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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Os Selos 2009 dos CTT: Os Primeiros Dez Anos do Euro. «O euro representa um decisivo passo no longo processo de integração europeia, desde a instituição, em 1957, da Comunidade Económica Europeia, criando um quadro de estabilidade e de progresso para os cidadãos e para as economias dos países participantes»

Cortesia de ctt

Os primeiros dez anos do euro.
«Em 1 de Janeiro de 2009 passam dez anos sobre um dos momentos cimeiros do projecto europeu e da história contemporânea – a criação do euro.

Com efeito, em 1 de Janeiro de 1999 tinha início a chamada terceira fase da União Económica e Monetária, prevista no Tratado da União Europeia, com a introdução do euro e a condução de uma política monetária e cambial únicas, da responsabilidade do Eurosistema (formado pelo Banco Central Europeu e pelos bancos centrais nacionais dos Estados-Membros participantes na área do euro, nos quais se inclui o Banco de Portugal).

Cortesia de ctt

Naquela data, Portugal e mais dez Estados-MembrosBélgica, Alemanha, Irlanda, Espanha, França, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Áustria e Finlândia – preenchiam as condições para adoptar o euro. Actualmente, a área do euro integra dezasseis países, após a adesão da Grécia (1 de Janeiro de 2001), Eslovénia (1 de Janeiro de 2007), Chipre e Malta (1 de Janeiro de 2008) e Eslováquia (1 de Janeiro de 2009).

Para a grande maioria dos cidadãos, no entanto, o euro apenas se tornaria visível em 1 de Janeiro de 2002, com a entrada em circulação de moedas e notas de euro.

O euro representa um decisivo passo no longo processo de integração europeia, desde a instituição, em 1957, da Comunidade Económica Europeia, criando um quadro de estabilidade e de progresso para os cidadãos e para as economias dos países participantes. Cerca de 320 milhões de cidadãos da área do euro comprovam, no dia-a-dia, as vantagens da utilização de uma moeda que também se tornou referência internacional.

Cortesia de ctt

Ao associar-se à celebração dos dez anos do euro enquanto símbolo da identidade europeia e factor de integração e de desenvolvimento, a presente emissão filatélica celebra igualmente o esforço conjunto dos países da União Europeia em prol de um projecto determinado a garantir a paz e a prosperidade do continente europeu». In CTT, Os Primeiros Dez Anos do Euro

Cortesia dos CTT/JDACT

terça-feira, 8 de junho de 2010

Os Selos 2009 dos CTT: As Mulheres da República

Cortesia dos CTT
«Com a institucionalização da República as mulheres portuguesas ganharam mais direitos cívicos, muito embora sem correspondência nos direitos políticos. O seu activismo cívico e associativo conheceu no entanto um vigoroso desenvolvimento.
Cortesia dos CTT
A presente emissão de selos evoca algumas das mais destacadas figuras de mulheres do período inicial da República, designadamente: Adelaide Cabete (1867-1935), médica ginecologista, professora e grande feminista, lutou contra o flagelo da mortalidade infantil, do alcoolismo feminino e da prostituição, fundou a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e organizou o I Congresso Feminista e de Educação; Ana de Castro Osório (1872-1935), escritora, em especial de literatura infantil, editora, pedagoga, publicista, conferencista, defensora dos ideais republicanos, fundou a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e esteve ligada a outros movimentos feministas.
Cortesia dos CTT
Angelina Vidal (1853-1917), professora, jornalista e propagandista dos direitos dos operários, nomeadamente das mulheres, republicana assumida com intervenções públicas de cariz social; Carolina Beatriz Ângelo (1877-1911), médica (a primeira a operar no Hospital de S. José) e primeira eleitora portuguesa, em 1911, pertenceu a várias organizações feministas, tendo dirigido a Associação de Propaganda Feminista; Carolina Michaëlis de Vasconcelos (1851-1925), romancista, destacou-se no ensino, tendo sido a primeira mulher admitida como professora universitária na Faculdade de Letras de Coimbra.
Cortesia dos CTT
Emília de Sousa Costa (1877-1959), escritora e defensora da educação feminina, contribuiu para a criação da Caixa de Auxílio a Raparigas Estudantes Pobres, leccionou na Tutoria Central de Lisboa, instituição para crianças delinquentes ou abandonadas e pertenceu ao Conselho Central da Federação Nacional dos Amigos das Crianças; Maria Veleda (1871-1955), professora do ensino primário, escritora para crianças, fez parte da Liga Republicana de Mulheres Portuguesas e do Grupo Português de Estudos Feministas, sendo defensora da emancipação e participação política das mulheres; Virgínia Quaresma (1882-1973), jornalista, distinguiu-se pelas suas reportagens de teor politico e social, designadamente em O Século e em A Capital e, também, no Brasil.
Cortesia dos CTT
Foi das primeiras mulheres a licenciarem-se pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo sido condecorada com a Ordem de Santiago pelos serviços prestados ao país durante a Grande Guerra». In CTT, Mulheres da República
Cortesia CTT/JDACT