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domingo, 11 de novembro de 2012

Roriz. Rezando com a Máquina Fotográfica na Mão. Maria do Carmo Tovar OSB. «Na nossa sociedade, não se permite que a pessoa pare. E tudo está montado para que não haja verdadeiro tempo livre, que sirva para parar e pensar»


As cores com que Deus pinta o meu mosteiro...
Fotos de irmamariadocarmotovar
jdact

“… todas as fotos são tiradas, aqui no meu mosteiro que é um lindo sítio em que Deus me convida a viver na plenitude”. In Ir. M. do Carmo OSB.



Álbum
«Às vezes, aparece gente no limite do ‘stress’ e da fadiga. ‘Na nossa sociedade, não se permite que a pessoa pare. E tudo está montado para que não haja verdadeiro tempo livre, que sirva para parar e pensarPalavra de monja, dita em tempos de supressão de feriados e em que tudo à volta nos faz sentir que a vida se deve resumir a trabalhar e a preencher os parcos tempos livres com novas animações.
A irmã Maria do Carmo Tovar, superiora do Mosteiro de Santa Escolástica, em Roriz (Santo Tirso) acrescenta:
  • Há pessoas que andam à busca de qualquer coisa, por vezes têm um desejo de rezar mais ou menos incipiente’.
Podemos definir assim o objectivo da hospedaria deste mosteiro das Monjas Beneditinas da Rainha dos Apóstolos.



À volta, a quinta convida a essa verdadeira ruptura que é ser capaz de dedicar tempo ao tempo. Situado num vale verde, de quintas e terras agrícolas, o mosteiro está rodeado de árvores de fruto. Plantações de vinha e milho, uma horta e um jardim, onde abundam as camélias, por exemplo, completam-se para dar ao ambiente uma sinfonia de cores que muda com as estações. No Outono, a música atinge o seu esplendor, com a mescla das cores fortes dos vermelhos, amarelos e castanhos e as diversas tonalidades de verde. Para a contemplação, há também o terraço da hospedaria, onde se pode usufruir de um ‘silêncio especial’, aquele que vem da brisa, dos pássaros ou dos cães, da passagem de automóveis ao longe... Ou ainda a ‘casa do caseiro’, mais retirada do mosteiro, ainda que mais próxima da aldeia». In António Marujo, Dormir em Mosteiros, Público, Fugas, 1.9.2012.

Um Álbum fotográfico digno de uma distinção de realce.

Logo ao acordar, pedir a Deus, a graça de um olhar lavado e de acolhimento, a todos os minutinhos do dia que se levanta

Continua
A amizade da Ir. Maria do Carmo, da nossa Coimbra.
Cortesia de Público e MSEscolástica/JDACT

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fundação Calouste Gulbenkian: Doris Salcedo expõe no Centro de Arte Moderna. «Plegaria Muda»

Cortesia de alexanderandbonin

Doris Salcedo expõe no CAM.
Inaugura a 10 de Novembro de 2011, no Centro de Arte Moderna, a grande exposição Plegaria Muda, da artista colombiana Doris Salcedo.
Plegaria Muda (Oração Silenciosa) é uma instalação constituída por 166 peças escultóricas, pensada a partir da história recente da Colômbia, da sua natureza violenta e dos muitos jovens assassinados e enterrados anonimamente em valas comuns. É uma obra impregnada de luto e memória, mas também de perseverança de vida.

Foto de Oscar Monsalve
Cortesia de gulbenkian

A exposição resulta de uma proposta do CAM lançada à artista, a que se associou o Moderna Museet de Malmö (Suécia), onde Plegaria Muda estará patente até ao início de Setembro. Entre 2011 e 2012, outras instituições museológicas internacionais, como o MUAC na Cidade do México, o MAXXI de Roma e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, acolhem igualmente esta exposição, com curadoria de Isabel Carlos, directora do CAM.
Doris Salcedo, que vive e trabalha em Bogotá, participou na 8ª Bienal de Istambul, em 2003, e foi em 2007 a artista convidada a intervir na Turbine Hall da Tate Modern, em Londres». In Fundação Calouste Gulbenkian.

Cortesia de FCG/JDACT