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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Museu Guggenheim. Bilbau: Parte III. Abstracción pictórica, 1949-1969: Selecciones de las Colecciones Guggenheim. Até 8 de Janeiro de 2012. «Esta exposição explora as correntes mais importantes da arte americana e europeia durante a década de 1950-1960. Revela as surpreendentes afinidades surgidas na arte dos dois continentes»


Cortesia do mguggenheim



«Planteada principalmente con fondos de las Colecciones Guggenheim de Nueva York y Bilbao, esta exposición explora las corrientes más importantes de la pintura americana y europea durante las décadas de 1950 y 1960. En EE. UU., la posguerra supone la aparición de la primera vanguardia con influencia internacional: se desarrollan movimientos como el Expresionismo Abstracto y la Pintura de Campos de Color; en Europa, el Tachismo y el Informalismo compartieron la tendencia del Expresionismo Abstracto a rechazar las formas tradicionales de composición en favor de una pintura más gestual.

Introducción
Planteada principalmente con fondos de la colección de la Solomon R. Guggenheim Foundation y del Museo Guggenheim Bilbao, esta exposición explora las corrientes más importantes del arte americano y europeo durante las décadas de 1950 y 1960, revelando las sorprendentes afinidades surgidas en el arte de ambos continentes. En los Estados Unidos, la posguerra supone la aparición de la primera vanguardia con influencia internacional, con el desarrollo de movimientos como el Expresionismo Abstracto, la Pintura de Campos de Color y el Arte Pop. En Europa, por su parte, el Grupo CoBrA, el Tachismo y el Informalismo compartieron la tendencia del Expresionismo Abstracto a rechazar las formas tradicionales de composición en favor de una pintura más gestual. Artistas destacados de la exposición son Jackson Pollock, Willem de Kooning, Ellsworth Kelly, Robert Rauschenberg, Karel Appel, Alberto Burri, Antoni Tàpies, Yves Klein, Jean Tinguely y Piero Manzoni, entre otros.

Cortesia do mguggenheim

Tras el caos provocado por la Segunda Guerra Mundial y al amparo de la filosofía existencialista, los artistas europeos recurrieron a la hibridación y a la síntesis, en contra de los valores utópicos y experimentales que habían caracterizado a los artistas de generaciones anteriores. Para los artistas de la España de Franco y del Este de Europa, aún oprimidos por la tiranía política y estética, esas obras de arte fueron un símbolo de liberación política. El Arte Informal, o arte sin forma, abarca una gran variedad de prácticas abstractas y métodos pictóricos que emergieron en esa posguerra. Rechazando los últimos baluartes del humanismo clásico y sus principios artísticos más significativos, como la armonía tonal, el equilibrio y la composición integral, la pintura informal abogó por la libertad en la expresión artística. Este movimiento es conocido, en sus diversas manifestaciones, como Pintura Gestual, Abstracción Lírica, Arte Matérico y Tachismo (del francés tache, "mancha").Artistas como Alberto Burri en Italia, JeanDubuffet en Francia y Antoni Tàpies en España, utilizaron materiales distintos al óleo en sus lienzos, mientras que otros exploraron estrategias que consideraban más científicas, objetivas e interactivas por naturaleza, en particular las pinturas monocromas y el Arte Cinético, como demuestran las obras de YvesKlein, Piero Manzoni y Jean Tinguely.


Cortesia do mguggenheim

Mientras tanto, la pintura en EE. UU.evolucionaba hacia un estilo muy expresivo basado en el gesto. Como los informalistas, los expresionistas abstractos no compartían un estilo único o una temática universal. Sin embargo, el interés en el proceso y en los fundamentos de la creación artística, así como una tendencia inexorable hacia la abstracción influida por el subconsciente y las emociones de los artistas, se convirtieron en el motor del movimiento. La Pintura de Acción buscaba aunar forma y emoción a través de métodos innovadores en la aplicación de la pintura —verter y salpicar, además de utilizar el pincel— en un intento de enfatizar el acto de pintar y la superficie pictórica, algo apreciable en las obras de Willem deKooning y Jackson Pollock. Otros, comoRobert Motherwell y Mark Rothko, emplearon grandes campos de color para evocar estados espirituales. Pertenecientes en su mayoría a las Colecciones Guggenheim de NuevaYork y Bilbao, las obras de esta exposición, comisariada por TraceyBashkoff, Curatorde Colecciones y Exposiciones, y Megan Fontanella, Curator Adjunta, las dos del Solomon R. Guggenheim Museum, revelan las sorprendentes afinidades entre artistas que trabajaron en distintos continentes durante la emergente Guerra Fría». In Museu Guggenheim, Bilbao.


Cortesia do Museu Guggenheim, Bilbao/JDACT

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Museu Guggenheim. Bilbau: Parte II. Exposições Permanentes (A Matéria do Tempo; Haunted, Fotografía/Vídeo/Performance contemporâneos; Selecção da Colecção do Museu Guggenheim Bilbau; Selecção de obras instaladas no exterior e de peças específicas)

Richard Serra, 1939, A matéria do tempo
Cortesia deguggenheimbilbao



http://www.guggenheim-bilbao.es/


A missão do Museu Guggenheim  de Bilbau é reunir, conservar e investigar a arte moderna e contemporânea e expô-la no contexto da História da Arte desde as múltiplas perspectivas, dirigida a uma audiência vasta e diversifcada.

O objectivo é contribuir para o conhecimento e disfrutar da arte e dos valores que representam, no conjunto de uma obra emblemática de arquitectura, como peça fundamental da rede dos Museus Guggenheim. Um símbolo da vitalidad do País Basco.

Museu Guggenheim. Bilbau: Caprichosa forma escultórica, por materiais de revestimento brilhantes e pela orgânica integração da ponte vizinha e da frente urbana com a plataforma ribeirinha que estava numa cota inferior. Um conjunto de lanternins com imagem de velas que reproduzem o efeito dum casco de barco

Cortesia de destinosdeviagem

O Museu Guggenheim, situado na cidade basca de Bilbau é um dos cinco museus pertencentes à Fundação Solomon R. Guggenheim no mundo. Projectado pelo arquiteto norte-americano Frank Gehry é um dos locais mais visitados de Espanha. O projecto fez parte de um esforço para revitalizar a cidade de Bilbau. O museu é coberto por superfícies de titânio curvadas em vários pontos, que lembram escamas de um peixe, mostrando a influência das formas orgânicas presentes em muitos trabalhos de Gehry. Do átrio central, que tem 50 metros de altura e lembra uma flor cheia de curvas, saem corredores para os três níveis de galerias. Visto do rio, o edifício parece ter a forma de um barco, homenageando a cidade portuária de Bilbau.

Cortesia de oasrs
«A primeira ideia da Fundação Guggenheim para a implantação de um museu na cidade de Bilbau consistia na adaptação de um antigo armazém de vinho com 28 000 m2, construído nos princípios do século. Em 1991 confrontam o arquitecto Frank Gehry com esta intenção que, após viagem a Bilbau, aconselha a transferir a sua localização para junto da ria. Procedeu-se então à compra de um terreno industrial junto à ria e à ponte de La Seve. No ano seguinte foi aberto concurso de arquitectura para o qual foram convidadas três equipas: uma europeia, a vienense Coop Himmelblau, uma americana, coordenada por Frank Gehry e uma asiática, liderada pelo japonês Arata Isozaki.

Cortesia de arquiteturaradical
A intenção fundamental da Fundação era que este edifício transmitisse uma forte identidade icónica por forma a atrair, pelas suas qualidades arquitectónicas, um público específico, tal como se verificava com o museu nova-iorquino, desenhado por Frank Lloyd Wright. A partir deste pressuposto, e procurando evitar a solução do grande contentor neutro e universal, o júri escolheu a proposta de Frank Gehry, caracterizada pela caprichosa forma escultórica, por materiais de revestimento brilhantes e pela orgânica integração da ponte vizinha e da frente urbana com a plataforma ribeirinha que estava numa cota inferior.

Cortesia de viajandaun 
A solução de Gehry apresentava uma longa forma orgânica dinamizada por um conjunto de lanternins com imagem de velas que reproduzem o efeito dum casco de barco. A densa sobreposição e intersecção de formas com contornos curvos é acentuada pelo revestimento com um material reluzente e raro, bastante utilizado na indústria aeronáutica, o titânio. Esta pele em escamas alterna com placagem de pedra que se prolonga para os espaços interiores. O corpo central onde convergem todos os volumes, inicialmente em forma de flor, transformou-se numa torre de luz e de distribuição espacial que, pela sua verticalidade se opunha à grande sala de exposição que continha longos lanternins para entrada de luz zenital. Para além das longas salas de exposição do piso térreo, o museu possui um núcleo de galerias de exposição em solução clássica.

Cortesia de arquiteturaradical 
Os trabalhos de construção foram iniciados a 22 de Outubro de 1993, sendo o museu inaugurado a 19 de Outubro de 1997. O edifício implanta-se num terreno de 32 700 m2 e tem 28 000 m2 de área de construção. Para além dos espaços expositivos contém um auditório, biblioteca, oficinas, livraria e loja, restaurante e cafetaria. Constituindo um dos momentos mais interessantes da obra de Gehry, o Guggenheim culmina uma série de pesquisas formais no sentido de criar uma linguagem escultórica, fragmentária e curvilínea. Estas formas distorcidas recordam as formas de concha do teatro da Ópera de Sydney, de Jorn Utzon, e o projecto do próprio Gehry para o Museu Frederich R. Weisman em Mineápolis.
Para Bilbau este equipamento representa o início da renovação da vasta área industrial que acompanha a margem do rio Nervión». In Museu Guggenheim de Bilbau. Infopédia. Porto, Porto Editora, 2003-2010.  www: .

Cortesia de Infopédia/JDACT