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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte VII. Um país como os outros. A formação de uma sociedade europeia

Cortesia de kantophotomatico

O autor António Barreto, sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI:
  • Quem somos?
  • Onde vivemos?
  • Como trabalhamos?
  • Que saúde, que educação e que justiça temos?
António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então. «É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».

Um país como os outros. A formação de uma sociedade europeia
Portugal já não se distingue, na Europa, como o país da ditadura, da pobreza e do analfabetismo. Embora ainda atrasado, os Portugueses são hoje cidadãos livres e têm acesso aos grandes serviços do Estado de Protecção Social. A educação, a segurança social e a saúde são para todos. Mas ainda há insuficiências, corrupção e desperdício. E deficiências na saúde, na educação, na segurança social e na justiça.


Cortesia de docorlandoribeiro

Cortesia de António Barreto/wikipédia/RTP/JDACT

sábado, 15 de janeiro de 2011

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte VI. Igualdade e conflito. As relações sociais

Cortesia de ionline

O autor António Barreto, Sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI.
  • Quem somos?
  • Onde vivemos?
  • Como trabalhamos?
  • Que saúde, que educação e que justiça temos?
António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então.

«É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».

Igualdade e conflito. As relações sociais
As famílias portuguesas têm hoje mais rendimentos e mais conforto. Em vinte ou trinta anos, o bem-estar melhorou mais que nos cem anteriores. Cresceram as classes médias. Desenvolveu-se a sociedade de consumo de massas. O comércio, as modas, a escola, a televisão e a cultura fazem uma sociedade onde todos parecem iguais. Mas subsistem diferenças muito importantes de classes, de poder económico, de geração, de sexo e de região.



Cortesia de António Barreto/wikipédia/RTP/JDACT

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte V. Cidadãos

Cortesia de jornaldenegocios

O autor, António Barreto, Sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI.
  • Quem somos?
  • Onde vivemos?
  • Como trabalhamos?
  • Que saúde, que educação e que justiça temos?
António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então.

«É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».

Cidadãos
Com a sociedade aberta, a democracia, a integração europeia e o crescimento económico, os Portugueses são hoje cidadãos plenos pela primeira vez na sua história. Têm os direitos políticos e sociais e as respectivas garantias. As mulheres são iguais aos homens. Mas a justiça, que deveria acompanhar este progresso e adaptar-se à nova sociedade, tem dificuldades em garantir os direitos dos cidadãos.





Cortesia de António Barreto/wikipédia/RTP/JDACT

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Carlos Pinto Coelho: «E assim, Acontece». Começou a sua carreira como repórter no «Diário de Notícias», em 1968, mas foi na rádio e na televisão que se notabilizou, sobretudo com a apresentação do magazine «Acontece», entre 1994 e 2003

(1944-2010)
Lisboa
Cortesia de wikipédia

Carlos Nuno de Abreu Pinto Coelho foi um jornalista português. Além da sua carreira jornalística, também aventurou-se na fotografia e literatura.

Um dos programas mais conhecidos de Carlos Pinto Coelho foi «Acontece», magazine cultural transmitido na RTP2 entre 1994 e 2003. No Herman Enciclopédia, Herman José assinou uma popular (e carinhosa) paródia ao programa:




Cortesia de blitz

Começou a sua carreira como repórter no «Diário de Notícias», em 1968, mas foi na rádio e na televisão que se notabilizou, sobretudo com a apresentação do magazine «Acontece», entre 1994 e 2003. Na televisão foi também director-adjunto de Informação da RTP, chefe de redacção do Informação/2, da RTP2, director de Programas e director de Cooperação e Relações Internacionais.

Antes disso, e logo depois de deixar o jornal «Diário de Notícias», foi um dos fundadores do diário «Jornal Novo». Foi também redactor da Agência de Notícias Portuguesa ANI e, em 1982, assumiu a direcção executiva da revista «Mais».
Na rádio, foi locutor das estações TSF, Rádio Comercial, Antena1 e Teledifusão de Macau.

Cortesia de espinhoaveiro 

Desde 2003 até à actualidade, Carlos Pinto Coelho foi professor de jornalismo na Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar. Actualmente, estava a preparar uma série de entrevistas a personalidades para o programa «Conversa Maior», a emitir na RTP Memória. Carlos Pinto Coelho era comendador da Ordem do Infante D. Henrique e recebeu vários prémios de jornalismo.

Cortesia de AEIOU/EXPRESSO/JDACT

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte IV

Cortesia de democriticamente

O autor António Barreto, Sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI.
  • Quem somos? Onde vivemos? Como trabalhamos? Que saúde, que educação e que justiça temos?

António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então.
  • «É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».
Nós e os outros: Uma sociedade plural

Há quarenta anos, havia só um povo, uma etnia, uma língua, uma cultura, uma religião e uma política. Hoje, Portugal é uma sociedade plural. Primeiro a emigração e o turismo, depois a democracia, finalmente os imigrantes estrangeiros, fizeram de Portugal uma sociedade aberta. Falam-se todas as línguas, reza-se a todos os deuses, há todas as convicções políticas. Os Portugueses aprendem a viver com os outros.



 
Cortesia de António Barreto/wikipédia/RTP/JDACT

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte III

Cortesia de olhodefogo

O autor António Barreto, Sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI.
  • Quem somos?
  • Onde vivemos?
  • Como trabalhamos?
  • Que saúde, que educação e que justiça temos?
António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então. «É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».

Mudar de vida: O fim da sociedade rural
A sociedade contemporânea, urbana, era ainda há pouco tempo rural. Mudou muito depressa. Muitos portugueses emigraram, a maior parte saiu das aldeias e foi viver para as cidades e para o litoral. O campo está despovoado. As cidades cresceram. As estradas aproximaram as regiões. Nas áreas metropolitanas, organizou-se uma nova vida quotidiana. Há mais conforto dentro das casas, mas as condições de vida nas cidades são difíceis.



Cortesia de António Barreto/wikipédia/RTP/JDACT

terça-feira, 2 de novembro de 2010

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte II

Cortesia de relogiodaguaeditores
O autor António Barreto, Sociólogo, produziu uma série televisiva com função científica, onde tentou encontrar respostas às perguntas mais simples sobre o Portugal do século XXI. Quem somos? Onde vivemos? Como trabalhamos? Que saúde, que educação e que justiça temos?
António Barreto recorreu à comparação com o que éramos há três ou quatro décadas e sublinhou as grandes mudanças ocorridas desde então. «É o mesmo país, mas os portugueses já não são os mesmos. Mudámos muito, em pouco tempo. Podemos viver melhor ou não, mas vivemos de modo diferente».

Ganhar o pão: O que fazemos.
O trabalho mudou muito nestas últimas décadas. A maioria dos portugueses trabalha nos serviços. Poucos trabalham na agricultura e ainda menos nas pescas. Muitos emigraram. As mulheres são metade das pessoas que trabalham, o que é uma grande diferença com o passado recente. Com a integração europeia, a economia portuguesa fez uma grande mudança. Todos vivem melhor, mas há muitas empresas que não conseguiram adaptar-se às novas condições.


quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

António Barreto: Portugal, um Retrato Social. Parte I




Cortesia de wikipédia
António Miguel de Morais Barreto é um cientista social e escreve, regularmente, uma coluna de opinião semanal no jornal Público.
Publicou várias obras, nomeadamente sobre os temas da emigração, socialismo, reforma agrária, mudança e evolução da sociedade portuguesa, indicadores sociais, justiça, regionalização, Estado e Administração Pública, Estado Providência, comportamentos políticos e região do Douro.
Recentemente, António Barreto, foi autor da série de documentários para a RTP, Portugal, Um retrato social (realizada por Joana Pontes) (2006).

Com a devida vénia a António Barreto, publico alguns episódios sobre Portugal, Um retrato Social.

Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos?
Cortesia agal-gz
«Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós. Esta série é um retrato da sociedade e dos portugueses na actualidade, resultado de um processo de transformações recentes e muito rápidas. Uma velha nação e um antigo Estado, na origem de uma população com forte sentido de identidade, conheceram, nas últimas décadas do século XX, um período de mudança muito intensa, sobretudo em consequência de factores externos, como a emigração, a integração europeia, a abertura económica e o turismo. A fundação da democracia teve também efeitos importantes. Estas transformações estão na origem de alterações de comportamentos e das estruturas sociais, visíveis nos diversos sectores e áreas da vida colectiva, na demografia, na saúde, na educação, no trabalho e nas relações entre as classes, as gerações e as regiões. A sociedade portuguesa é hoje aberta e plural» In Lusofonia, agal-gz
  
Cortesia António Barreto/RTP/Lusofonia/Joana Pontes/JDACT

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Fialho Gouveia: Dia Mundial da Voz





(1935-2004)
José Fialho Gouveia foi apresentador de televisão e Rádio em Portugal. Foi autor de uma peça de teatro de revista «Tejo e Tudo».
O seu nome está ligado ao programa «Zip-Zip» (1969), o primeiro «talk-show» produzido pela televisão portuguesa, em que participavam Raul Solnado e Carlos Cruz, sob a direcção de Luís Andrade.
Após o fim do «Zip-Zip», Fialho Gouveia e a equipa do «PBX», a que se juntou Joaquim Furtado, integraram o programa «Tempo Zip», primeiro no Rádio Clube Português e mais tarde na Rádio Renascença.
Com mais de 30 anos a trabalhar na RTP, os primeiros passo de Fialho Gouveia no mundo da comunicação deram-se na faculdade, num concurso para locutores da Rádio Universidade. Para trás ficou um curso de Filologia Românica que nunca terminou.
TSF/RTP/JDACT