Mostrar mensagens com a etiqueta Museu do Oriente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Museu do Oriente. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de julho de 2013

Biombos. Exposição. Fundação Oriente. «O tema dos pássaros do biombo chinês herdado é objecto de uma releitura que transfigura o seu contexto original. A técnica da colagem sobre tecidos, a investigação aturada sobre a utilização de papéis japoneses…»

Cortesia de wikipedia

Museu do Oriente. Exposição de 11 de Julho a 1 de Dezembro de 2013

«Esta exposição, em que Catarina Castel-Branco expõe o seu trabalho dos dois últimos anos, dedicado à exploração do biombo, revelou-se uma oportunidade para revistar um percurso artístico individual de 30 anos marcado, de forma muito profunda, pela presença do Oriente, que sempre a acompanhou no contexto familiar. A herança recente de um biombo, que pertenceu ao seu bisavô, o governador de Macau Artur Tamagnini Barbosa (1880-1940) foi a ocasião para Catarina Castel-Branco propor ao Museu do Oriente esta exposição. O tema dos pássaros do biombo chinês herdado é objecto de uma releitura que transfigura o seu contexto original. A técnica da colagem sobre tecidos, a investigação aturada sobre a utilização de papéis japoneses, de resinas acrílicas e de serigrafia sobre papel permitiram-lhe explorar a coexistência de opacidade e de transparência, que o mistério do biombo sempre transportou consigo. Catarina Castel-Branco nasceu em Abrantes em 1956. Entre 1983 e 2003, fez 24 exposições individuais de gravura, pintura e desenho e participou em mais de 60 exposições colectivas a convite de várias instituições nacionais e estrangeiras». In Fundação Oriente. Museu Oriente.


Cortesia de FO/JDACT

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Fundação Oriente. Exposição. Fotografia. «… essa memória que se construiu com a eternidade das civilizações das utopias do Oriente, as suas singularidades, mas também a exuberância que transmitimos ao nosso barroco, a suavidade da fé na renovação da vida…»


Cortesia da fo

Exposição Memórias de Viagens do Olhar
Até ao pf dia 20 de Outubro de 2013. Museu do Oriente.
No pf dia 5 de Julho, pelas 18h00, visita guiada pelo autor.

Fotografia de Júlio de Matos
«Júlio de Matos desestrutura a nossa memória, essa memória que se construiu com a eternidade das civilizações das utopias do Oriente, as suas singularidades, mas também a exuberância que transmitimos ao nosso barroco, a suavidade da fé na renovação da vida, a sofisticação das formas que assombram a nossa decadência dos realismos, o mistério da permanência. Maria do Carmo Serem, coordenadora do Departamento de Formação e Comunicação do Centro Português de Fotografia do Ministério da Cultura, refere-se desta forma à fotografia de Júlio de Matos.
Natural de Braga, o fotógrafo traz ao Museu do Oriente cerca de uma centena de fotografias tiradas nas suas múltiplas viagens pela Ásia e que revelam a sua grande preocupação pela sobrevivência de culturas ancestrais, como algumas da Índia, da China ou do Cambodja.
Júlio de Matos que, desde cedo, se interessou pela fotografia e pelo trabalho de laboratório, fez aprendizagem em Design Industrial com Gerald Gulotta do Pratt Institute de Brooklin, Nova Iorque. Após concluir em 1976 o Curso Superior de Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, pôde aperfeiçoar os seus conhecimentos de fotografia, ao ter-lhe sido concedida a ITT–International Fellowship, através do Fullbright- Hays Schollarship Program para estudos de pós-graduação no MFA in Photography Program no Rit-Rochester Institute of Technology, Nova Iorque.
Entre 1979 e 1981 estudou com Charles A. Arnold Jr. Owen Butler, Bea Nettles, John Pfahl, Elliot Rubinstein, Richard D. Zakia e outros.
Realizou várias exposições individuais e colectivas em Portugal, França, Itália, USA, e está presente em diversas colecções, nomeadamente nas colecções do RIT (EUA) e do Museu de arte Moderna na Fundação de Serralves». In Fundação Oriente.



Cortesia de F. Oriente/JDACT

domingo, 14 de março de 2010

Equinócio da Primavera: 20 de Março de 2010, às 17h32min (hora legal)

(20 de Março de 2010, 17h 32min)

A palavra Equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa «noites iguais», ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol, alvorada, é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte e o pôr do Sol, crepúsculo ou ocaso, o instante em que o círculo solar se encontra metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.
Os Equinócios ocorrem nos meses de Março e Setembro. Definem as mudanças de estação. No Hemisfério Norte, a Primavera inicia-se em Março e o Outono em Setembro. No Hemisfério Sul dá-se o contrário, a Primavera começa em Setembro e o Outono em Março.
As datas dos equinócios variam de um ano para outro. Assim, num ano comum, tendo 365 dias e portanto mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso devido à intercalação do dia 29 de Fevereiro. Ao longo de cada sequência de três anos comuns, as datas tendem a adiantar-se um pouco menos de seis horas a cada ano.  Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os Equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol, periélio, «viaja» mais velozmente do que quanto está mais longe, afélio.
Para comemorar esta data, o início da Primavera, deixo uma sugestão:
De várias formas o Oriente, à semelhança do Ocidente, celebra a chegada da Primavera.
Como exemplo, na Índia existe o Holi (festival das cores indiano) e, no Japão, o Hanami (observação das cerejeiras em flor). O Museu do Oriente desafia grandes e pequenos a irem fazer uma batalha de cores, como forma de darem as boas-vindas à Primavera. Como únicos requisitos, pedem que levem boa disposição e roupa usada… Vão ter outras surpresas… Por isso, não deixem de ir celebrar a chegada da estação mais florida do ano.
JDACT