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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Helena Geraldes. Está em curso a maior erupção solar desde 2005. «A NASA garante, em comunicado, não existir perigo para a Terra. O único efeito será a ocorrência de auroras, especialmente nas regiões perto das zonas polares»

Cortesia da nasa

Com a devida vénia a Helena Geraldes e ao Público

«A erupção solar ocorrida ontem, a mais forte desde uma tempestade solar em 2005, está a enviar em direcção à Terra partículas com carga eléctrica. Mas a maior parte está a ser desviada pelo campo magnético do planeta, sem ter impactos na superfície, diz a NASA.
As partículas ionizadas, expelidas pela erupção no hemisfério Norte do Sol, estão a viajar a uma velocidade superior a dois mil quilómetros por segundo, informa o Centro espacial Goddard, da agência espacial norte-americana (NASA). Os protões (partículas com carga eléctrica positiva) começaram a chegar à Terra ontem e deverão continuar a fazer-se sentir nos próximos dias.

Cortesia da nasa

Ainda que esta erupção tenha sido “relativamente forte” – não chega a ser severa –, não é um fenómeno raro. Segundo Filipe Pires, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, o Sol tem um ciclo regular de 11 anos. “O Sol esteve no mínimo e agora está a voltar a ter uma maior actividade. O máximo deverá ocorrer em 2013”, disse ao Público.



Estas erupções têm origem em manchas solares, “regiões com um campo magnético muito intenso” e que ”podem ser maiores que a Terra, duas a três vezes”.
A NASA garante, em comunicado, não existir perigo para a Terra. O único efeito será a ocorrência de auroras, especialmente nas regiões perto das zonas polares. Filipe Pires diz que o centro de astrofísica e o planetário não detectaram qualquer consequência da erupção solar. “A maior parte das partículas é desviada pelo campo magnético da Terra, uma camada muito grande de atmosfera que nos protege”, acrescenta.

Cortesia da nasa

No espaço, o cuidado deve ser maior. “Os astronautas devem evitar saídas espaciais por estes dias. Mas tirando isso, não deverá haver problemas dentro da Estação Espacial Internacional”, disse Filipe Pires. Ainda assim, o risco maior será para os satélites. “Podem ser induzidas correntes que podem queimar a parte electrónica dos aparelhos e danificar o software. Mas há sempre sistemas de apoio em caso de algo correr mal”.» In Público, Helena Geraldes.

Cortesia de Público/NASA/JDACT

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O mapa mais completo para estudar o movimento do gelo da Antárctida: « É como ver, pela primeira vez num mapa, todas as correntes oceânicas. Observamos os incríveis movimentos de gelo, desde o coração do continente, que nunca tinham sido descritos, afirma Eric Rignot, investigador do Laboratório da NASA»

Cortesia de elmundo

«Lo que ocurre en la Antártida tiene consecuencias para el clima mundial. El comportamiento y el desplazamiento de los bloques de hielo en este continente es monitorizado constantemente por los científicos, que a partir de ahora dispondrán de un nuevo mapa para estudiar mejor los efectos de las variaciones en el clima.
Se trata del primer mapa completo en alta resolución que muestra la velocidad de movimiento de los glaciares y su dirección. Ha sido elaborado a partir de los datos facilitados entre 2007 y 2009 por satélites de la Agencia Espacial Europea (ESA), Japón y Canadá. La NASA, por su parte, ha aportado la tecnología necesaria para plasmar toda esta información en un mapa. La nueva herramienta y las primeras conclusiones de los investigadores han sido presentadas en la revista «Science».
La cartografía muestra cómo los glaciares se desplazan desde el interior del continente hacia las zonas costeras, una tendencia que, según advierten los científicos, provocará un aumento del nivel del mar en los próximos años. El mapa ayudará a los investigadores a hacer estimaciones sobre la subida del nivel en el futuro causada por el deshielo.

Cortesia de elmundo

«Es como ver por primera vez en un mapa todas las corrientes oceánicas. Estamos observando increíbles movimientos [de hielo] desde el corazón del continente que nunca habían sido descritos", afirma Eric Rignot, investigador del Laboratorio de Propulsion Jet de la NASA y autor principal del estudio publicado en 'Science'.
Las animaciones realizadas por la NASA no muestran dónde se está derritiendo el hielo, sino cómo éste se desplaza de forma natural desde las regiones del interior a la costa. Los colores representan la velocidad de los flujos de hielo (en metros por año). Las áreas señaladas en rojo y morado son las que se mueven a mayor velocidad.

Formaciones de hielo desconocidas.
Con sorpresa, los investigadores descubrieron una cresta que se desliza de este a oeste. Asimismo, han detectado formaciones de hielo hasta ahora desconocidas que se desplazan unos 244 metros cada año hacia el Océano Antártico. Y lo hacen de una forma diferente a la que sugerían modelos anteriores.

La Antártida tiene una extensión de unos 14 millones de kilómetros cuadrados y casi toda su superficie está permanentemente cubierta de hielo, incluso durante el verano austral. En varias zonas, el manto de hielo va más allá de los límites del continente y conforma barreras heladas de manera permanente sobre las bahías del Océano Antártico. Debido al aumento de las temperaturas, los científicos calculan que cada año este continente pierde más de 150 kilómetros cuadrados de hielo. Según la NASA, el nuevo mapa permitirá comprender mejor los movimientos de las capas de hielo de la Antártida y cómo podrían responder en el futuro al cambio climático. Asimismo, ayudará a los científicos reconstruir cómo han evolucionado las capas de hielo en las regiones polares». In Teresa Guerrero, El Mundo, NASA.





Cortesia de El Mundo/JDACT

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A NASA prevê mega tempestade solar para 2012: «As tempestades magnéticas, acontecem num ciclo de 11 anos na actividade solar, e duram aproximadamente 1 ou 2 horas, mas o seu impacto pode durar cerca de um ou dois dias. O último lançamento da NASA disse que só pode prever a tempestade, uma semana antes»

Cortesia de nasa

A NASA prevê mega tempestade solar para 2012.
NASA prevê mega tempestade solar para 2012. Os cientistas previram que uma tempestade solar pode ocorrer em 2012 e, segundo o seu impacto pode incluir cortes de energia e mau funcionamento dos telefones móveis. Clara Y Yatini, do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço Solar (LAPAN), disse que a actividade na superfície do sol pode aumentar em 2012, provocando tempestades magnéticas que atirariam partículas de energia para a Terra. «A energia liberada a partir de um “flare” (labareda) é igual a 100 milhões de bombas de hidrogénio», disse Clara. Ela explicou que provavelmente afectarão satélites, torres de telecomunicações, redes eléctricas e sistema de posicionamento global (GPS). «Não se deve confiar no aparelho de GPS durante a tempestade», disse Clara. As explosões solares podem interromper a transferência de dados através de dispositivos electrónicos, disse ela, acrescentando que isso também poderia causar apagões tão grandes como as que ocorreram na Suécia, Dinamarca e Itália, em 2003. «O blackout pode ter impacto global. Isso pode afectar empresas como as do sector financeiro». Satélites vão sofrer mais, disse ela. «Flares» podem reduzir a idade de um satélite em 50 por cento se não forem suficientemente fortes. Os astronautas e a segurança das naves também podem ser ameaçados por poderosas tempestades geomagnéticas, a cientista acrescentou. As tempestades magnéticas, acontecem num ciclo de 11 anos na actividade solar, e duram aproximadamente 1 ou 2 horas, mas o seu impacto pode durar cerca de um ou dois dias. No entanto, os investigadores não podem dizer o dia exacto da tempestade infernal irá ocorrer. «O último lançamento da NASA disse que só pode prever a tempestade, uma semana antes», disse Clara. A LAPAN está a construir um sistema de aviso que informa as instituições, como o exército e a companhia de electricidade sobre possíveis tempestades solares potencialmente prejudiciais. Os cientistas dizem que a superfície do sol está constantemente instável devido à desigual rotação magnética. Em Março de 1989, uma queda de energia devido a tempestades do sol ocorreram em Quebec, Canadá. Em Abril de 2001, as tempestades solares prejudicaram vários militares e satélites de comunicação. E em 2012, o estrago pode tomar proporções globais, causando uma regressão de até 100 anos na humanidade, segundo a própria NASA. In NASA.

Cortesia de submarino

Com base nas previsões da NASA, apresento a segunda profecia dos Maias.
«A segunda profecia Maia anunciou que, o comportamento de toda a humanidade mudaria rapidamente, a partir do eclipse do sol em 11 de agosto de 1999. Naquele dia, vimos que um anel de fogo se recortava contra o céu. Foi um eclipse sem precedentes na história, pelo alinhamento em cruz cósmica, com o centro na Terra, de quase todos os planetas do sistema solar. Eles se posicionaram nos quatro signos do zodíaco, que são os signos dos quatro evangelistas. Os quatro guardiões do trono que protagonizam o Apocalipse segundo São João. Além disso, a sombra que a Lua projetou sobre a Terra, atravessou a Europa, passando por Kosovo, depois pelo oriente médio, pelo Irão, pelo Iraque, e posteriormente dirigiu-se ao Paquistão e a Índia. Com sua sombra ela parecia prever uma área de guerras e conflitos.
Os Maias sustentavam que a partir deste eclipse, o homem perderia facilmente o controle de suas emoções, ou então alcançaria sua paz interior e tolerância, evitando os conflitos. Sendo assim, passamos a viver uma época de mudanças, que é a ante-sala de uma Nova Era. A noite fica mais escura antes do amanhecer. O fim dos tempos é uma época de conflitos e grandes aprendizados, guerras, separação e loucura colectiva, que gera por sua vez, processos de destruição e de sofrimento, para a evolução selectiva.

Cortesia de wikipedia

A segunda profecia indica que a energia que se recebe do centro da galáxia aumentará, e acelerará a vibração em todo o Universo para conduzi-lo a uma maior perfeição. Isso produzirá mudanças físicas no sol, na Terra, e mudanças psicológicas no ser humano, alterando seu comportamento e sua forma de pensar e sentir. Serão transformadas as relações e as formas de comunicação, os sistemas económicos, sociais, de ordem e justiça. Serão mudadas as convicções religiosas e os valores que aceitamos hoje. O ser humano irá confrontar-se com seus medos e angústias, para solucioná-los, e deste modo poderá sincronizar-se com os ritmos do planeta e do universo. A humanidade irá perceber seu lado negativo e, as conseqüências de suas atitudes. Esse é o primeiro passo para a transformação e unificação que, remete à necessidade da permanência no bem e da paz interior.

Serão incrementados acontecimentos que nos separam, mas também os que nos unem. A instabilidade emocional, o medo, a agressão, o ódio, as famílias em dissolução, os enfrentamentos por ideologia, religião, modelos de moralidade ou nacionalismo. Simultaneamente, mais pessoas encontrarão a paz e, aprenderão a controlar as suas emoções. Haverá mais respeito, mais tolerância e compreensão, mais compaixão, amor e sentimentos de unidade. Surgirão homens com altíssimo nível de evolução. Pessoas com sensibilidade e poderes intuitivos para a salvação. Mas também aparecerão farsantes (os falsos cristos e falsos profetas), que só pretenderão obter lucro económico à custa do desespero alheio.

Cortesia de

Os Maias previram que em 1999 começaria a era do tempo do não-tempo. Uma etapa de mudanças rápidas, necessárias para renovar os processos geológicos, sociais e humanos. Ao final do ciclo, cada um será seu próprio juiz. Quando o ser humano ingressar no Grande Salão dos Espelhos para examinar sua trajectória, será classificado pelas qualidades que tenha conseguido desenvolver no decorrer da eternidade, seu comportamento consigo mesmo e com seus semelhantes, com o Planeta, com o Todo. “A cada um, de acordo com suas acções.”
Haverá momentos difíceis mas muitos conservarão a serenidade e harmonia numa compreensão das coisas que sucederão, enquanto outros revelarão medo e frustração, culpando Deus pelo que acontecerá, pois a morte e sofrimento reinará. Mas também tudo isso originará mais solidariedade e respeito pelos semelhantes, de unidade com o planeta e o Cosmos. Isso significa que o 'céu' e o 'inferno' estarão se manifestando simultaneamente, e que cada ser humano aceitará ou rejeitará tudo conforme suas crenças. Uns revelarão mais sabedoria outros mais ignorância. Na época da mudança dos tempos todas as opções estarão disponíveis e praticamente não haverá censura de nenhum tipo, os valores morais serão mais frouxos do que nunca, para que cada um se manifeste livremente como é.
A segunda profecia afirma que se a maioria da humanidade conseguir transcender suas limitações, sintonizando-se com as novas energias, muitas mudanças drásticas que serão descritas nas próximas profecias poderão ser anuladas. O ser humano sempre decidiu seu próprio destino pelo seu livre-arbitrio. As profecias são apenas advertências para que tomemos consciência da necessidade de mudar o rumo das nossas escolhas erradas evitando que se tornem realidade». In Wikipédia.

Sem comentários. JDACT

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A NASA prevê mega tempestade solar para 2012: «Os cientistas previram que uma tempestade solar pode ocorrer em 2012 e, segundo o seu impacto pode incluir cortes de energia e mau funcionamento dos telefones móveis. Clara Y Yatini, do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço Solar (LAPAN), disse que a actividade na superfície do sol pode aumentar em 2012, provocando tempestades magnéticas que atirariam partículas de energia para a Terra»

Cortesia de nasa 

A NASA prevê mega tempestade solar para 2012.
NASA prevê mega tempestade solar para 2012. Os cientistas previram que uma tempestade solar pode ocorrer em 2012 e, segundo o seu impacto pode incluir cortes de energia e mau funcionamento dos telefones móveis. Clara Y Yatini, do Conselho Nacional de Aeronáutica e Espaço Solar (LAPAN), disse que a actividade na superfície do sol pode aumentar em 2012, provocando tempestades magnéticas que atirariam partículas de energia para a Terra. «A energia liberada a partir de um “flare” (labareda) é igual a 100 milhões de bombas de hidrogénio», disse Clara. Ela explicou que provavelmente afectarão satélites, torres de telecomunicações, redes eléctricas e sistema de posicionamento global (GPS). «Não se deve confiar no aparelho de GPS durante a tempestade», disse Clara. As explosões solares podem interromper a transferência de dados através de dispositivos electrónicos, disse ela, acrescentando que isso também poderia causar apagões tão grandes como as que ocorreram na Suécia, Dinamarca e Itália, em 2003. «O blackout pode ter impacto global. Isso pode afectar empresas como as do sector financeiro». Satélites vão sofrer mais, disse ela. «Flares» podem reduzir a idade de um satélite em 50 por cento se não forem suficientemente fortes. Os astronautas e a segurança das naves também podem ser ameaçados por poderosas tempestades geomagnéticas, a cientista acrescentou. As tempestades magnéticas, acontecem num ciclo de 11 anos na actividade solar, e duram aproximadamente 1 ou 2 horas, mas o seu impacto pode durar cerca de um ou dois dias. No entanto, os investigadores não podem dizer o dia exacto da tempestade infernal irá ocorrer. «O último lançamento da NASA disse que só pode prever a tempestade, uma semana ante», disse Clara. A LAPAN está a construir um sistema de aviso que informa as instituições, como o exército e a companhia de electricidade sobre possíveis tempestades solares potencialmente prejudiciais. Os cientistas dizem que a superfície do sol está constantemente instável devido à desigual rotação magnética. Em Março de 1989, uma queda de energia devido a tempestades do sol ocorreram em Quebec, Canadá. Em Abril de 2001, as tempestades solares prejudicaram vários militares e satélites de comunicação. E em 2012, o estrago pode tomar proporções globais, causando uma regressão de até 100 anos na humanidade, segundo a própria NASA. In NASA.


Como base nas previsões da NASA, apresento a primeira profecia dos Maias.
«A primeira profecia diz que o mundo de ódio, materialismo e medo, terminará num sábado, 22 de Dezembro do ano 2012. Neste dia a humanidade deverá escolher entre desaparecer como espécie pensante, que ameaça destruir o planeta, ou evoluir à integração harmónica com todo o Universo, compreendendo que somos parte deste Todo, e que podemos existir numa Nova Era de luz.
A primeira profecia diz ainda que a partir de 1999 teríamos apenas 13 anos para realizar as mudanças de consciência e atitude necessárias para desviar o nosso caminho da destruição, e avançarmos para uma nova realidade onde a vida se integra com tudo o que existe.
Os Maias sabiam que o Sol é um «ser vivo» que respira e que de tempos em tempos se sincroniza com o enorme «organismo» do qual faz parte ao receber um raio de luz do centro da galáxia. Esse raio de luz, em ressonância com o Sol, produz na sua superfície o que os cientistas chamam de «erupções solares e campos magnéticos». Os Maias predisseram que isto sucede em ciclos de 5.125 anos e que a Terra seria afectada pelas mudanças do sol, mediante um deslocamento de seu eixo de rotação e previram que a partir deste movimento se produziriam grandes cataclismos.

Cortesia de mszabotto

Para os Maia, os processos universais, como a «respiração» da galáxia, são cíclicos e nunca acabam. O que muda é a consciência do homem que passa através deles sempre em um processo de aperfeiçoamento. A humanidade deve estar preparada para atravessar esse 'portal' previsto pelos Maia, que transformará a Civilização actual em uma civilização com uma frequência vibratória mais elevada. Só de maneira individual se pode atravessar a porta que permite evitar o grande cataclismo que sofrerá o planeta, para dar começo a uma Nova Era e um «sexto ciclo» do Sol.
Os Maia asseguravam que a sua civilização era a quinta iluminada pelo sol. O quinto grande ciclo solar. Que antes, sabiam ter existido na terra outras quatro civilizações, que foram destruídas por desastres naturais. Eles acreditavam que cada civilização é apenas parte da consciência colectiva.
Para os Maia, no último cataclismo, a civilização foi destruída por uma grande inundação, o Dilúvio de que fala a Bíblia, deixando poucos sobreviventes e que seriam seus descendentes. Pensavam que, conscientes no final destes ciclos, muitos seres humanos se preparariam para o que viria, e que, graças a isso, haviam de conseguir conservar sobre o planeta a espécie pensante: o homem. Dizem-nos que a mudança temporal nos permitirá ascender a uma nova etapa da consciência, direccionando-nos a uma Nova Civilização que se manifestará mais harmoniosa, vivendo mais de acordo com a sua verdadeira condição.

Cortesia de submarino

A primeira profecia nos fala no «tempo-do-não-tempo». Um período de 20 anos, chamado por eles de Katum, os últimos vinte anos deste grande ciclo solar de 5.125 anos. De 1992 a 2012, profetizaram os Maias, que durante este tempo manchas e ventos solares, cada vez mais intensas, apareceriam no sol. Que desde 1992 a humanidade entraria em um último período de grandes aprendizados, de grandes mudanças. Que a nossa própria conduta de depredação e contaminação do planeta contribuiria para que estas mudanças acontecessem. A primeira profecia disse que estas mudanças vão acontecer para que compreendamos a mecânica do Universo, e avancemos para níveis superiores, deixando para trás o materialismo, a dor e o sofrimento.
O livro sagrado Maia, Chilam Balam, diz que, ao final do último Katum, cidades serão destruídas e, haverá um tempo de obscuridade, mas que logo chegará a seara futura - os homens do sol, que despertarão a Terra pelo norte e pelo oeste. Disseram que as palavras de seus sacerdotes seriam ouvidas por todos, como um guia para o despertar. Eles falam desta época, como o tempo em que a humanidade entrará no Grande Salão dos Espelhos. Uma época de mudanças, para o homem se confrontar consigo mesmo e analise e reveja seu comportamento consigo e com o Todo. Uma época para que toda a humanidade, por decisão consciente, mude e elimine o medo e a falta de respeito em todas as relações». In Wikipédia.

Sem comentários. JDACT

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

MODIS Aqua: Vários incêndios «consumiam» floresta nas regiões do Norte e Centro de Portugal no pp dia 13 de Agosto de 2010. Os focos de incêndio estão destacados a vermelho

Dia 13 de Agosto de 2010
Cortesia da NASA
Vários incêndios «consumiam» floresta nas regiões do Norte e Centro de Portugal no pp dia 13 de Agosto de 2010. A imagem de satélite da NASA, obtida através do Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS Aqua, True color) é bem elucidativa. Os focos de incêndio estão destacados a vermelho. São visíveis dois grupos de grandes incêndios, que produziam nuvens de fumo devido a vento que soprava de sudoeste (?).

Na região Norte, vários incêndios em torno de Parque Nacional Peneda Gerês, um dos grandes parques naturais de Portugal . Os incêndios forçaram a evacuação de 50 pessoas de uma aldeia localizada na área do parque , informou a BBC. O segundo grupo de grandes incêndios localiza-se na Serra da Estrela, um parque natural montanhoso .

Cortesia do PNPG
O Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) localiza-se na região Norte de Portugal (Minho-Lima, Cávado, Alto Trás-os-Montes) abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Montalegre, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Melgaço, totalizando uma área de 70 290 ha. Destes, 5 275 ha pertencem ao Estado (Matas Nacionais sob gestão do ICN), 45 577 ha são terrenos baldios e a restante área é propriedade privada. O PNPG é a única área protegida nacional que possui a categoria de Parque Nacional, o nível mais elevado de classificação das áreas protegidas.

Cortesia do PNPG
Um território quase intacto da intervenção humana, retalhado pelas bacias hidrográficas do Lima e do Cávado, que condicionaram a ocupação do solo, em que vivem cerca de 10 000 habitantes em 114 aldeias, é habitado desde pelo menos o Neolítico. O único Parque Nacional, engloba as serras do Gerês, Peneda e Amarela, está à disposição de cada um, com motivos biológicos, geológicos e humanos de sobra para serem explorados. A área do PNPG integra-se no Maciço Hespérico ou Maciço Ibérico que constitui uma das unidades estruturais da Península Ibérica e um segmento da Cordilheira Varisca da Europa. A edificação desta estrutura, pela actuação de forças compressivas, inicia-se no Devónico, há cerca de 380 Ma (milhões de anos), tendo-se prolongado até ao Pérmico (280 Ma) - orogenia Hercínica ou Varisca.

O Maciço Ibérico apresenta-se zonado, definindo-se habitualmente cinco zonas com características paleogeográficas, tectónicas, magmáticas e metamórficas distintas. A área do PNPG situa-se na Zona Centro-Ibérica (a zona mais interna da Cadeia Varisca). Esta zona é genericamente caracterizada pela existência de rochas muito deformadas e afectadas por elevado grau de metamorfismo e ainda pela predominância de rochas graníticas.

Cortesia do PNSE
O Parque Natural da Serra da Estrela cobre uma parte significativa desta montanha, que é a mais alta de Portugal Continental (1993 metros). Fica no centro interior de Portugal essencialmente no distrito da Guarda (85%) e também no distrito de Castelo Branco (15%). Marcado por maciços rochosos de granito, xisto e xistograuvaquicos e vestígios de antigos glaciares, a elevada altitude e localização do parque natural tornam-no um dos locais do país com maior precipitação.

Cortesia do PNSE
Com valores naturais relevantes, incluindo algumas espécies de flora únicas no país, na fauna destaca-se o lobo (Canis lupus), o javali, a lontra, a raposa (Vulpes vulpes), a lagartixa-de-montanha (Lacerta monticola monticola),geneta (Genetta genetta) e o coelho-bravo-europeu (Oryctolagus cuniculus).

Com a amizade do NM.
Cortesia da NASA/PNPG/PNSE/JDACT

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Manchas Solares: A calma solar significa menos tempestades solares e menos partículas enérgicas que atingem a Terra e podem afectar negativamente equipamentos como os satélites de comunicações. A «calma relativa» é aproveitada para avançar no estudo de outros fenómenos que ocorrem no Sol como os modos de vibração e as libertações de massa

Imagem do espaço
Cortesia da NASA
Uma mancha solar é uma região onde ocorre uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, estando intimamente relacionadas ao campo magnético, cuja intensidade média é de 1 Gauss, chegando a milhares de Gauss próximo delas. Quanto maior for a sua quantidade, maiores são as alterações na ionosfera terrestre, influindo nas comunicações de rádio no planeta Terra.
Como a composição do Sol é basicamente hidrogénio em forma de plasma, a  rotação é diferenciada, sendo de 30 dias nos polos e 26 dias no equador. Durante a rotação, as linhas do campo magnético comprimem-se e, por consequência, carregam o plasma junto até à compressão máxima, aumentando dessa forma a pressão e temperatura até a ruptura da massa e a liberação da energia comprimida em forma de explosões, expulsando a matéria da fotosfera em direção das linhas, com consequente queda de temperatura e pressão após a libertação da energia acumulada. Nas regiões em que os laços magnéticos saem e retornam à fotosfera, estes possuem polaridades magnéticas opostas e assim surgem as manchas, com temperatura média de 4300 Kelvin, enquanto que, normalmente, na superfície, o Sol tem cerca de 5000 °C a 6000 °C nas regiões ausentes de manchas. As manchas solares são de coloração avermelhada, e não negras como as que observamos. Esta ilusão de óptica dá-se por causa do contraste com as regiões vizinhas.
Imagem do espaço
Cortesia da NASA
As manchas podem surgir isoladas ou em grupos, o campo magnético associado é  mais intenso no período conhecido como ciclo solar (de onze anos). O tamanho das manchas solares é bem diversificado, geralmente maiores que o nosso planeta. Elas são medidas em termos de milionésimos da área visível do Sol. Uma mancha é considerada grande quando mede entre 300 e 500 milionésimos do disco solar. A maior já registada foi em 1947, com 6.132 milionésimos - quase 1/7 do disco solar.
O ciclo solar, também conhecido como ciclo solar de Schwabe é o ciclo que mostra a actividade do Sol em intervalos de aproximadamente 11 anos. A observação solar em todos os comprimentos de onda pode ser considerada de fundamental importância para a compreensão do cosmos. Pode afirmar-se que a sua compreensão é o primeiro passo em direção ao espaço.
O Sol é, e sempre será, laboratório para a obtenção «in situ» dos dados necessários para a elaboração das teorias necessárias ao entendimento dos processos, fenómenos e suas causas, que ocorrem em todos os corpos a partir do Sistema Solar em direção ao Universo, incluindo a Terra.
A máxima duração de um ciclo solar foi de 13 anos e 8 meses e pertence ao ciclo 4 (desde setembro de 1784 a maio de 1798). O ciclo de menor duração foi o número 2 com 9 anos exatos (desde junho de 1766 a junho de 1775).
Imagem do espaço
Cortesia da NASA
Nos períodos de actividade mais elevada, conhecidos como máximo solar, as manchas solares aparecem, enquanto que períodos de atividades mais baixas são denominados de mínimo solar. O ciclo solar 24, cujo início estava previsto para março de 2008 pelo NOAA, e que teve um alarme falso em 4 de Janeiro daquele ano (a mancha solar detectada era remanescente do ciclo 23), parece ter começado efectivamente em 22 de Setembro de 2008. Todavia, e até 30 de Janeiro de 2009, com o surgimento de apenas seis novas manchas, a previsão é que o período de máximo solar só principiará realmente em meados de 2010, atingindo o ápice em 2013, ou mesmo em 2014.

Imagem do espaço
Cortesia da NASA
A ausência de manchas solares, que indicam a actividade magnética na superfície da estrela central do nosso sistema planetário, está surpreendendo os cientistas especializados na matéria. Segundo o astrofísico do Observatório Solar Soho das agências espaciais européia e americana, Luis Duarte Sanchez, o ano de 2008 foi o mais pacífico desde 1913. «Nós não esperávamos que houvesse um número tão baixo de pontos no início do novo ciclo porque nos últimos ciclos a atividade havia sido alta» disse Sanchez.
Segundo o Observatório Real da Bélgica, que é considerado fonte oficial do número de manchas solares, em 2008 a média diária foi de apenas 2,8. E no ano de 1913, o número de manchas foi o menor registado, apenas 1,4. Nos últimos anos, porém, a média diária de manchas solares foi bem mais alta, como no ano de 1987 que foi de 157.
O Sol é um dipolo magnético muito fraco, e a cada 11 anos o Pólo Sul é alterado para o Pólo Norte. Esta mudança de polaridade é detectada através das manchas e isso significa o início de um novo ciclo. No início de 2008 viu-se a primeira mancha do novo ciclo, mas o aumento da actividade não foi como esperado.
«Não existem dois ciclos iguais» explica José Carlos del Toro, físico no Instituto de Astrofísica de Granada (CSIC). «Um mínimo particularmente pronunciado de manchas não é importante, mas influencia a relação entre a estrela e o nosso planeta».

Imagem do espaço
Cortesia da NASA
Pesquisas realizadas com satélites com radiómetro comprovaram que a quantidade de energia emitida pelo Sol é muito estável, apesar de que quando há maior número de manchas a energia emitida é ligeiramente mais elevada. Sanchez «explica que essa variação é muito pequena, apenas um watt por metro quadrado, e as radiações que estão sendo encontradas nas medições actuais são o padrão para o movimento mínimo de manchas».
Segundo o pesquisador, a calma solar significa, por exemplo, menos tempestades solares e menos partículas enérgicas que atingem a Terra e podem afectar negativamente equipamentos como os satélites de comunicações. Além disso, os cientistas estão aproveitando a «calma relativa» para avançar no estudo de muitos outros fenómenos que ocorrem no Sol como os modos de vibração e as libertações de massa da estrela.
Cortesia da NASA/JDACT

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Tempestades Solares: A próxima tempestade solar ocorrerá em 2011

Cortesia NASA, satélite SDO
As tempestades solares estão associadas às manchas solares e mostram ciclos de actividade que tem uma duração de onze anos. São conhecidas desde Galileu. Porém somente agora é que se conhece o seu poder destrutivo. Em Jjulho de 2000, cientistas do Colorado detectaram uma grande emissão de raios X numa região do Sol que teve actividade nos dias anteriores. A energia foi estimada em bilhões de megatoneladas de TNT.
Cortesia NASA, satélite SDO
A ESA e a NASA lançaram em 1995 a nave SOHO (Solar and Heliospheric Observatory) equipada com 12 instrumentos para estudar o Sol. A Soho está localizada num dos pontos de Lagrange, o primeiro, chamado L1, localizado a 1,5 milhão de quilómetros da Terra, um décimo da distância até ao Sol.
E foi essa nave que detectou a explosão solar. Trinta minutos depois, a Soho detectou outro fenómeno, uma bolha de bilhões de toneladas de plasma, partículas electricamente carregadas. A bolha viajava a 1.700 km/s e chegou na Terra 25 horas depois. Ao passar pelo Soho, a bolha desligou os instrumentos temporariamente. Na órbita terrestre, a bolha destruiu um satélite japonês e danificou outros.
A próxima tempestade solar ocorrerá em 2011 e já causa preocupação. E com razão pois, em Março de 1989, a cidade de Quebec, Canadá, teve um grande apagão por causa de uma forte tempestade solar. Esse apagão durou 90 segundos, mas Montreal, Canadá, ficou sem energia elétrica por mais de nove horas.
 
Cortesia NASA, satélite SDO
Uma tempestade solar é capaz de paralisar a rede eléctrica, causar interferências nos sinais de rádio, afectar os sistemas de navegação aéreas, as linhas telefónicas, etc. Em 1859, uma forte tempestade solar afectou as linhas telegráficas dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Argentina. O evento também foi causa de muitos incêndios. Além disso, a aurora boreal, fenómeno que só é visto nas regiões árticas, pôde ser visto em Roma, Havaí, etc. Esse fenómeno que ocorreru há 150 anos, afectou tudo o que era eléctrico, ou seja, os telégrafos. Hoje temos toda a sociedade baseada em satélites e comunicações por cabos. Um evento desta envergadura pode levar-nos a um retrocesso na tecnologia. A questão que neste momento se põe, não é se, é quando.
 
Cortesia NASA, satélite SDO
Cortesia da NASA/universo num/Fernando Stocco/JDACT

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A NASA e o Espaço: Por que nós existimos. A Matéria e a antimatéria

Cortesia de NASA / NCRA / GMRT / CXC / INAF  
Um aglomerado de galáxias em colisão massiva origina esta imagem no espectro de rádio de grande comprimento de onda. A imagem proveniente das emissões de rádio foi obtida através dos raios-X Chandra.
A descoberta deste cluster gigante, conhecido como Abell 521, sugere que os telescópios de rádio utilizados anteriormente perderam muitas destas colisões porque utilizavam outros comprimentos de onda, que no caso se centravam num espectro mais curto. O vermelho representa as emissões de rádio no comprimento de onda de 125 cm, enquanto a azul indica os raios-X visto em muitos aglomerados de galáxias. Estas emissões de raios-X mostra o fenómeno resultante de uma colisão violenta entre dois aglomerados de galáxias. A forma alongada do aglomerado indica esse acontecimento recente.
Cortesia de G.Brunetti et al. / S.Giacintucci et al

Cortesia de NASA / JPL-Caltech / ESA / ESO MPIA
Esta imagem mostra uma nuvem de estrelas chamada NGC 346, vista pelos telescópios Spitzer Space da NASA que utiliza o canal de infravermelho, da European Southern Observatory's New Technology que utiliza o canal visível, e pelo telescópio da European Space Agency's XMM-Newton Space que utiliza o raio-X.
A NGC 356 representa a região mais brilhante na formação de estrelas da Pequena Nuvem de Magalhães que fica a 210 mil anos-luz de distância.
As observações do canal infravermelho revelam poeira (fria) a vermelho. Os dados obtidos pelo canal visível destacam a libertação de gás na cor verde, e os dados por raios-X mostram gás (quente) em azul.
As estrelas jovens aparecem como manchas vermelhas com centro branco, enquanto que as outras estrelas aparecem como manchas regulares azuis com centro branco.
A imagem global sugere duas formas diferentes de formação de estrelas, a partir do vento e da radiação. 
Cortesia de NASA / JPL-Caltech / ESA / ESO MPIA
Cortesia de NASA / ESA
Esta imagem mostra um olho cósmico criado por duas galáxias distantes, como foi visto pelo telescópio Espacial Hubble.
Também conhecido como LBG J2135-0102, o Olho Cósmico tem uma forte semelhança com o olho egípcio de Horus. A ilusão surge de uma galáxia localizada a 2,2 bilhões de anos-luz da Terra, que aparece no centro de um arco criado por uma galáxia ainda mais distante, cerca de 11000 milhões de anos-luz de distância.
Os investigadores aproveitaram este fenómeno (lente gravitacional) para estudarem galáxias mais distantes. O campo gravitacional da galáxia do primeiro plano, amplia a galáxia oito vezes.
Cortesia de Hubble Heritage Team (STScI / AURA)
JDACT

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Vulcão do glaciar Eyjafjallajokull: A problemática das cinzas vulcânicas, de 24 de Março a 12 de Maio de 2010

O vulcão da Islândia Eyjafjallajökull continua a emitir uma densa nuvem de cinzas e vapor. Mostro as espectaculares imagens do Vulcão obtidas com o Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) da NASA entre 24 de Março e 12 de Maio de 2010.
Lembro que são combinações RGB true color, ou seja, as cores vermelho, verde e azul correspondem exactamente às respectivas bandas do MODIS.


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Cortesia de Jeff Schmaltz, MODIS Rapid Response Team/JDACT

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Tempestades solares: Ocorrem num período de 11 anos. O «maximo» solar prevê-se para 2011/2012



Segundo o calendário Maia, o fim do mundo será exactamente a 21 de Dezembro de 2012, que é o fim do calendário. Mas será mesmo o «fim do mundo» ou o fim da maneira como o ser humano vê o mundo? Uma nova era!
A ciência explica que em cada 11 anos o Sol entra num ciclo de turbulência e é nessa época que o planeta Terra pode sofrer de uma tempestade Solar.
Haverá um período em que as radiações vindas das tempestades solares incidente na Terra vão aumentar de 30% a 50%, durante um período de 11 anos. Os seus efeitos tiveram início em 2007/2008. Deste modo, prevê-se que o seu «máximo» irá ocorrer em 2011/2012. Dependetemente da rapidez do aumento e decréscimo do magnetismo, podemos vir a enfrentar efeitos negativos na Terra.

«Sob a superfície ardente do Sol, uma poderosa força poderia  fazer-nos regressar à Idade da Pedra. A cada 11 anos, o Sol entra num turbulento ciclo, a época mais propícia para que o planeta sofra uma tempestade solar. O próximo máximo solar ocorrerá no ano de 2011/2012. Utilizando imagens geradas por computador, o programa explica detalhadamente como se formam e se desenvolvem as tempestades solares». – In Discovery Channel.

A NASA lançou uma nova sonda, a Solar Dynamics Observatory (SDO), para fazer as observações solares mais detalhadas de sempre e para compreender a sua complexa meteorologia e tempestades.
«O Sol muda de cada vez que olhamos para ele, nunca é o mesmo» disse Dean Pesnell, cientista do projecto SDO do Centro Aeroespacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA. Os cientistas esperam que os dados da nova sonda os ajudem a melhor compreender as mudanças no campo magnético do Sol, que se torna mais e menos activo ao longo de um ciclo de 11 anos, libertando proeminências periódicas de partículas carregadas que podem avariar a tecnologia terrestre. A sonda foi lançada no pp mês de Fevereiro a bordo de um foguetão Atlas V, de Cabo Canaveral, Flórida. A maioria da Terra está protegida contra estas partículas carregadas, a que chamamos vento solar, graças ao seu próprio campo magnético, que as repele. Mas durante uma tempestade solar, alguns destes desvastadores ataques podem chegar ao chão, provocando perturbações nos sistemas de navegação por satélite, às comunicações por rádio, às redes eléctricas e a outros sistemas.
«O nosso Sol afecta a nossa vida cada vez mais, à medida que ficamos cada vez mais dependentes da tecnologia», afirmou o cientista Pesnell.
NASA/JDACT

quinta-feira, 25 de março de 2010

Joanne Simpson: A primeira mulher a obter um Doutoramento em Meteorologia

(1923-2010)
Cortesia da NASA
Joanne Simpson, foi uma pioneira em inúmeras áreas da meteorologia tropical e a primeira mulher a obter um Doutoramento (PhD) em Meteorologia. Entre os inúmeros prémios que lhe foram atribuidos destaca-se o Rossby Award atribuído pela American Meteorological Society. Os seus interesses científicos extendiam-se desde os ciclones tropicais, à convecção, modificação do tempo (técnicas de cloud seeding) e aplicações de satélites à meteorologia.
Joanne Simpson, with a photo of Hurricane Betsy, 1998
 (USA TODAY).
No início de sua carreira, Joanne Simpson desenvolveu um modelo para o estudo das nuvens e demonstrou o mecanismo dos furacões (hurricanes). Os seus estudos no âmbito da Meteorologia Geral vieram a demonstrar o que impulsiona as correntes atmosféricas nos trópicos.  Durante os últimos 24 anos trabalhou para a NASA.
Possuía uma mente aberta e um modo de trabalhar invulgar para encontrar novos dados no estudo da atmosfera.
JDACT/NASA
http://earthobservatory.nasa.gov/Features/Simpson/simpson.php