Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco Senra Coelho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco Senra Coelho. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Augusto Eduardo Nunes. Arcebispo de Évora. Senra Coelho. «O metropolita de Évora inseriu-se no movimento da indómita vontade da restauração mediante a orientação do mundo moderno e tudo pela salvação da humanidade que preenchia a alma, o querer e as estratégias Leão XIII»

jdact

Contexto Político-Religioso no qual viveu Augusto Eduardo Nunes, arcebispo de Évora
«(…) Politicamente, ao pretender criar um quadro constitucional assente no Parlamento, a Constituição de 1911 deu vida ao regime que faria reviver uma série de rupturas, conflitos, confrontações e instabilidades políticas que o caracteriza até 1926. Com tudo isto, multiplicaram-se as formações políticas e a diversidade ideológica. Nunca como então o acesso ao poder foi tão facilitado e ao mesmo tempo a queda desse poder tão rápida e definitiva. A decisão tomada por Portugal de participar na I Guerra Mundial comprometeu todos os ideais da regeneração do país. A crise económica agudizou-se e com ela a conflitualidade social tomou-se constante. Com a economia de guerra e com a crise que se lhe seguiu, a desorientação na política económica tomou-se total. Também os partidos republicanos se encontravam divididos a seguir à guerra. Assim, revelaram bastante dificuldade em gerir o processo político cada vez mais pulverizado entre a agitação operária de base anarco-sindicalista e a reorganização crescente das forças conservadoras, encabeçadas pelas elites católicas e por monárquicos tradicionalistas. A inércia dos governos monárquicos tinha desgastado progressivamente a imagem da Monarquia, que perante a opinião pública se identificava como uma oligarquia. Este facto beneficiou os republicanos, que, depois do Ultimato de 1890, intensificaram a sua propaganda com a finalidade de ganharem uma base social de apoio com vista à conquista do poder. Parece poder dizer-se que o ano de 1890 desencadeou, de uma forma clara e crescente, a crise do regime monárquico, anunciando o princípio do fim do sistema que haveria de desmoronar formalmente no dia 5 de Outubro de 1910.
O papa Leão XIII foi, sem dúvida, o pontífice mais destacado do seu século e também o mais importante entre Bento XIV e Pio IX. A sua política e os aspectos dessa política, nas suas incidências políticas e sociais, a sua orientação, centralizando em Roma as diversas correntes do catolicismo e da igreja, a sua dedicação à causa da Missão mundial, a sua esperança nos grandes movimentos de conversão, o seu regresso à filosofia de São Tomás de Aquino, tudo isso são manifestações de uma indómita vontade de restauração, mediante a orientação do mundo moderno e tudo pela salvação da Humanidade. Depois da sua morte, a 20 de Julho de 1903, a eleição do novo papa interessou aos políticos muito mais do que a eleição de Leão XIII em 1878. Esta realidade comprova que foi um pontificado influente e respeitado entre as nações e os crentes católicos. A este propósito, lembramos que, a 31 de Dezembro de 1900, o arcebispo Augusto Eduardo Nunes fez um sermão na Sé de Évora no qual apresentou um balanço bastante positivo do século que findara. O arcebispo de Évora, um dos mais cultos e intervenientes prelados da altura, não se referiu somente à realidade portuguesa, mas mostrou-se convicto de que no mundo católico, no nosso país e em Évora era possível encarar com esperança o presente e o futuro. O orador foi capaz, por entre luzes e sombras, de apresentar grandes vitórias do século XIX, tais como a luta contra a escravatura e o despotismo e em favor da unidade e solidariedade da família humana. O metropolita eborense lembrou também que durante o século XIX apareceram herdeiros de 1789 com o projecto de eliminar o cristianismo da sociedade e negar a revelação do sobrenatural. Segundo o arcebispo eborense, os herdeiros de 1789 pretendiam suprimir o reinado social de Jesus Cristo; mesmo assim, o catolicismo em geral ter-se-ia revigorado ao longo do século e ganho mais do que perdido. Augusto Eduardo Nunes enumerou ainda um conjunto de sinais positivos e esperançosos para o cristianismo: o maior prestígio do Papado, o impressionante surto missionário, as congregações religiosas melhoradas, a renovação da espiritualidade (devoção ao Sagrado Coração de Jesus, à Imaculada Conceição e ao Ministério do Papa). Todos estes aspectos enchiam de esperanças o arcebispo de Évora face ao século que ia começar. Constatava já como a revivência católica no século XIX iria influenciar o reinado social de Cristo no século XX, capaz de conciliar o que certa modernidade do século XIX tinha dissociado: a fé e a ciência, a religião divina e as leis humanas, a igreja e a sociedade civil.
Vivia-se num tempo em que a Igreja já não conseguia responder litúrgica e pareneticamente às novas expectativas, preocupações e sensibilidades ético-filosóficas e culturais assumidas principalmente pelas elites e por alguns estratos das populações sobretudo residentes nas maiores cidades. Com a liturgia, também a oratória sagrada teve muita dificuldade em acompanhar as novas circunstâncias. Conjuntamente, foi capaz de elaborar a apologética reclamada pelas necessidades do tempo. De facto, o arcebispo de Évora foi um prestigiado orador sacro com amplos recursos literários e doutrinais, riqueza retórica e agudeza apologética. O metropolita de Évora inseriu-se no movimento da indómita vontade da restauração mediante a orientação do mundo moderno e tudo pela salvação da humanidade que preenchia a alma, o querer e as estratégias Leão XIII. Foi no pontificado de Leão XIII que pela primeira vez a Igreja enfrentou a questão social, consequência da Revolução Industrial. O contributo do papa através da Encíclica Rerum novarum demonstra a concessão social do conjunto, que o catolicismo tinha assumido, contrapondo-se a concessão economicista individual da burguesia liberal. O arcebispo Augusto Eduardo Nunes centra a sua tese de doutoramento (1880) nesta sensibilidade de Leão XIII, antecipando-se onze anos à encíclica da questão social». In Senra Coelho, dissertação de Doutoramento, Mondeigneur Augusto Eduardo Nunes, Archbishop of Évora (1850-1920), From the University of Coimbra to Archbishop of ´+Evora in the Context of the First Republica, D. Augusto Eduardo Nunes, Professor de Coimbra, Arcebispo de Évora, Paulus Editora, Lisboa, 2010, ISBN 978-972-30-1481-5.

Cortesia de Paulus/JDACT

Augusto Eduardo Nunes. Arcebispo de Évora. Senra Coelho. «… porém, a burguesia urbana assumia uma crescente orientação racionalista e iluminista. Em 1851 ocorreu um movimento que marcou a vida política portuguesa da segunda metade do século XIX, a Regeneração…»

jdact

Contexto Político-Religioso no qual viveu Augusto Eduardo Nunes, arcebispo de Évora
«Augusto Eduardo Nunes nasceu no dia 31 de Março de 1849, natural da cidade de Portalegre, sendo papa Pio IX desde 16 de Junho de 1846 até 7 de Fevereiro de 1878. Gregório XVI tinha falecido havia dois anos e nove meses, a 1 de Junho de 1846. Entre 1826 e 1832, a maioria dos bispos portugueses receava a colaboração com o Governo liberal, negando-se o rei Pedro IV a reconhecer os bispos nomeados pelo seu rival Miguel I. Assim, numerosas sedes episcopais permaneciam vacantes, procedendo o Governo, muitas vezes de modo anticanónico, à eleição de vigários capitulares que entraram em conflito com a autoridade eclesiástica legítima, dando lugar durante muitos anos e em muitos lugares a situações verdadeiramente cismáticas. Entre os anos de 1835 e 1836 iniciou-se uma distensão política que deu frutos sobretudo nos anos seguintes a 1842, quando ocorreram negociações entre Lisboa e Roma, dirigidas com grande flexibilidade pelo cardeal Capaccini. Estas negociações avançavam paulatinamente; só depois da morte de Gregório XVI pôde por fim chegar-se a um acordo, que resolvia sobretudo a questão dos seminários e da jurisdição eclesiástica. Este acordo completou-se no ano de 1857, através de uma convenção referente aos direitos do padroado do rei de Portugal sobre as missões da Índia e da China.
Assim, a Igreja começou a reorganizar os seminários, pela sua urgência face à exigência de maior nível cultural para o Clero e à infeliz decadência pastoral e moral do mesmo. Também as ordens, incluindo os jesuítas, foram regressando de novo ao país, sobretudo depois de 1858, apesar dos obstáculos colocados pelas cripto-actividades da franco-maçonaria. Em Portugal, o povo simples permanecia ligado à prática das tradições do Catolicismo, porém, a burguesia urbana assumia uma crescente orientação racionalista e iluminista. Em 1851 ocorreu um movimento que marcou a vida política portuguesa da segunda metade do século XIX, a Regeneração, originada pelo golpe do duque de Saldanha que depôs Costa Cabral. Correspondeu a um período de estabilidade política rotativista que permitiu introduzir significativas reformas políticas, económicas e administrativas, criando uma imagem de paz e de progresso. Na década de 70, a estabilidade da Regeneração é questionada por uma nova geração de homens que colocaram em evidência as contradições da Monarquia Constitucional e alertaram para a crise económica, política e cultural que se abatia sobre o país. No seio desta Geração de Setenta ferviam ideais socialistas e republicanos. A partir da década de70, o movimento republicano começou a organizar-se por entre calorosos debates ideológicos que originaram cisões dentro do partido.
O ano de 1890 ficou marcado na História de Portugal pelo Ultimato inglês e pela forte agitação política e social que se lhe seguiu, acompanhada por uma crise financeira que veio a agravar a já difícil situação de endividamento do país. Durante este ano verificou-se o crescimento do partido Republicano, que veio a tomar-se na maior força política do país. Sabendo aproveitar-se da instabilidade governativa, da corrupção administrativa e da subversão dos mecanismos eleitorais, incluindo recursos ao caciquismo eleitoral, o Partido Republicano foi-se afirmando progressivamente como alternativa do poder constituído, dando o mote com a revolta de 31 de Janeiro de 1891. A ditadura de João Franco e o Regicídio marcaram o início de um período em que o movimento republicano revelou um crescimento acentuado. Apesar da adesão de milhares de simpatizantes ao partido, a dificuldade de conquistar o poder por via eleitoral dividiu os dirigentes republicanos, assumindo a solução revolucionária cada vez mais adeptos. Em Abril de 1909, o congresso do Partido Republicano Português elegeu um novo directório a quem foi confiada a tarefa da revolução.
Com mais de 60% da população a viver da agricultura, o país chegou ao fim do século XIX com uma enorme dívida pública e com o agravamento significativo do nível de vida da população. A Primeira República Portuguesa, instaurada com a revolução de 5 de Outubro de 1910, foi fruto de uma utopia social regeneradora da pátria. Esta, liberta da corrupção, do escândalo e do compadrio, viu-se enredada em novas dificuldades e contradições. Esta alternativa do regime em que foi constituído o movimento republicano, e esta vontade de passar do velho para o novo, acabou por se confrontar com o país economicamente em crise, com uma conflitualidade social crescente, inserido em relações internacionais nas quais se percebia já a possibilidade de um conflito em larga escala, ou até mundial. O novo regime inaugurou em Portugal o processo de laicização da sociedade, instituindo a Lei da Separação do Estado e das Igrejas. Assim, introduziu o divórcio, a validade exclusiva do casamento civil e a protecção aos filhos ilegítimos. Referindo-nos aos direitos, liberdades e garantias fundamentais, a República introduziu o novo quadro legal da estrutura judiciária e algumas melhorias no campo social. Ao nível do ensino, a República realizou importantes esforços no sentido de melhorar quantitativa e qualitativamente o processo e organização da mesma». In Senra Coelho, dissertação de Doutoramento, Mondeigneur Augusto Eduardo Nunes, Archbishop of Évora (1850-1920), From the University of Coimbra to Archbishop of ´+Evora in the Context of the First Republica, D. Augusto Eduardo Nunes, Professor de Coimbra, Arcebispo de Évora, Paulus Editora, Lisboa, 2010, ISBN 978-972-30-1481-5.

Cortesia de Paulus/JDACT

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Augusto Eduardo Nunes: Professor de Coimbra e Arcebispo de Évora. Livro da autoria do Cónego Senra Coelho. Baseado na Tese de Doutoramento «Monseigneur Augusto Eduardo Nunes, Archbishop of Évora (1850-1920): From the University of Coimbra to Archbishop of Évora in the Context of the First Republic»

(1849-1920)
Portalegre
Cortesia de paulus

Augusto Eduardo Nunes entrou no colégio de Campolide com o desejo de ser sacerdote e ingressou, mais tarde, no Seminário Patriarcal de Santarém e aí fez a formação sacerdotal revelando-se um aluno brilhante. Distingue-se de tal forma que foi escolhido para se ir formar em Teologia, na Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra, onde mais tarde chegou a leccionar. Escreveu o primeiro compêndio de Teologia Dogmática.

Em 13 de Novembro de 1884 foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Évora (como titular de Perge). Alguns anos mais tarde, em 1890, ascendeu a Arcebispo Metropolitano de Évora, cargo que exerceu até à sua morte. A seguir à Revolução Republicana de 1910 juntou-se aos restantes Bispos de Portugal, no protesto que fizeram na sequência da promulgação da Lei da Separação do Estado das Igrejas, em 1911.

«D. Eduardo Nunes fora professor da Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra antes de ser nomeado bispo de Perga com sucessão do arcebispo de Évora. D. José António Pereira Bilhano, já então inválido na sua casa de Ílhavo, vindo a falecer em 18 de Setembro de 1890. D. Augusto Eduardo Nunes surge no panorama dos nossos interesses culturais aquando do Congresso da História da Universidade de Coimbra, em 1990. Estudámos então “Para a História da Faculdade de Teologia de Coimbra no século XIX. Beneplácito Régio contra a autonomia do ensino”, publicado nas respectivas Actas (Vol. I, pp. 327-345) depois de aparecido na revista Brotéria (Vol. 131, 5, Novembro de 1990, pp. 424-441). Foi assim que nos surgiu este pormenor: um volume apresentado pelo Dr. Senra Coelho como editado em texto autónomo era separata ou algo equivalente ao aparecido na Revista de Theologia, Jornal religioso, scientífico, moral e littenario publicado em Coimbra por alguns lentes da Faculdade de Theologia com autorização do Exmº e Revmº Sr. Bispo Conde, I Anno, 1877-1888, Coimbra, Imprensa Litteraria, 1878, pp. 377-382; 417-428; 486-499; 550-565. A revista era publicada em fascículos mensais de 48 páginas. As treze primeiras partes do trabalho de A. E., Nunes trazem sob a sua assinatura a indicação de “Estudante do 4.º anno de Theologia”. O último, e conclusivo artigo, no número 12, trá-lo já (pp. 565) “Bacharel em Theologia”. O pormenor bibliográfico só demonstra o precoce interesse do Dr. Eduardo Nunes pela investigação e pela apologia dos valores cristãos». In J. M. da Cruz Pontes, Prof. Cat. Jubilado da Universidade de Coimbra, Correio de Coimbra.
Na sua arquidiocese suportou alguns momentos difíceis durante os primeiros anos após a Implantação da República, chegando mesmo a ter que fixar residência em Elvas, por ter sido exilado da sede arquidiocesana.


http://www.centenariorepublica.parlamento.pt/CongressoCvsPapers/FranciscoSenraCoelho_Paper.pdf
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=80521

«Em 1910, a 7 de Outubro fez colocar a bandeira da república e com o cabido da catedral eborense, saudou o novo regime em nome do clero da arquidiocese, esclarecendo que a Igreja Católica não estava dependente de regimes políticos e que tanto poderia cumprir a sua missão em regime monárquico como republicano. Terminava por garantir lealdade às novas autoridades da Nação, sempre em conformidade com as orientações da Santa Sé.

Aloisi Masella
Cortesia de centenariorepublicaparlamento 

D. Augusto Eduardo Nunes era colega de docência coimbrã dos grandes protagonistas da revolução e do pensamento republicano, nomeadamente de Afonso Costa. Foi neste contexto que o episcopado português e o Responsável dos Negócios da Santa Sé em Portugal, Benedetto Aloisi Masella, o escolheram para protagonizar como representante da Igreja em vários encontros com o rosto do Novo Regime para as questões eclesiásticas, que era Afonso Costa». In Augusto Eduardo Nunes, Arcebispo de Évora e a Primeira Republica.

D. Augusto Eduardo Nunes, Professor de Coimbra e Arcebispo de Évora.
Trata-se de um livro que em 3 partes aborda a Biografia, o Pensamento e Actuação do Arcebispo de Évora face ao período da Primeira Republica 1910-1920. O livro oferece ainda a edição de um valioso conjunto de obras da autoria do autor, enquanto estudante e professor na Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra, incluindo a tradução da sua Tese de Doutoramento «Ecclesiae Catholicae Munus Sociale» (1880) e os textos dos Principais documentos Colectivos do Episcopado Português, dos quais D. Augusto Eduardo Nunes foi redactor em nome de todos os colegas Bispos. A obra oferece ainda uma síntese cronológica dos principais acontecimentos da vida e do tempo do Arcebispo de Évora (1849-1920) e um apêndice fotográfico.

«Depois da proclamação da chamada «Lei das Cultuais» (Os bens da Igreja deviam ser administrados e conduzidos por grupos de leigos), ele fez, como todos os bispos, a denúncia dessa lei. Acontece que, pelo facto de terem denunciado essa lei, os bispos foram desterrados das suas dioceses, menos ele (foi desterrado apenas a 8 de Abril de 1912). Vivia uma amargura imensa e curiosa: “Devem pensar que sou um traidor e que faço uma posição dupla perante os meus colegas”.
Esta possível interpretação advém da relação que tinha com Afonso Costa, Teófilo Braga e grandes pensadores da República que foram antigos colegas em Coimbra. Daí, como muita probabilidade, ele ter sido alvo de um grande encontro pessoal com Monsenhor Aloisi Masella, responsável dos negócios da Santa Sé em Portugal, para, constantemente, dar o seu parecer. Era a pessoa da hierarquia da Igreja mais próxima dos governantes republicanos.
Por outro lado, esta pessoa que faz a redacção dos documentos colectivos do episcopado português – estava muito bem preparado teologicamente e era considerado a «boca de ouro» da Península Ibérica – tinha a capacidade de ser compreendida pelos grandes paladinos da 1ª República. Ele era uma figura grada aos professores de Coimbra». In Francisco Senra Coelho, Agência Ecclésia.

Cortesia do Correio de Coimbra/I.P. de Portalegre/Agência Ecclésia/JDACT