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terça-feira, 17 de junho de 2014

Exposição. Desenho e Fotografia. Fundação Robinson. Portalegre. «… da autoria Adriano Guerreiro, com a inauguração pelas 18 horas de hoje. Tendo por base a obra literária A Divina Comédia de Dante Aliguieri, explora as questões relacionadas com os Sete Pecados Mortais»

Cortesia da FRobinson

«A Fundação Robinson recebe no Núcleo da Igreja do Convento de São Francisco, de 17 de Junho a 17 de Agosto de 2014, a exposição de desenho e fotografia Os Sete Pecados Mortais, da autoria Adriano Guerreiro, com a inauguração pelas 18 horas. Tendo por base a obra literária A Divina Comédia de Dante Aliguieri o Desenho explora as questões relacionadas com os Sete Pecados Mortais descritos no purgatório de Dante e a Fotografia explora as questões relacionadas com esses mesmos pecados na actualidade».
De forma aleatória:








Com a amizade de Laura P. Romão
JDACT

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Desenho. Bernardo Marques. Fernando Azevedo. «A Sintra de Bernardo é a velha Vila, são os palácios, o castelo dos Mouros e um certo tom social a que esta privilegiada paisagem da Serra, verde-azul, ocre e doirada serve de fundo; mas, a par, é ainda, e sobretudo, Colares, são outros sítios como a Eugaria…»

jdact

«Há, em Bernardo Marques, uma relação íntima não só sentimental e tão pouco só crítica, como a Vila de Sintra, terra da permanência lírica do romantismo português, e os seus arredores próximos, como terá havido outra, de idêntica intensidade, julgo, com Lisboa. Da capital portuguesa, foi ele entre os os anos trinta e cinquenta o seu maior criador de imagens; o celebrante e apaixonado observador de uma Lisboa que tão bem soube olhar, por dentro da sua paixão visível, como a sua cidade lindíssima, mas sempre indecisa entre a ascensão às frustes glórias urbanas e a sã resistência bairrista, ou ingenuamente provincial, a esses desígnios e políticas.
Com Sintra, porém, a sua relação possui certa ambiguidade quanto a mim: soma-se nela a aproximação queiroziana, sem a qual só haveria uma Sintra que não se entende, à entrega enamorada por outros encantos sem a qual, por sua vez, haveria também uma Sintra desconhecida. A Sintra de Bernardo é a velha Vila, são os palácios, o castelo dos Mouros e um certo tom social a que esta privilegiada paisagem da Serra, verde-azul, ocre e doirada serve de fundo; mas, a par, é ainda, e sobretudo, Colares, são outros sítios como a Eugaria, e aqui, o Casal da Serrana que foi a primeira habitação e atelier de Alfredo Keil, músico e pintor de um lírico prolongamento final do romantismo (Serranaé também o título de uma ópera sua) antes de vir a ser, mais tarde, sua casa de campo e o atelier do fim da vida.




Distinguimos assim, nele, uma Sintra que possui, por um lado, uma tonalidade fin de siècle, literária e gostosamente crítica e, por outro, um comovido deslumbramento, uma entrega do olhar sem malícia cultural, a cativação humilde e experimentada da natureza». In Fernando de Azevedo, Bernardo Marques, Fundação Oriente, Casa Garden, Macau, 1991.


Cortesia de F. Oriente/JDACT

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Cartoons de Fernando Pessoa: «Cultura não é ler muito... Nem saber muito. É conhecer muito»

Cortesia de ocitador

Com a devida vénia a Ricardo Campus e ao Citador.



Cortesia de O Citador.
JDACT