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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Tempo: As cartas previstas para 27FEV2010

Os modelos físico-matemáticos são um auxílio precioso para a antevisão do estado do tempo.
Deste modo, tendo como referência a Região Autónoma da Madeira e o Território do Continente, mostro as cartas de prognóstico aos diversos níveis, desde a superfície (NMM, nível médio do mar) até aos 500 hPa para os dias 26 e 27 de Fevereiro de 2010. São mapas de temperatura, vento, precipitação, humidade relativa, nebulosidade e vento vertical (Pa/seg).
NÃO se trata de qualquer caso de estudo, mas, sim de cartas de prognóstico gentilmente cedidas pelo IM, IP, AEMET, e Met Office. (Centro Europeu, (ECMWF), AEMET, Met Office).
A imagem em referência diz respeito ao prognóstico para 27FEV2010, às 12:00 UTC, do Centro Europeu (ECMWF) por gentileza do IM, IP.
JDACT

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um Caso de Estudo

O caso de estudo consiste essencialmente na análise de uma situação sinóptica, ocorrida em Portugal Continental no início da noite do dia 6 de Dezembro e que se prolongou pelo dia 7.
Foram registadas quantidades de precipitação elevadas a norte do rio Tejo e o vento soprou forte a muito forte, com rajadas que atingiram em alguns locais valores superiores a 110 km/h.
Neste estudo iremos recorrer essencialmente a imagens de satélite, nomeadamente, do vapor de água e infravermelho, a campos meteorológicos do modelo European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF) e campos derivados.
Após análise exaustiva e segundo autores que direccionaram as suas investigações para a fenomenologia meteorológica da ciclogénese, podemos afirmar que se tratou de um caso de ciclogénese explosiva. Caso de Estudo de 7 de Dezembro de 2000. Estes fenómenos de ciclogénese explosiva manifestam impactos de vária ordem, quer nos meios governativos quer na sociedade em geral, impondo significativa importância na salvaguarda de vidas humanas e bens materiais, já que são acompanhados por ventos fortes à superfície e por chuva que ultrapassa os limites de alerta previamente estabelecidos. Assim, há que analisar e documentar os motivos que levaram ao cavamento da depressão, no seu percurso de sudoeste para nordeste, vindo a afectar o estado do tempo em Portugal Continental.
JDACT