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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

O Castelo. Luis Zueco. «Deu um par de passos e pousou-a no chão, dentro de um círculo de pedras, ao lado de uma vela que se consumia. Hoje é o primeiro dia do Verão, a noite mais longa»

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O Rei Sancho III

Sierra de Leyre. Novembro de 1027

«Ora, ora. Vejo que tens muito para aprender, vou sair para o bosque. Acompanha-me, por favor. Eneca assim fez, pensando que lhe mostraria algo em particular, mas limitaram-se a caminhar até uma saliência pedregosa e aí permaneceram até que o Sol se pôs. Depois, a mulher levou-a para o interior do refúgio e instalou-a numa cavidade com chão de palha. Artal dormiria ao seu lado. Assim passou Eneca a noite naquele sóbrio lugar.

Não foi a última. A menina foi acolhida com certa indiferença pela anfitriã. que a ignorava durante grande parte do dia, mas que, ao mesmo tempo, se encarregava de que comesse e nào passasse frio. A mulher chamava-se Nunila e aquele abrigo era a sua morada. No interior, guardava todo o tipo de utensílios, ervas e beberagens. O espaço oco na montanha era profundo e estava repleto de locais de armazenamento. Além disso, a temperatura era constante lá dentro e havia pouca humidade. Nunila ordenou-lhe que a limpasse todos os dias, e Eneca, pouco habituada a esses labores, quis inicialmente opor-se. Mas, por algum estranho motivo, Nunila agradava-lhe e sentia a necessidade de lhe obedecer.

Uma manhã, saíram juntas para o bosque, acompanhadas por Artal. Aonde vamos?,  perguntou Eneca. Hoje, vou ensinar-te a apanhar cogumelos, por isso presta atenção, pois são tão saborosos e úteis como perigosos. A maioria tem veneno. Cada cogumelo bom tem o gémeo nocivo. Às vezes  a diferença entre as duas variedades é tão subtil que muitos homens confundem-nas e morrem.

Passaram grande parte da manhã a caminhar. Eneca! Olha, vês esse? É um tortulho. Tem uma espécie de chapéu. Assim é. É de cor parda, com a orla mais clara. Cresce entre faias, carvalhos e pinheiros. Nunila agachou-se e mostrou à menina como devia cortá-lo. Deambularam pelo bosque a maior parte do dia, apanhando cogumelos, e, ao chegar a noite, guisaram os mais saborosos no interior da gruta. Lembrar-te-ás de como são os tortulhos?, perguntou Nunila, sorridente. Sim, com um chapéu castanho, muito carnudo e um pé forte. E mais nada? Acho que não.

Maldita criança! O chapéu tem uma margem mais clara, a cor não é uniforme. Se não és capaz de prestar atenção a esses pormenores, não me serves para nada. Como podes ser tão estúpida? Estou só a perder tempo contigo! Eneca afastou-se a chorar. Nunila tão depressa se mostrava amável e preocupada com ela como mudava subitamente de humor, se encolerizava, desprezava-a e ignorava-a.

Decorreram as semanas e chegou o Inverno rigoroso, durante muitos dias, não puderam sair do refúgio. Nunila continuou sem falar muito com Eneca. Assim passavam os dias para a menina, até que veio a Primavera e depois o bom tempo. Numa das primeiras noites de calor, Eneca acordou às escuras e descobriu um brilho no exterior do abrigo. Sem hesitar, levantou-se e saiu da gruta. Lá fora, as chamas de uma fogueira colossal erguiam-se em direcção ao céu estrelado e Nunila fitava-as em silêncio numa das pontas, ensimesmada. Não te vais aproximar?, perguntou sem se mexer. Eneca dirigiu-se cautelosamente a ela e postou-se à sua esquerda. Nunila tinha uma faca na mão. Aproximou-a do rosto de Eneca, que viu o próprio medo reflectido na lâmina. Não se mexeu, sustendo a respiração enquanto a arma percorria, a pouca distância, o seu pescoço.

Nunila parou, fitou de novo a pequena e ergueu a faca até cortar uma madeixa do seu cabelo negro. Deu um par de passos e pousou-a no chão, dentro de um círculo de pedras, ao lado de uma vela que se consumia.  Hoje é o primeiro dia do Verão, a noite mais longa. Tempo de deixar para trás o velho e dar as boas-vindas ao novo. Vais renascer, Eneca. Tenho-te observado ao longo destes meses e por isso sei que a partir de hoje, tudo será diferente.

Nunila pegou na madeixa e introduziu-a numa pequena bolsa de couro. Depois, guardou também as pedras e o que restava da vela. Fechou-a e guardou-a. A mulher tinha razão. Depois do solstício, nada foi igual. Começou a acompanhar a mulher ao bosque, a recolher plantas e raízes. Acediam a lugares recônditos, no mais profundo do vale, entre frondosos carvalhais ou à sombra de violentos cursos de água. Assim começou Eneca a identificar os habitantes da montanha: ursos, lobos, lontras, gamos, também as árvores, os arbustos, plantas e ervas. Com tudo isso, como se fosse um curioso jogo, a cada dia aprendia algo novo. Até que, uma noite, se formou uma terrível tempestade e começou uma chuva sem fim. Durante três dias, não saíram da gruta. Longe de abrandar, uma tempestade de raios caiu sobre o bosque, desencadeando o pânico em todas as criaturas.

A menina nunca vira nada assim. Era como se, desde o alto, o céu ameaçasse abrir-se e cair sobre as suas cabeças. Não tenhas medo, Eneca, em breve passará. É apenas uma forte tempestade. E se é Nosso Senhor que está zangado? Como? Não digas disparates. Desde os tempos mais remotos que os homens sentiram a necessidade de explicar tudo aquilo que lhes causava medo. Precisavam de dar sentido ao frio, à chuva, à seca, à fome, às doenças. à morte... Porquê?, inquiriu Eneca». In Luis Zueco, El Castillo, O Castelo, 2015, Titivillus, Alma dos Livros, 2020, ISBN 978-989-899-914-0.

Cortesia de AdosLivros/JDACT

JDACT, Luis Zueco, Idade Média, Século XI, Espanha, Literatura, História,

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

O Castelo. Luis Zueco. «La muchacha siguió el aleteo de la lechuza, mientras la claridad del día comenzaba a inundar el bosque, hasta que la perdió de vista. Miró a su alrededor»

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El Rey Sancho III

Sierra de Leyre. Novembro de 1027

«Frente a ellos la lechuza giró sus ojos rasgados. Eneca dio un par de pasos hacia ella, extendió su brazo derecho y lo colocó a escasos palmos del ave, que pestañeó antes de agitar sus enormes alas. Eneca no se movió y la lechuza se posó sobre su muñeca. Dime, dónde están mis padres? La lechuza no se giró. Tú lo sabes, espíritu del bosque, adónde debo ir? La lechuza extendió de nuevo las alas y voló a unos pasos de distancia, mientras el resplandor de los primeros reflejos dorados del nuevo día asomaba por entre las montañas. El ave se elevó y voló hacia la salida del astro. Artal! Nos vamos.

La muchacha siguió el aleteo de la lechuza, mientras la claridad del día comenzaba a inundar el bosque, hasta que la perdió de vista. Miró a su alrededor. Se hallaba en un claro, en la ladera hacia un valle. Olfateó un olor que llamó su atención, parecía un fuego. Algo estaba quemándose cerca. Artal también se percató y siguió el rastro. Se detuvo y observó a Eneca, esperando. La niña buscó de nuevo a la lechuza, pero esta había desaparecido, así que caminó hacia su perro, que reanudó su marcha, avanzando por los matorrales. Eneca apenas podía seguirle entre la vegetación y estaba a punto de detenerse, cuando llegó a un lugar resguardado excavado en la roca. Una humareda blanca nacía de una fogata a sus pies. Ella se acercó precavida. No había nadie, pero sobre el fuego había una cazuela de barro.

Quién eres tú?, la asustó una voz a su espalda. La niña se volvió y halló frente a ella el rostro de una mujer con la piel más oscura que nunca habían visto sus ojos. Su mirada y su cabelo también vestían de penumbra, e incluso sus ropas tenían el color de la noche. Me llamo Eneca. Y qué hace una pequeña como tú sola en el bosque? No estoy sola, replicó la niña, tengo a mi perro y pronto mi madre vendrá a buscarme. Un magnífico mastín, y de dónde vienes? De Xabier, mi padre es el tenente del castillo. Nos atacaron y… logramos huir.

Interesante, y quién atacó Xabier? El demonio de ojos de sangre. La mujer se estremeció al oír aquellas palabras y escrutó de nuevo a la niña, esta vez con más énfasis y desconfianza. Tienes hambre? Estás hecha un saco de huesos. Siéntate ahí y comeremos algo caliente. Eneca obedeció y la mujer le sirvió una sopa con tropezones de una carne cuya procedencia animal era difícil de adivinar, y también alimentó al perro.

Una niña como tú no debe deambular sola, los hombres son unos animales y se dejan llevar por sus peores instintos. Es mejor que permanezcas conmigo. Tengo que encontrar a mis padres! Dime, los has visto en tus sueños? No, a ellos no. Bien, asintió, al tiempo que se llevaba una hierba a la boca que comenzó a masticar. Yo necesito ayuda, quédate aquí, al menos un tiempo. Hay cosas que debes aprender antes de seguir tu camino. Todo sucede por alguna razón, absolutamente todo. El destino nos guía a través de la vida, de esta y de las otras. Qué otras?

Vaya, vaya. Veo que tienes mucho que aprender, voy a salir al bosque. Acompáñame, por favor.  Así lo hizo Eneca, pensando que le mostraría algo en particular, pero sólo caminaron hasta un saliente pedregoso y permanecieron allí hasta que se puso el sol. Después, la mujer la llevó hasta el interior del refugio y la acomodó en una cavidad con el suelo de paja. Artal dormiría a su lado». In Luis Zueco, El Castillo, O Castelo, 2015, Titivillus, Alma dos Livros, 2020, ISBN 978-989-899-914-0.

 Cortesia de AdosLivros/JDACT

DACT, Luis Zueco, Idade Média, Século XI, Espanha, Literatura, História,

domingo, 15 de outubro de 2023

O Castelo. Luis Zueco. «Quizá fuera uno de esos espíritus que pueblan el bosque, o de esas mujeres que son capaces de transformarse en formas extrañas y viajar de un lugar a outro»

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El Rey Sancho III

Sierra de Leyre. Novembro de 1027

«Artal era tan listo como muchos hombres, de pelaje espeso y completamente blanco, como un copo de nieve recién caído. No conocía el frío, aunque en los veranos calurosos sufría con el viento cálido de poniente. Le gustaba la lluvia y correr entre los charcos que se formaban alrededor de la torre. Eneca había perdido la noción del tiempo desde que se separó de su madre y llegó al puente sobre el río.

Desde entonces, había caminado siempre hacia la salida del sol. No recordaba cuándo había desfallecido, pero al menos ya no estaba sola. Conforme se iba recuperando, pensaba en qué habría sido de su padre, que defendía lo alto de la torre; de su abuela, que se quedó para ocultar su huida; y su madre? Por qué ella le había dejado sola? No lo estaba. Artal frotó el hocico contra su espalda, empujándola para que se levantara. Eneca le hizo caso y le siguió entre la penumbra verdosa de la vegetación. Así, llegaron hasta un riachuelo, y Artal metió el morro en la corriente para beber con su alargada lengua. Después miró a Eneca y esta introdujo sus manos. El agua estaba fría, pero se lavó la cara, y comenzó a sentirse algo mejor. Se pasó las manos húmedas por el cuello, la frente y los hombros y volvió a introducir las dos palmas formando un cuenco del que beber. Aquello la devolvió a la vida.

Vamos, Artal , tenemos que buscar algo de comer. Eneca caminó siguiendo el curso del agua, rastreando la orilla, mientras su perro olisqueaba algunas plantas que iban encontrándose a su paso. Hasta que la muchacha se detuvo frente a un imponente árbol de cuyos pies brotaban raíces que se sumergían de nuevo en la tierra y sus ramas estaban tan altas que no podía alcanzarlas. Fue a la base de su tronco y escarbó, primero con las manos y, cuando se percató de que era tarea inútil, buscó un par de piedras. Con una de ellas dio forma a la otra, para después utilizarla en la misma tarea. Con ayuda de sus rudimentarios útiles, encontró unas raíces verdosas, que fue partiendo antes de lavarlas en el río. Masticó la primera de ellas, después la succionó, extrayendo toda la savia, continuó con la segunda a la vez que le daba otra a Artal .

Esa noche la pasaron en otro abrigo que encontraron antes de la puesta de sol, donde el riachuelo vertía sus aguas a un cauce mayor. Recordó cómo le habían enseñado a hacer fuego y buscó las rocas adecuadas, reunió hojas y ramulla secas, y, por último, se afanó en encontrar el lado donde menos pegara el viento para, después de casi una docena de intentos, lograr que una chispa cebara la escueta hoguera, a la que añadió ramas más considerables y alguna piña que prendió de manera efusiva. Se acurrucó contra Artal y cerró los ojos. Era complicado hacerlo cuando, en sueños, no dejaba de ver a sus padres sufriendo. Así que despertó antes del alba y permaneció en vigilia observando las estrellas de la bóveda celeste, todas estaban allí suspendidas y se movían al unísono alrededor de la tierra que pisaban los hombres.

Era hermoso verlas brillar y, en el profundo silencio de aquellas montañas, parecía como si pudieras elevarte y tocarlas con la punta de los dedos. No fue eso lo que sucedió, más bien lo contrario, pues creyó ver a un ser volando sobre las copas de los árboles. Quizá fuera uno de esos espíritus que pueblan el bosque, o de esas mujeres que son capaces de transformarse en formas extrañas y viajar de un lugar a otro.

Y soltó un tremendo grito cuando algo descendió frente a ella. Artal se despertó y se encaró con aquel ser. Era una lechuza blanca, que parecia mirarla impasible, mientras su perro ladraba de manera incesante. Tranquilo, le acarició el cuello, no pasa nada, tranquilo. El animal se fue apaciguando». In Luis Zueco, El Castillo, O Castelo, 2015, Titivillus, Alma dos Livros, 2020, ISBN 978-989-899-914-0.

Cortesia de AdosLivros/JDACT

JDACT, Luis Zueco, Idade Média, Século XI, Espanha, Literatura, História,

terça-feira, 3 de outubro de 2023

O Castelo. Luis Zueco. «A su lado, Artal le lamía la cara enredando su cabello negro. Su mastín siempre la había acompañado desde que su madre se lo regaló al cumplir once años…»


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Pamplona. 22 de Novembro do ano de 1027

«Por supuesto, eso nadie lo duda, dijo Ramiro, mirando de nuevo a Lope.  Quizá sí podáis servirme. No aquí, sino fuera de estos muros. Lo siento, mi señor, no os entiendo. Cómo podría yo serviros lejos de la corte? Este reino es extenso, en Pamplona en muchas ocasiones no nos percatamos de lo que en realidad sucede en las zonas más alejadas y peligrosas. Dos damas ataviadas con sayas de vivos colores y mangas voladas saludaron a ambos nobles. Escuchad con atención, Lope de Ferrech, si me ayudáis sabré recompensaros. Como bien habéis dicho antes, vos sois el último de los hijos del rey en la sucesión, sería más práctico para mí servir a vuestros hermanos.

Aprendéis rápido, sonrió, eso que habéis dicho ahora no es correcto. Para una mente estrecha de miras, podría parecer que estáis en lo cierto. Sin embargo, si profundizáis en la situación os dareis cuenta de que mis hermanastros tienen más aduladores a su lado de los que pueden contar. Nunca podrán conceder a todos ellos lo que les han prometido. En cambio, yo, y abrió los brazos invitándole a que mirara a su alrededor,  estoy solo. Tendré que pensarlo, susurró Lope de Ferrech con el rostro contrariado. Hacedlo rápido, no queda excesivo tiempo. Para qué? Qué va a ocurrir? Lope, dijo Ramiro, cogiéndole del hombro, volvamos a la fiesta.

El Rey Sancho III

Sierra de Leyre. Novembro de 1027

Al alba, Eneca despertó en un abrigo en lo profundo de la montaña. Temblaba de frío, tenía las manos hinchadas y la garganta seca. Parecía no comprender las imágenes que se formaban en sus retinas y, por mucho que intentará abrir y limpiarse los ojos, estas no se tornaban más concisas. Se arrastró por el suelo húmedo hasta lograr incorporarse con torpeza sobre sus cansadas piernas. Salió a un claro del bosque con las manos por delante, como uno de esos ciegos que a veces llegaban a la aldea pidiendo limosna. Ella sí podía ver, pero no era capaz de interpretar lo que le rodeaba.

Tenía la boca seca y los orificios de la nariz taponados com mucosidades, como si también tuviera atrofiados los sentidos del gusto y el olfato. Se tropezó con unas ramas y cayó de bruces contra una zona embarrada. Intentó levantarse, resbaló y volvió a golpearse contra el fango. Allí quedó. Inmóvil, exhausta, sin voz ni conciencia. Como si deambulara por un sueño, entre la bruma de la montaña y el inmenso silencio atrapado entre la muralla de árboles que conformaban aquel tupido paisaje.

En la cima de su desasosiego, creyó oír algo. Supo que era una percepción real, como un grito que tiraba de ella y la devolvía a la vida. Sí, ahora lo escuchaba mejor, era un ruido cortante, que vibraba entre los árboles. Un aullido de animal, que rebotaba entre el follaje de encinas y carrascas. No, era un sonido más conocido, un ladrido. Y entonces sintió un aliento sobre su rostro.

A su lado, Artal le lamía la cara enredando su cabello negro. Su mastín siempre la había acompañado desde que su madre se lo regaló al cumplir once años y, ahora que apenas había pasado uno, ya se había convertido en un animal hermoso y fuerte, capaz de asustar a las caballerizas, y rápido cuando salía de caza con los escuderos de su padre. No sabía cómo, pero Artal había escapado de la aldea y seguido su rastro por el bosque hasta dar con ella.

Al reconocerle, empezó a entender también lo que le rodeaba, a interpretar los sonidos y las formas, y un haz de luz le devolvió al mundo de los sentidos». In Luis Zueco, El Castillo, O Castelo, 2015, Titivillus, Alma dos Livros, 2020, ISBN 978-989-899-914-0.

Cortesia de AdosLivros/JDACT

JDACT, Luis Zueco, Idade Média, Século XI, Espanha, Literatura, História,