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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Tango no 31. Astor Piazzolla. «O homem, agindo ele próprio, tem a ilusão, é verdade, do livre-arbítrio. A ilusão sobre si mesmo do homem actuante, a convicção do seu livre-arbítrio, pertence igualmente a esse mecanismo, que é objecto de cálculo»

Cortesia de wikipedia

«Honestamente, não percebo o que querem as pessoas dizer quando falam sobre a liberdade da vontade humana. Tenho a sensação, por exemplo, de desejar uma coisa ou outra; mas não consigo compreender a relação que existe entre esta sensação e a liberdade. Tenho a sensação de desejar acender o meu cachimbo e faço-o; mas como posso relacionar esta vontade com a ideia de liberdade? O que está por trás do acto de desejar acender o meu cachimbo? Outro acto de vontade?» In Albert Einstein, ‘Artigo’


JDACT

terça-feira, 6 de setembro de 2011

sábado, 5 de junho de 2010

Ruben Juarez: Homenagear o tango, o jazz e o bolero

(1947-2010)
Cortesia de mundoteatral




JDACT

terça-feira, 30 de março de 2010

Astor Piazzolla: Simbiose entre tango e jazz

(1921-1992)
arhcoelho
Ástor Pantaleón Piazzolla foi um músico e compositor argentino. Compositor de tango, o mais relevante da segunda metade do século XX. Estudou harmonia e música erudita com a compositora e diretora de orquestra francesa Nadia Boulanger, que foi aluna de Sergei Rachmaninoff.
Quando começou a fazer inovações no tango, no ritmo, no timbre e na harmonia, foi muito criticado pelos tocadores de tango mais antigos. Piazzolla conseguiu uma simbiose entre o tango e o jazz. Há uma forte influência do Jazz na sua música, estabelecendo uma nova linguagem musical e que continua a ser seguida por muitos músicos da actualidade.


Piazzola deixou uma discografia invejável, trabalhando Tom Jobim e Suarez Paz, de entre muitos músicos.
Algumas de suas composições mais famosas são «Libertango» e «Adiós Nonino».
A canção Adiós Nonino, foi concebida em homenagem a seu pai, quando este estava «no leito de morte».
As palavras de Astor são eloquentes: «... talvez eu estivesse rodeado de anjos. Foi a mais bela melodia que escrevi e não sei se alguma vez farei melhor».
bairesco/JDACT