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domingo, 24 de julho de 2011

A Esgrima: A Arte de Jogar as Armas. Parte II. «Como um jogo de xadrez jogado a velocidade sónica. O objectivo é enganar o adversário, tocar no mesmo sem que ele nos toque, marcar pontos e ganhar»

Cortesia de instinctalternative

A Arte de Jogar as Armas.
A esgrima é um desporto que evoluiu da antiga forma de combate, em que o objectivo é tocar o adversário com uma lâmina ao mesmo tempo que se evita ser tocado por ele. Existem três disciplinas de esgrima:
  • o florete;
  • a espada;
  • o sabre.
Diferindo não só no formato da lâmina mas também nas zonas do corpo onde um toque é válido e também como as armas funcionam.

Equipamento.
É relativamente simples, sendo constituído pela arma de eleição, e as várias peças que constituem o fato de protecção.


1.Gilé; 2.Meia protecção; 3.Calção; 4.Máscara, Babete;
5.Luva de protecção; 6.Punho; 7.Balanceiro; 8.Guarda-mão

Cortesia de sol 

Regras de Competição.
Os atiradores competem dentro de uma pista rectangular, com 14 metros de comprimento por 2 metros de largura, e o objectivo é tocar na zona válida do corpo do adversário, de forma a marcar pontos. O assalto tem um tempo limite de 9 minutos dividido em 3 períodos de 3 minutos. Ganha quem atingir 15 pontos, ou marcar mais pontos dentro do tempo limite. As armas podem estar equipadas com um sistema eléctrico de sinalização, em que é adaptado um sinalizador na ponta da espada, ligado ao sistema de pontuação através de um cabo eléctrico.

Cortesia de sol

Notas:
Na espada não há toques inválidos pelo que as luzes brancas estão sempre apagadas. No florete, quando a luz branca acende é porque o toque foi dado fora do tronco e então é inválido.
Áreas a vermelho: Zona de sinalização (zona fora de limite).
Áreas de Jogo: Linha de Guarda e Linha Mediana.
Zona fora de limite, se o esgrimista pisar esta zona o seu adversário ganha um ponto.
Luz vermelha, representa um esgrimista, a luz verde representa o outro. Acende quando o respectivo esgrimista dá um toque.

Ataque e defesa.
São 3 os movimentos fundamentais: marcha, afundo e retirada. Existem ainda mais 5 movimentos, excepto no sabre, onde um deles é interdito».



Cortesia de sol

In Infografia Telmo Fonseca, Animação Joana Martins.

Cortesia de clublectorieslasllamas



Cortesia de Sol/FPEsgrima/JDACT

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A Esgrima: «Como um jogo de xadrez jogado a velocidade sónica. O objectivo é enganar o adversário, tocar no mesmo sem que ele nos toque, marcar pontos e ganhar». Existem três tipos de armas, o florete, a espada e o sabre

Cortesia de instinctalternative

A esgrima é um desporto que evoluiu da antiga forma de combate, em que o objectivo é tocar o adversário com uma lâmina ao mesmo tempo que se evita ser tocado por ele. Existem três disciplinas de esgrima:
  • o florete;
  • a espada;
  • o sabre.
Diferindo não só no formato da lâmina mas também nas zonas do corpo onde um toque é válido e também como as armas funcionam.

Cortesia de FPE 

No século XVI, muitas técnicas dos antigos manuscritos foram reimpressas com as técnicas modernas de impressão, por Paulus Hector Mair(por volta de 1540) e Joachim Meyer (por volta de 1570).
A escola italiana é representada pela Escola Dardi, com mestres como Antonio Manciolino e Achille Marozzo. No final do século XVI, a esgrima italiana ganha muita popularidade em toda a Europa, principalmente com o manual de Salvator Fabris (1606).

Desde os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna (1896) que a esgrima faz parte das modalidades olímpicas, sendo uma das 4 modalidades que fazem parte dos Jogos desde a 1ª Edição.
As disputas masculinas começaram nas olimpíadas com o florete e o sabre em 1896. A espada foi introduzida nas disputas masculinas nos Jogos Olímpicos de 1900.
Em 1924 as mulheres começaram a participar dos jogos olímpicos, mas somente na modalidade de florete individual, e até 1992 as mulheres continuaram a jogar somente na modalidade do florete. A partir de 1996 começaram a competir nas olimpíadas na modalidade de espada.  E a partir de 2004 as mulheres começam a competir com o sabre.

Cortesia de clublectorieslasllamas

Florete
O florete é uma das três armas utilizadas na esgrima. É uma modalidade olímpica praticada por homens e mulheres, tanto individualmente como por equipas. O florete é a arma mais popular em esgrima e uma das primeiras escolhas na aprendizagem deste desporto. Uma prova de florete é composta por diversos assaltos, que terminam assim que é marcado um ponto. O vencedor será o atirador que chegar primeiro aos 15 pontos. Nesta modalidade apenas são válidos os toques no torso.
Cortesia da FPE
É uma boa arma  para o início da aprendizagem. Exige postura, agilidade, equilíbrio e flexibilidade além de um agudo senso de tempo de reação que caracteriza todos os esgrimistas fascinados por este desporto. Medindo uns 90 centímetros com lâmina, a arma inclui o copo (ou casoleta, em italiano) e pega (as partes pelas quais o esgrimista protege e segura a arma, respectivamente) são menores do que na espada (que protege a mão toda — zona válida, na espada), e no sabre (que tem proteção adicional para o braço) facilitando o manejamento ágil da arma. Há a pega italiana que é simples, como um punhal de faca e a pega francesa que é similar a pega de um arpão. A lâmina de forma trapezoidal é mais flexível do que a da espada, mas não tanto quanto a do sabre.

Espada
A espada por ser uma arma que pode atingir todo o corpo  do adversário, deve-se jogar numa posição mais vertical. Uma boa arma  para jogadores mais altos, especialmente para aqueles que não têm tanta agilidade para se flexionarem como no florete ou no sabre. Outro motivo para não se agachar muito com o jogo da espada é para não deixar o joelho muito a frente, pois poderá ser facilmente um alvo exposto. A lâmina, mais dura de todas três armas produz um toque forte e pontiagudo, principalmente quando tocado na máscara do oponente.

Cortesia da FPE
Sabre
O sabre é uma das três armas usadas na esgrima. O ancestral desta arma é o sabre de cavalaria, uma arma de lâmina larga, ligeiramente curva e de um fio só. O sabre é uma arma de corte de influência oriental, usada por soldados montados a cavalo, cujo comprimento era o suficiente para se atingir tanto um cavaleiro inimigo quanto um soldado a pé. Tradicionalmente, o sabre antigo é afiado para o comprimento total do gume e 1/3 do lado oposto, o chamado «falso gume». Os sabres modernos permitem que o atleta use ambos os lados da arma.
Cortesia da FPE

Cortesia da Federação Portuguesa de Esgrima/JDACT