACT