«A Câmara Municipal de Évora vai assinalar no dia 18 de Maio o Dia Internacional dos Museus, através de um programa de actividades dirigidas à população, realizadas na Unidade Museológica da Água e no Convento dos Remédios, que são dois dos espaços da autarquia vocacionados para a museologia. O ponto alto do programa das comemorações será entrega de prémios do concurso do logótipo para a Comemoração dos 25 anos de Évora Património Mundial, que se realiza no dia 18 de Maio, pelas 18 horas, no Convento dos Remédios (Av. de S. Sebastião), a que se segue uma visita guiada às exposições "Évora Megalithica" e "Vinhas das Caliças".
O Dia Internacional dos Museus comemora-se dia 18 de Maio, mas o programa das comemorações em Évora tem início hoje, dia 14 de Maio, com a Unidade Museológica da Água, na Rua do Menino Jesus, a realizar uma iniciativa no âmbito da Noite dos Museus, intitulada «Objectos com história» e dirigida para pais e crianças entre os 2 e os 6 anos de idade, com sessões às 18, 19 e 20 horas e duração de 60 minutos. A Unidade Museológica da Água é um dos locais de memória da cidade, onde se vão contar as histórias dos seus objectos através de uma actividade lúdico-pedagógica que alia o tempo em família à promoção do património hidráulico, através de várias expressões artísticas.
Cortesia da cmevora
A Unidade Museológica da Água vai também promover no dia 18 de Maio a iniciativa «Memória da cidade no tempo», direccionada para os jardins-de-infância, com o intuito de promover na criança a memória do abastecimento de água na cidade de Évora, ao longo do tempo. Esta actividade realiza-se em duas fases distintas e pretende dar a conhecer a temática através de um jogo de memória: primeiro conta-se a história através de imagens inseridas numa linha de tempo e, após a sua memorização, inicia-se o jogo com duas equipas, que tentam identificar as imagens que memorizaram. As sessões decorrem das 9:30 às 12:30 e das 14:00 às 17:00 e têm a duração de 60 minutos». In CM de Évora.
O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra é um museu interactivo de ciência que procura dar a conhecer a ciência a públicos de todas as idades, a partir das colecções de instrumentos científicos da Universidade de Coimbra e de um conjunto de experiências e actividades que envolvem o visitante. Mantém uma actividade muito diversificada, entre exposições temporárias, visitas guiadas, conversas com cientistas e ateliers, que têm tido um excelente e crescente acolhimento na sociedade portuguesa.
A requalificação do Laboratório Chimico, edifício único, representativo da história da Química, constitui a primeira fase de um projecto que visa constituir um grande pólo nacional de divulgação de ciência e de museologia científica.
Cortesia do Museu da Ciência da UC
O Museu aconselha uma visita à exposição permanente «Segredos da Luz e da Matéria», uma exposição que combina o contacto com os objectos, que ilustram a história da ciência, em Coimbra e em Portugal, com a exploração dos conteúdos, através de experiências interactivas e de suportes multimédia.
A Universidade de Coimbra é detentora de um acervo museológico científico único a nível nacional e de grande valor internacional. Os objectos das colecções de física, astronomia, química, história natural e ciências médicas, documentam, de forma marcante, o empreendimento iluminista de conhecer, descrever e compreender o mundo, o espaço, a natureza que nos rodeiam e de que fazemos parte.
Cortesia do Museu da Ciência da UC
O projecto de digitalização destas colecções procura tornar acessível ao grande público, através da pesquisa, mas também aos especialistas e historiadores da ciência, este importante património cultural e científico da Universidade de Coimbra e do país. A informatização do acervo permitirá ainda uma gestão mais eficaz, correcta e cuidada das colecções, contribuindo para a sua preservação, salvaguarda e valorização.
Cortesia do Museu da Ciência da UC
No âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade 2010, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e o Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade Nova de Lisboa promovem o projecto OS BICHOS, a desenvolver em países de língua oficial portuguesa.
Este projecto consiste na recolha de histórias tradicionais relacionadas com zoologia, mas também com a identificação de conhecimentos empíricos de pesca, pastorícia, pecuária, que possam ter sido usados, ou ainda sejam usados, por pescadores, pastores ou produtores de gado nos seus diversos ofícios. Pretendemos ainda recolher textos em forma de provérbio, adivinha ou lengalenga, desde que sejam de raiz popular e estejam relacionados com as diversas áreas da biologia. O próximo Encontro é no pf dia 27 de Maio às 15h.
Cortesia do Museu da Ciência da UC
Continuando no âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade 2010, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra apresenta uma Conferência de Rafael Marquez no pf dia 20 de Maio, às 17h.
Como Exposição Temporária, até ao pf dia 04 de Julho, o Museu apresenta Darwin 150,200. Darwin foi um dos mais importantes e influentes cientistas de todos os tempos. A ele se deve a formulação de uma teoria de evolução que permite explicar a diversidade da vida na Terra nos últimos 3 mil milhões de anos. O que conhecemos hoje sobre a biologia dos seres vivos só é compreensível com base no princípio da evolução. Além disso, uma das consequências principais das teorias de Darwin é a recolocação do Homem no seio da Natureza, ao estabelecer que a nossa espécie também evoluiu, como as outras, de antepassados que viveram muito tempo antes.
No ano passado (2009), comemoram-se 200 anos sobre o seu nascimento e 150 anos sobre a publicação da sua obra mais importante e influente «A origem das Espécies».
Cortesia do Museu da Ciência da UC
O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra assinala o contributo fundamental deste naturalista, cujo pensamento mudou completamente a nossa visão do mundo e da nossa posição na natureza.
As comemorações envolvem um conjunto diversificado de iniciativas, que incluem a realização desta exposição temporária que procura trazer junto dos visitantes as ideias avançadas por Darwin e os conhecimentos que elas permitiram adquirir, até hoje, e apresentar algumas das suas implicações sobre o futuro, em particular sobre o futuro da nossa espécie.
Cortesia do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra/JDACT
O Museu Nacional de Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, construção de finais do séc XVIII que sofreu várias adaptações para esta nova função.
O Museu Nacional de Soares dos Reis é o primeiro museu público de arte do país, tendo sido fundado em 1833 sob a égide do liberalismo. Destinou-se a recolher os bens confiscados aos conventos abandonados do Porto e aos extintos de fora do Porto (mosteiros de S. Martinho de Tibães e de Santa Cruz de Coimbra). O saque decorreu durante a guerra civil que opôs absolutistas e liberais, chefiados pelo regente D. Pedro, duque de Bragança.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
Com a designação de Museu Portuense de Pinturas e Estampas, instalou-se no Convento de Santo António, na zona oriental da cidade (Jardim de S. Lázaro), sob direcção do pintor João Baptista Ribeiro. Seguia um programa cultural e pedagógico inovador, de apoio aos artistas da Academia Portuense de Belas Artes e divulgação da arte mediante a organização de exposições públicas. Foi confirmado por D. Maria II em 1836, no âmbito das reformas da instrução pública levadas a cabo pelo ministro Passos Manuel.
Em 1839 o acervo do Museu transitou para a direcção da Academia Portuense de Belas-Artes, o que levou a um fortalecimento da relação entre o museu e o ensino artístico no século XIX. O contributo da galeria de S. Lázaro consistia na organização das exposições trienais que tiveram como resultado a reunião de pintura e escultura do Porto oitocentista. Esta colecção forma uma das partes mais consistentes do acervo documentando o retrato, a cena de costumes e a paisagem de influência naturalista.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
No âmbito das reformas institucionais da República em 1911, com uma política museológica descentralizada e tendente à especialização, inscreve-se a criação do Museu Soares dos Reis, evocativo do primeiro pensionista do Estado em escultura pela Academia Portuense de Belas Artes: António Soares dos Reis, o célebre autor do Desterrado.
Com o Estado Novo valoriza-se a conservação do património e acentua-se o papel do museu como lugar de memória de toda uma nação que se quer forte e coesa. É neste sentido que em 1932 o museu centenário adquire o estatuto de Museu Nacional, o que lhe vai proporcionar a independência face à tutela académica e a expansão patrimonial.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
A instalação no Palácio dos Carrancas em 1940 faz parte do percurso recente do Museu, na altura sob direcção de Vasco Valente. O edifício neoclássico foi adaptado a novas tendências museográficas de iluminação zenital (laminar) e dotado de condições de preservação nas galerias de arte, com recurso a critérios de exibição de ambientes no andar nobre, evocativos de estilos ou épocas.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
Esta fase integra-se no âmbito das Comemorações Nacionais de 1940 cujo programa previa certames de grande exaltação patriótica. A inauguração da exposição A Obra de Soares dos Reis celebrou o início de uma etapa importante na história do museu que situava a cultura do Porto num lugar de relevo.
Finalmente em 1942 procedeu-se ao depósito das colecções do extinto Museu Municipal do Porto, com secções muito variadas desde a pintura às artes decorativas passando pela lapidária e a arqueologia conferindo ao museu clássico de Belas-Artes um carácter misto.
À medida que se estruturava o acervo promovia-se o estudo e divulgação das colecções e estabeleciam-se novas práticas culturais, com destaque para as exposições temporárias e a edição da revista Museu pelo Círculo Dr. José de Figueiredo.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
A atracção de novas colecções marca a tendência do MNSR na década de 1950. O vector que a define orienta-se para a procura de uma certa modernidade manifesta pela aquisição de obras de autores contemporâneos, adeptos de correntes artísticas ainda em definição. Deve-se à direcção do escultor Salvador Barata Feyo, professor de escultura da Escola de Belas Artes do Porto, o qual foi director interino do MNSR entre 1950 e 1961.
Dos anos 60 até à actualidade têm vindo a registar-se esforços no sentido do incremento das relações com o público. Notar que aquela época ficou marcada pela realização de experiências inovadoras nos domínios da divulgação cultural, com a realização de exposições temporárias e a acção educativa.
A vertente educativa desenvolveu-se sob a direcção de Manuel de Figueiredo, em que o Museu viu emergir o Serviço de Extensão Escolar, com actividade dirigida a crianças, que participavam nas visitas orientadas (em regime de diálogo) e num atelier infantil. O sentido didáctico destas acções educativas alargou-se a todos os graus de ensino, traduzindo o aumento do interesse da Escola pela instituição museológica.
A dinâmica revolucionária do 25 de Abril de 1974 traduziu-se em novos apelos a artistas jovens, deixando em definitivo para trás uma óptica coleccionista e propondo-se a abertura do espaço fechado do museu clássico a uma nova arte e a um novo público, geradores de vitalidade e dinamismo.
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
Reporta-se a meados de 1970 a colaboração com o Centro de Arte Contemporânea (CAC), de cuja actividade se partiu para o projectado Museu Nacional de Arte Moderna, actual Fundação de Serralves. Documenta uma época que pôs em causa definitivamente o carácter conservador e tradicional da instituição museológica, revelando um certo impulso actualizador, iniciado já com Barata Feyo nos anos de 1950.
Quadro de José Malhoa
Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis
A última década do século XX, na sequência da criação do Instituto Português de Museus, assinala o projecto de remodelação do Museu Nacional de Soares dos Reis da autoria do arquitecto portuense Fernando Távora. Visou melhorar a exposição permanente e o alargamento dos espaços de reserva, a criação de áreas de exposições temporárias, auditório, zonas de lazer e serviços. A preservação e o estudo das colecções, a divulgação cultural e a actividade do serviço de educação, com apoio de uma sala multimédia, configuram um enquadramento novo em matéria da salvaguarda do património e acção educativa do Museu. Cortesia do Museu Nacional de Soares dos Reis/JDACT
Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleãns e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, o Museu dos Coches Reaes, como então se chamava, foi inaugurado no dia 23 de Maio de 1905.
D. Amélia, senhora de grande cultura, toma consciência do valor patrimonial das viaturas de gala da Casa Real e com o apoio de Monsenhor Joaquim Boto, Cónego da Patriarcal de Lisboa e do Conselho do Rei e do seu Estribeiro-Mor, Tenente Coronel de Cavalaria Alfredo Albuquerque, propõe-se reuni-lo, salvaguardá-lo e apresentá-lo ao público à semelhança do que acontecera, pela primeira vez em Paris em 1900, na Exposição Universal.
Auto da Inauguração
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
O local escolhido para a sua instalação foi o Picadeiro Real de Belém que deixara de ser utilizado e onde, há época, já se encontravam armazenadas algumas das principais viaturas da corte e para onde a rainha fez convergir os antigos carros nobres da Casa Real Portuguesa e respectivos acessórios, património que se encontrava disperso pelos vários depósitos e cocheiras dos palácios reais.
Da primitiva colecção faziam parte 29 viaturas, fardamentos de gala, arreios de tiro e acessórios de cavalaria utilizados pela Família Real.
Após a Implantação da Republica, em 1910, o Museu passa a designar-se por Museu Nacional dos Coches e o seu espólio foi enriquecido com outros veículos da Coroa, do Patriarcado de Lisboa e de algumas casas nobres.
Museu dos Coches
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
Hoje o Museu reune uma colecção que é considerada única no mundo devido à variedade artística das magníficas viaturas de aparato dos séculos XVII, XVIII e XIX e ao número de exemplares que integra.
De entre os veículos expostos destacam-se coches, berlindas, carruagens, seges, carrinhos de passeio, liteiras, cadeirinhas e carrinhos de criança formando um interessante conjunto que permite ao visitante compreender a evolução técnica e artística dos meios de transporte utilizados pelas cortes europeias até ao aparecimento do automóvel.
Completam a colecção um núcleo de arreios de tiro, arreios de cavalaria, selas, fardamentos de gala, de armaria e acessórios de cortejo setecentistas de que se destaca um conjunto de trombetas da Charamela Real bem como uma galeria de retratos a óleo dos monarcas da Dinastia de Bragança.
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
Em 1726, o rei D. João V compra a D. João da Silveira Telo e Meneses, 3º Conde de Aveiras, a "Quinta de Baixo", situada junto ao rio Tejo no aprazível termo de Belém na parte ocidental da cidade de Lisboa, na qual se integrava um conjunto de casas nobres, o Palácio de Belém e um Picadeiro.
Em 1786 foi mandado destruir o antigo picadeiro para, em sua substituição, ser construído o actual, obra da iniciativa do infante D. João, futuro rei D. João VI, filho da rainha D. Maria I e de D. Pedro III, grande entusiasta pela Arte Equestre.
Do projecto, em estilo neoclássico, atribuído ao arquitecto italiano Giacomo Azzolini, é de salientar o amplo salão com 50 m de comprimento por 17 m de largo, com dois pisos, apresentando, nos topos do andar superior, tribunas ligadas por duas estreitas galerias com colunata, destinadas a permitir à Família Real e à Corte assistirem aos jogos equestres.
As obras de construção do Picadeiro Real tiveram início em 1787 e muito embora a estrutura do edifício ficasse pronta um ano depois, as decorações exteriores e interiores prolongaram-se até cerca de 1828.
Em 1791 Francisco José da Costa fornecia os painéis de azulejo que decoravam as tribunas e em 1793 estava colocada a balaustrada interior que envolve o salão, obra do entalhador Gonçalo José.
Entre 1792 e 1799 participaram na decoração dos interiores, entre outros, os pintores Francisco de Setúbal, Francisco José de Oliveira, Joaquim José Lopes dito «o Bugre» e o francês Nicolau Delerive.
Nos motivos decorativos utilizados em toda a decoração do tecto e painéis nos topos do salão, predominam elementos ligados à arte equestre.
Primeiro Medalhão do Tecto do Salão Nobre
Cortesia Museu Nacional dos Coches
Destacam-se no tecto do picadeiro em tela pintada, três grandes medalhões ovais com cenas alegóricas.
No primeiro está representada a figura de um cavaleiro símbolo de Portugal ladeado por quatro figuras femininas que simbolizam os Continentes, facilmente identificados pelo animal que as acompanha, respectivamente o cavalo para a Europa, o camelo para a Ásia, o crocodilo para a África e a arara para a América.
Medalhão Central do Tecto do Salão Nobre
Cortesia Museu Nacional dos Coches
No medalhão central uma figura feminina coroada segura a cornucópia da Abundância simbolizando a Paz e Prosperidade do Reino.
Terceiro Medalhão do Tecto do Salão Nobre
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
No terceiro medalhão a alegoria da Guerra é sugerida pela figura armada de lança, escudo e elmo que segue numa quadriga puxada por leões e ladeada pela figura feminina da Vitória.
Em 1904, quando da adaptação do picadeiro a museu realizaram-se obras sob orientação de Rosendo Carvalheira, arquitecto dos Palácios Reais, sendo as pinturas então restauradas pelos pintores José Malhoa e António Conceição e Silva.
Mais tarde, em 1940, nova campanha de obras orientada pelo arquitecto Raul Lino vai permitir a ampliação da área de exposição com a construção de um novo salão lateral.
Entre 1999 e 2001 procedeu-se a uma recuperação das coberturas do edifício, e à remodelação do tecto do Salão Lateral dando ao edifício o seu aspecto actual.
Programa para o Dia Internacional dos Museus (18 de Maio)
O acontecimento de ontem, A Noite das Curiosodades
Passeio Real em Belém, 18 de Maio
Cortesia do Museu Nacional dos Coches
O Museu Nacional dos Coches conserva e expõe no ambiente requintado do antigo Picadeiro Real uma excepcional colecção de viaturas reais do século XVII aos finais do século XIX. Considerada a mais notável colecção do mundo do seu género permite ao visitante compreender não só a evolução técnica dos transportes de tracção animal como acompanhar as mudanças de gosto manifestadas nas artes decorativas tão bem expressas na ornamentação das viaturas. O Museu Nacional dos Coches é um dos museus mais visitados de Portugal e o mais visitado da cidade de Lisboa.
Visitas guiadas e livres, actividades lúdicas, oficinas, exposições, instalações, cinema, multimédia, música, concertos, teatro, debates, dança e animação de rua, são algumas das mais de 150 actividades integradas na programação da cidade dedicada à comemoração do Dia Internacional dos Museus, que se celebra no próximo dia 18 de Maio, sob o tema «Museus e Harmonia Social». As comemorações não se resumem apenas ao dia 18, decorrendo entre 15 e 18 de Maio.
Se gosta de dançar não irá perder este workshop de Danças do Mundo que o Museu vai organizar no próximo dia 15 de Maio, sábado, às 21h00. Esta iniciativa insere-se na programação da Noite no Museu e assinala a abertura das Comemorações do Dia Internacional dos Museus, este ano subordinado ao tema da Harmonia Social.
Ao longo deste workshop os participantes de todas as idades irão experimentar diversas danças tradicionais que expressam os valores, os hábitos, os costumes, as crenças, as tradições e a especificidade de cada povo. As Danças do Mundo, para além de divertidas, celebram a união, a paz e a amizade entre as nações, integrando criativamente as pessoas de diferentes proveniências, respeitando as diferenças culturais, a vida, os sentimentos e a música de cada nação.
Cortesia iporto
Nos últimos anos, o mês de Maio tem vindo a associar-se aos museus devido a duas importantes elebrações que têm lugar neste período: a Noite dos Museus e o Dia Internacional dos Museus.
A Noite dos Museus, iniciativa proposta pelo Ministério da Cultura e da Comunicação de França desde 2005, decorrerá este ano no dia 15 de Maio, sábado anterior ao Dia Internacional dos Museus. O Dia Internacional dos Museus, efeméride de grande tradição para o mundo dos museus desde o dia 18 de Maio de 1977, por proposta do ICOM, Conselho Internacional de Museus, será celebrado em 2010 sob o tema «Museus e Harmonia Social» com actividades dedicadas ao tema.
Mais uma vez o tema proposto para a comemoração do Dia dos Museus vem reiterar a questão social na contemporaneidade, com os seus permanentes desafios e necessidades, fruto das transformações de que são alvo os contextos sociais, culturais, económicos, exigindo a criação constante de «pontes» e articulações e a afinação de programas nos museus que contribuam para a integração, coesão, harmonia social.
Sou um homem afável, com uma certa distinção pessoal, modesto e acessível. Permaneço um homem do Interior, com formação coimbrã e lisboeta, quiçá, sempre provinciano e a meu modo sou culto e educado.