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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Mudança de Hora. 26 de Outubro de 2014. Domingo. «Dorme-se mais uma hora! A hora será mudada do horário oficial de Verão para o de Inverno já no próximo Domingo, dia 26 de Outubro, seguindo a legislação da União Europeia. Nesse sentido, todos fazem a transição no mesmo dia e à mesma hora»

Cortesia de wikipedia

Mudança de Hora
«Portugal Continental
Em conformidade com a legislação, a hora legal em Portugal continental: - será atrasada 60 minutos às 2 horas de tempo legal (1 hora UTC) do dia 26 de Outubro.

Região Autónoma da Madeira
Em conformidade com a legislação, a hora legal na Região Autónoma da Madeira: - será atrasada 60 minutos às 2 horas de tempo legal (1 hora UTC) do dia 26 de Outubro.

Região Autónoma dos Açores
Em conformidade com a legislação, a hora legal na Região Autónoma dos Açores: - será atrasada 60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 26 de Outubro.

«A mudança da hora suscita sempre as mesmas dúvidas: é mais uma ou menos uma? Os ponteiros do relógio recuam 60 minutos para assumir o horário de Inverno. Os relógios vão atrasar uma hora na madrugada do próximo domingo, dia 26 de Outubro, das 2h para as 1h em Portugal Continental e Madeira, e das 01h00 para as 00h00 nos Açores, oficializando a passagem para o horário de Inverno». In Expresso
Seguindo a legislação da União Europeia, a hora será mudada do horário oficial de Verão para o de Inverno já no próximo Domingo (26 de Outubro). A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia como um todo e não uma decisão individual de cada país. Nesse sentido, todos fazem a transição no mesmo dia e à mesma hora.

Legislação
Portugal Continental
Decreto-Lei nº. 17/96, de 8 de Março
Artigo 1º.
1 – A hora legal de Portugal continental coincide com o tempo universal coordenado (UTC) no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Outubro e a 1 hora UTC do último domingo de Março seguinte (hora de Inverno).
2 – A hora legal coincide com o tempo universal coordenado aumentado de sessenta minutos no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Março e a 1 hora UTC do último domingo de Outubro (hora de Verão).
Artigo 2º.
As mudanças de hora efectuar-se-ão adiantando os relógios de sessenta minutos à 1 hora UTC do último domingo de Março e atrasando-os de sessenta minutos à 1 hora UTC do último domingo de Outubro seguinte.

Região Autónoma da Madeira
Decreto Legislativo Regional nº. 6/96/M, de 25 de Junho
Artigo 1º.
1 – A hora legal da Região Autónoma da Madeira coincide com o tempo universal coordenado (UTC) no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Outubro e a 1 hora UTC do último domingo de Março seguinte (hora de Inverno).
2A hora legal coincide com o tempo universal coordenado aumentado de sessenta minutos no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Março e a 1 hora UTC do último domingo de Outubro (hora de Verão).
Art. 2º.
As mudanças de hora efectuar-se-ão adiantando os relógios de sessenta minutos à 1 hora UTC (à 1 hora de tempo legal) do último domingo de Março e atrasando-se de sessenta minutos à 1 hora UTC (às 2 horas de tempo legal) do último domingo de Outubro seguinte.

Região Autónoma dos Açores
Decreto Legislativo Regional nº. 16/96/A, de 1 de Agosto
Artigo 1º.
A hora legal dos Açores coincide com o tempo universal coordenado (UTC) diminuído de sessenta minutos no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Outubro e a 1 hora UTC do último domingo de Março seguinte (período da hora de Inverno) e coincide com o tempo universal coordenado no período compreendido entre a 1 hora UTC do último domingo de Março e a 1 hora UTC do último domingo de Outubro seguinte (período da hora de Verão).
Art. 2º.
As mudanças de hora efectuar-se-ão adiantando os relógios de sessenta minutos à 1 hora UTC (0 horas de tempo legal) do último domingo de Março e atrasando-os de sessenta minutos à 1 hora UTC (1 hora de tempo legal) do último domingo de Outubro seguinte».
In Observatório Astronómico de Lisboa, 2014

Cortesia de OALisboa/JDACT

sábado, 27 de outubro de 2012

Amanhã, Domingo, dorme-se mais uma hora. «A hora será mudada do horário oficial de Verão para o de Inverno já no próximo Domingo, dia 28 de Outubro, seguindo a legislação da União Europeia. A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia»


Cortesia de expresso

 

«A mudança da hora suscita sempre as mesmas dúvidas: é mais uma ou menos uma? Confira no gráfico animado que o relógio recua 60 minutos para assumir o horário de Inverno e veja a hora em algumas cidades do mundo.


Os relógios vão atrasar uma hora na madrugada do próximo domingo, das 2h para as 1h em Portugal continental e Madeira, e das 01h00 para as 00h00 nos Açores, oficializando a passagem para o horário de Inverno.
"A hora será mudada do horário oficial de Verão para o de Inverno já no próximo Domingo, dia 28 de Outubro, seguindo a legislação da União Europeia. A existência destes horários no espaço europeu é uma decisão da União Europeia como um todo e não uma decisão individual de cada país. Nesse sentido, todos fazem a transição no mesmo dia e à mesma hora", explicou à Lusa o director do Observatório Astronómico de Lisboa, Rui Agostinho». In Expresso.

Cortesia de Expresso/JDACT

terça-feira, 21 de junho de 2011

Observatório Astronómico de Lisboa. 150º Aniversário da Fundação: Parte II. Solstício de Verão 2011. «Tem inicio hoje, dia 21 de Junho, às 18h16m. ... O OAL Dá a conhecer o riquíssimo património histórico, arquitectural e instrumental, da Astronomia portuguesa e mundial nos séculos XIX e XX»


Cortesia de oal

«O Observatório Astronómico de Lisboa foi edificado entre 1861-67, desenvolvendo excelentes competências em trabalhos de Astrometria no séc. XIX e parte do séc. XX, o que lhe granjeou fama internacional. Foi integrado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em Março de 1995, mantendo a sua estrutura humana própria, onde usufrui de um ambiente científico moderno desenvolvido no meio académico. Actualmente as actividades e objectivos incluem globalmente a investigação científica e histórica, a preservação e divulgação patrimonial e a oferta de um serviço público de excelência. Podemos mencionar, entre estas tarefas, que o OAL:
  • Mantém e fornece a Hora Legal ao País segundo os mais modernos protocolos e meios tecnológico-científicos, dirigindo a Comissão Permanente da Hora.
  • Desenvolve investigação científica em Astronomia e Astrofísica modernas, nos tópicos mais actuais e candentes, com recurso aos grandes instrumentos em observatórios internacionais, europeus e sondas espaciais. Através do seu braço de investigação científica, o Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL), conta-se a participação em muitos projectos internacionais, assim como a formação de estudantes de pós-graduação e o financiamento da investigação.
  • Preserva e disponibiliza para o estudo científico-histórico o acervo documental e bibliográfico dos séc. XIX e XX, onde se contam algumas obras ímpares em Portugal e no mundo.
  • Dá a conhecer o riquíssimo património histórico, arquitectural e instrumental, da Astronomia portuguesa e mundial nos séculos XIX e XX.
  • Divulga a cultura científica junto do público e das escolas do ensino básico ao secundário.


Cortesia de wikipedia e fontesdeluz

  • Estimula e apoia o ensino da Astronomia nas Escolas básicas e secundárias com acções pedagógico-científicas adequadas para alunos e professores.
  • Presta esclarecimentos genéricos e emite pareceres técnicos sobre fenómenos astronómicos do interesse dos parceiros sociais, entre os quais se contam Tribunais, advogados, Protecção Civil, jornalistas, editores, portos e aeroportos nacionais.
  • Mantém o serviço de biblioteca, que é uma das mais ricas no país em Astronomia e Astrofísica.
Solstício de Verão 2011
Em 2011 o Solstício de Verão tem início hoje, dia 21 de Junho, às 18h16m. Este instante marca o início do Verão no Hemisfério Norte, Estação mais quente do ano. Esta estação prolonga-se por 93,66 dias até ao próximo Equinócio que ocorre no dia 23 de Setembro de 2011 às 10h05m.
Os instantes estão referenciados à Hora Legal.
Solstícios:
  • pontos da eclíptica em que o Sol atinge as posições máxima e mínima de altura em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação do Sol atinge extremos: máxima no solstício de Verão e mínima no solstício de Inverno.
A palavra de origem latina, Solstitium, está associada à ideia de que o Sol devia estar estacionário, ao atingir a sua mais alta ou mais baixa posição no céu». In Observatório Astronómico de Lisboa.

Cortesia de AO de Lisboa/JDACT

Observatório Astronómico de Lisboa. 150º Aniversário da Fundação: Parte I. «Depois de terem sido analisados vários locais, decidiu-se pela escolha do sítio conhecido por Alto da Eira Velha, na Tapada da Ajuda, então pertencente à Casa Real. William Struve prestou-se amavelmente a dar todo o apoio para a construção do novo observatório. A planta do edifício, executada pelo arquitecto Colson, acabou por ser uma cópia do Observatório de Pulkovo»


Cortesia de oal

«O Observatório Astronómico de Lisboa criado pela Carta de Lei de 6 de Maio de 1878, é uma unidade que se situa na Tapada da Ajuda. Para fazer uma ideia das crises que ciclicamente afectam as instituições desta natureza, julgo interessante recordar como nasceu o Observatório Astronómico de Lisboa. Em meados do século passado, a determinação das paralaxes das estrelas constituia a preocupação dominante dos astrónomos de então. Depois de Bessel, em 1840, ter conseguido, pela primeira vez, determinar a paralaxe de uma estrela, a 61 Cygni, a partir das observações heliométricas, novos métodos foram aparecendo e, assim, novas determinações de paralaxes iam surgindo.

Consoante os métodos utilizados, assim eram os resultados obtidos, por vezes, bastante divergentes, o que dava origem a discussões que, nalguns casos, atingiam grande vivacidade. Foi precisamente, como consequência dum desses debates que teve origem o movimento que havia de conduzir à fundação do Observatório da Tapada. Em 1840, o astrónomo francês Faye apresentava na Academia de Ciências de Paris uma comunicação em que anunciava ter obtido para a estrela nº 1830 do catálogo de Groombridge, pertencente à constelação da Ursa Maior, um movimento anual de 1,06", valor obtido a partir da variação da sua ascensão recta. Para essa mesma estrela, Argelander havia deduzido anteriormente um movimento anual de 10". Igualmente, durante o ano de 1846, o astrónomo russo Peters apresentava o resultado da determinação de algumas paralaxes estelares, utilizando o método das declinações; entre essas estrelas figurava a estrela Groombridge 1830 e, obviamente, o resultado obtido diferia muito dos anteriores (cerca de 0,25").

Hervé Faye
Cortesia de wikipedia 

Travou-se então na Academia Francesa uma acesa e brilhante controvérsia entre Faye e William Struve, Director do Laboratório de Pulkovo, onde Peters trabalhava, um e outro defendendo os resultados obtidos nos seus observatórios. A discussão prolongou-se por alguns anos, sem que qualquer das partes aceitasse os argumentos da outra.
Em Fevereiro de 1850, Faye propôs que se fizessem observações em Lisboa, único local em todo o continente europeu em que era possível fazer observações da referida estrela utilizando uma luneta zenital por ele construida. As observações seriam realizadas pelo próprio Faye, segundo um plano por ele elaborado em colaboração com William Struve e seu filho Otto, mais tarde também director do Observatório de Pulkovo.
Depressa a notícia chegou a Lisboa. O Conde de Lavradio, D. Francisco de Almeida Portugal, apresentou então na Câmara dos Pares uma proposta para que as observações fossem efectuadas por astrónomos portugueses e que se mandasse vir de França o telescópio zenital inventado por Faye, bem como o equipamento necessário para o efeito. A justificar a sua proposta, o Conde de Lavradio declarou que Portugal contava com astrónomos distintos, com certeza muito capazes de efectuar aquelas observações e que, havendo um observatório em Lisboa (o Real Observatório de Marinha), «seria vergonhoso que elas não fossem feitas por astrónomos portugueses». A proposta foi imediatamente aprovada, tendo sido consultado o Real Observatório de Marinha para indicar o equipamento que julgasse necessário. Claro que o Real Observatório de Marinha, instalado junto ao Tejo em precárias condições, não dispunha da estabilidade necessária para a realização dessas observações e, por consequência, não era possível dar cumprimento à proposta. Decidiu-se então pela nomeação de uma comissão constituida pelas pessoas mais conhecedoras do assunto para a edificação do novo observatório.
 


Cortesia de oal

Assim surgiu o Observatório da Tapada, oficialmente designado por Observatório Astronómico de Lisboa. Depois de terem sido analisados vários locais, decidiu-se pela escolha do sítio conhecido por Alto da Eira Velha, na Tapada da Ajuda, então pertencente à Casa Real. Para sua edificação, o próprio rei, D. Pedro V, contribuiu com a quantia de trinta contos de reis, deduzida da sua dotação pessoal. William Struve prestou-se amavelmente a dar todo o apoio para a construção do novo observatório, tendo ele próprio escolhido o equipamento. Também a planta do edifício, executada pelo arquitecto Colson, acabou por ser uma cópia do Observatório de Pulkovo. No Observatório de Pulkovo estagiou igualmente o primeiro Director do Observatório da Tapada, o oficial de marinha e engenheiro hidrógrafo Frederico Augusto Oom, que ali se manteve durante quase 4 anos. O lançamento da primeira pedra teve lugar em 11 de Março de 1861, já no tempo do rei D. Luís, que igualmente contribuiu com dez contos, também retirados da sua dotação pessoal. As observações iniciaram-se em 1867». In Observatório Astronómico de Lisboa.

Cortesia de OA de Lisboa/JDACT

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Eclipse Total da Lua: Observatório Astronómico convida interessados. «A lua vai estar "escondida" quando nascer na quarta-feira devido a um eclipse total, o único visível em Portugal, dos seis previstos para 2011. A partir das 20h30, inicia-se uma ação pública de observação»


Cortesia de wikipedia

«A lua vai estar "escondida" quando nascer na quarta-feira devido a um eclipse total, o único visível em Portugal, dos seis previstos para 2011.
A lua vai estar "escondida" quando nascer na quarta-feira devido a um eclipse total, o único visível em Portugal, dos seis previstos para 2011, e o Observatório Astronómico, em Lisboa, abrirá portas para o acompanhamento do fenómeno.

A partir das 20h30, inicia-se uma acção pública de observação, os telescópios da entidade vão estar virados para a lua e os seus especialistas em astrofísica ficam disponíveis para explicar os detalhes sobre os eclipses, explicou à agência Lusa o director do Observatório Astronómico de Lisboa.
Observatório Astronómico convida interessados.

Cortesia de wikipedia

Todos, principalmente os interessados em astronomia e os curiosos sobre estes assuntos, são convidados a deslocar-se ao Observatório e a levar os seus binóculos ou pequenos telescópios, já que o eclipse é visível, assim as condições meteorológicas o permitam. Rui Agostinho referiu que o fenómeno de hoje é "um dos seis eclipses que ocorrem este ano. Este é um ano especial" já que por vezes só se registam quatro situações.

Apesar daquele número, em Portugal, o eclipse do sol parcial em 4 de Janeiro, teve uma visibilidade má e agora resta a oportunidade de assistir ao fenómeno na quarta-feira, pois os restantes não serão visíveis nesta região do planeta. A Lua nasce às 20h58.

Cortesia de wikipedia

O nascimento da lua em Lisboa será às 20h58, no Funchal às 21h13, na ilha Santa Maria às 20h55 e na ilha das Flores às 21h27, segundo uma informação do sítio do Observatório.

"Em termos de visibilidade, este eclipse da lua não é mais do que a lua a entrar no cone de sombra do planeta terra", como especificou Rui Agostinho, acrescentando que, "nesta altura, há cidades do planeta que irão ver o fenómeno no início, meio ou final da noite". "Quando nascer já vai estar totalmente eclipsada".

Com o sol a desaparecer no outro horizonte, temos um céu azul claro ainda e o brilho da lua vai ser tão fraco que ficará escamoteado pelo céu azul. Com o passar das horas, teremos um céu azulado a perder brilho, a ficar cada vez mais escuro, a lua progride pelo céu, começa a sair do cone de sombra e começa a ver-se cada vez melhor, segundo a descrição do eclipse feita pelo presidente do Observatório.
O eclipse total da lua é um fenómeno astronómico em que a lua mergulha completamente na sombra da terra, o que sucede quando a lua cheia passa nos nodos da sua órbita ou na proximidade». In Observatório Astronómico de Lisboa.

Cortesia de OA de Lisboa/Expresso/JDACT