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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Feliciano Falcão: Figura do meio intelectual portalegrense

(1911-1988)
Feliciano Falcão, natural de Ribeira de Nisa, concelho de Portalegre e onde viveu grande parte da sua vida. António Ventura escreveu um livro, Memória Viva, que reúne um conjunto de testemunhos sobre a personalidade íntegra do republicano e médico do Alto Alentejo. Figura destacada do meio intelectual portalegrense, é aqui lembrado por muitos que o conheceram pessoalmente e outros que aprenderam a respeitar o seu nome pelo que dele ouviram contar. A obra reúne ainda catorze textos da autoria do homenageado.
As palavras de M. J. Falcão: ... «recordá-lo com mais intensidade, o seu sentido de justiça, a sua humanidade... »

Edições Colibri/António Ventura/M. J. Falcão/O Falcão de Jade/JDACT

domingo, 4 de abril de 2010

José Frederico Laranjo: Homem de Cultura do Alto Alentejo

(1846-1910)
José Frederico Laranjo foi um jurista, economista, professor universitário e político português. Doutorou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 1877 e iniciou a sua carreira de docente universitário no ano seguinte. Foi director do jornal O Distrito de Portalegre, deputado pelo Partido Progressista e nomeado par do reino (membro da Câmara dos Pares do Reino) em 1898.
Dirigente destacado do Partido Progressista, foi autor de diversificada bibliografia, sobretudo no âmbito da sua actividade académica, a Economia Política e o Direito.
Para assinalar o 150º aniversário do seu nascimento foi publicado um livro da autoria de António Ventura (Edições Colibri) cuja capa se ilustra em cima. 

Uma outra obra José Frederico Laranjo e a Teoria Social, de autoria de João Carlos Graça, traça o perfil deste Homem de Cultura do Alto Alentejo, nomeadamente da bela vila de Castelo de Vide. Na explanação elabora interrogações que passo a citar:
«Qual a influência, no seu pensamento como economista, da escola clássica e da economia cristã? Qual a do marxismo e qual a da revolução marginalista? Qual a do historicismo e do organicismo alemães e qual a do positivismo francês? Que afinidades com as de filósofos sociais portugueses seus contemporâneos serão detectáveis nos escritos deste amigo, discípulo e colega de Oliveira Martins e Emídio Garcia? E a que sistema ou falta dele, a que coerências ou incoerências poderá ter dado origem o cruzamento de tais e tão distintos elementos? A tais questões procurará dar-se resposta neste artigo, onde também, e acima de tudo, será visado o tipo de filosofia social consciente e filosofia social espontânea que uniu, mal ou bem, a obra de Laranjo economista às de Laranjo constitucionalista, Laranjo historiador das ideias económicas em Portugal, Laranjo deputado, Laranjo teorizador da colonização portuguesa, etc. E, bem entendido, à de Laranjo sociólogo».
As duas obras referenciadas são complemento de cidadania e de didáctica.
http://www.edi-colibri.pt/
JDACT